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Segunda-feira foi dia de festa para 312 crianças carentes, de 5 a 14 anos, moradoras de Campo Limpo, Capão Redondo, Parelheiros e outros bairros da zona sul de São Paulo. A maioria delas pôde, pela primeira vez, assistir a uma sessão de cinema. Elas participaram do lançamento do projeto Olho na Tela, idealizado pelo portal de Internet Cineclick, em parceria com a organização não-governamental Ação Comunitária do Brasil (ACB), que atende crianças carentes na periferia. A festa foi realizada na Casa dos Sonhos da Estrela, no Ibirapuera (zona sul). As crianças obviamente adoraram o programa, que incluiu uma sessão de "Castelo Rá-Tim-Bum, o Filme", presentes, encontro com Papai Noel e acesso aos brinquedos da casa. Permitir que essas crianças conheçam o cinema e mergulhem em sua fantasia é um dos principais objetivos do Olho na Tela. Segundo Sabrina Flechtman, diretora do portal Cineclick, é uma oportunidade destas crianças entrarem em contato com a arte. Sabrina diz que há pretensões de expandir o projeto para todo o país e, assim, diminuir a falha cultural do Brasil, onde apenas 8% das cidades possuem salas de cinemas. O portal Cineclick pretende beneficiar-se da Lei Rouanet, que permite deduzir no Imposto de Renda das empresas gastos com cultura. (As informações são do jornal O Estado de São Paulo)
A prefeitura do Rio de Janeiro está dando exemplo de como manter a cidade limpa e ainda envolver alguns dos principais responsáveis pela sujeira na conservação. Uma parceria entre o governo municipal e a 2ª Vara da Infância e Juventude está reunindo pichadores pegos pela guarda municipal para pintarem muros de escolas públicas. A idéia é fazer com que jovens pegos por cometer este tipo de vandalismo em patrimônios públicos recebam como pena a responsabilidade de apagar as suas inscrições e ainda melhorar a paisagem das instituições de ensino. Segundo dados da Guarda Municipal do Rio, as gangues de pichadores reúnem em média 50 pessoas, que têm de 13 a 23 anos. Ao todo, 86 jovens de várias classes sociais já receberam como punição remover os garranchos - tanto os deles quanto os de outros colegas. A imposição é uma modalidade de pena alternativa: o adolescente não é recolhido a uma instituição, mas fica obrigado a cumprir serviços comunitários. O tempo de punição, fixado pelo juiz, varia de três a cinco meses. É no depoimento dos jovens que já foram obrigados a prestar este tipo de serviço que encontra-se o êxito da pena: eles contam para seus amigos o tipo de punição que receberam e, assim, desencorajam a ação das gangues. Para evitar constrangimentos, a Guarda Municipal recolhe o adolescente para o trabalho comunitário em um local previamente combinado, um pouco distante de casa. Outra tática é escolher uma escola a ser recuperada em um bairro diferente daquele em que o adolescente mora. (As informações são do Jornal do Brasil)
Usando o teatro de fantoches dois adolescentes da cidade de Jacarecanga, no Ceará, realizam campanhas de prevenção às drogas. Utilizando os bonecos de pano, eles bolaram um vídeo educativo de 30 segundo intitulado É Cilada. Josiano Pereira Barbosa, 15, e Josemilton dos Santos Felício, 14, concorreram com 800 candidatos de todo o País e foram os vencedores do concurso Sou Vivo, Não Uso Drogas, promovido, este ano, pela Secretaria Nacional Antidrogas (Senad). Estudantes da sétima série do Ensino Fundamental, eles recebem incentivo de professores para dar continuidade ao trabalho e já criaram um novo vídeo educativo sobre o mesmo tema para trabalhar com os amigos em 2002. Não é o único prêmio de Josiano e Josemilton. Também este ano, eles conseguiram o primeiro lugar em Conto e Poesia no Primeiro Festal (Festival de Talentos) de Fortaleza e o terceiro lugar em todo o Estado. Ficaram ainda na terceira colocação em teatro no mesmo festival. Os dois querem continuar produzindo vídeos e sonham em estudar teatro. (As informações é do jornal O Povo)
Os universitários partirão para mais uma expedição anual do Projeto Bandeira Científica e pretendem prestar atendimento médio aos 50 mil habitantes do município. Durante dez dias, os universitários vão realizar 3.500 consultas na área rural. Eles fazem o diagnóstico, prescrevem o tratamento e fornecem os medicamentos. A maior parte dos problemas de saúde é resolvida na hora. Todas as atividades são supervisionadas por 12 médicos que acompanham a expedição. Além disso, quem participa do projeto já está em treinamento desde o meio do ano. O professor responsável pelo Bandeira Científica, Carlos Eduardo Corbett, explica que o projeto permite a introdução do Programa Saúde da Família nas regiões por onde passa. Agentes de saúde voluntários são treinados - eles recebem informações básicas sobre as doenças mais comuns na região. Com a expedição, Buriticupu também ganhará um novo ambulatório. O serviço será permanente e atenderá gratuitamente a população em quatro especialidades diferentes: dermatologia, psiquiatria, pediatria e infectologia. O município já tem um núcleo modesto, mas os serviços oferecidos serão incrementados. Esse trabalho é parceria da FMUSP com a Universidade Federal do Maranhão, que também atua na região. (As informações são do jornal O Estado de S. Paulo) |
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