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Entre os 30 diplomados,
há moradores de áreas carentes como Manguinhos, Jacarezinho
e Vigário Geral que, com os conhecimentos adquiridos nas aulas,
encontraram uma alternativa de renda na pintura de painéis, camisetas,
lojas e vitrines. (As informações são do Jornal do Brasil)
As famílias que ocupam hoje áreas de risco em Goiânia (GO) podem receber ajuda da União Européia. Um representante do bloco econômico visitou a cidade em janeiro, percorrendo boa parte dos locais nesta situação. Um relatório será enviado para a sede da organização em Bruxelas, na Bélgica, relatando a situação para embasar a decisão sobre o financiamento de projetos de emergência voltados para essas famílias. A visita foi articulada pela Associação para a Cooperação e Intercâmbio Cultural (CIC), uma ONG de Portugal, cuja delegada no Brasil, Marília Cunha, é goiana. A CIC/Portugal atua em todos os países de língua portuguesa desenvolvendo ações de ajuda humanitária. Goiânia tem aproximadamente 6,7 mil famílias vivendo em condições consideradas de risco para a saúde, seja por fatores ambientais ou por residirem próximas a locais que oferecem perigo, como o aeroporto ou linhas férreas. (As informações são do jornal O Popular)
O delegado do 9º Distrito Policial de Manaus (AM), George Pestana, quer mostrar que polícia também pode prestar serviços educativos. Com amigos de trabalho, ele criou o projeto Polícia Solidária e vai disseminar, neste ano letivo, noções de direitos humanos nas escolas da região. As aulas discutirão temas diversos, ao gosto do freguês e curiosidade das crianças: do problema do crime organizado até os direitos civis de crianças e adolescentes. O projeto é dividido em duas fases: palestras que começam ainda este mês e mutirão comunitário de serviços, previsto para o segundo semestre deste ano. Além de orientação, este trabalho visa coibir a violência na região leste. Especialmente nas proximidades do distrito em que ele atua como delegado. Segundo George, não se faz polícia sem a ajuda da comunidade. Ele explica que o objetivo do projeto é integrar esses dois elementos importantes para desenvolver um trabalho de qualidade para a própria sociedade. Unindo o conhecimento de quem conhece os problemas - a comunidade - e a polícia que já atua de maneira judiciária e ostensivamente. Inicialmente, 10 escolas devem compor a série de palestras. George informa que ele mesmo está procurando a direção das instituições. Algumas escolas que não tinham sido procuradas pelo delegado se adiantaram para inscrever a sua instituição no projeto. Mas ele informa que já está com a agenda cheia até maio. (As informações são do jornal A Crítica)
Fundada em 1998, a Escola Preparatória de Dança da prefeitura de Caxias do Sul mostra que a dança tem seu valor quando utilizada para melhorar a vida de crianças e adolescentes de baixa renda. O objetivo é atender a 60 crianças e adolescentes. Em janeiro, elas eram 45, mas neste mês, a escola realizará a seleção que completará as 15 vagas restantes. Cada aluno recebe
quatro vales-transportes diários (todos moram na periferia), merenda
escolar controlada por nutricionistas e dois tipos de uniforme, um para
andar na rua e outro para a aula específica de dança. Para pertencer à Escola Preparatória de Dança, o aluno participa de um processo de seleção que exige matrícula regular na rede pública de ensino, comprovantes de baixa renda familiar, exame médico e avaliação em teste específico. (As informações são do jornal O Estado de S. Paulo)
Desde 1978, um grupo de amigos luta em prol dos jovens da periferia de São Paulo. Na região da Capela do Socorro, eles fundaram o Projeto Sol e querem dar um basta à violência e às drogas. Luiz Carlos dos Santos, coordenador da associação, tem decorado a receita para uma atuação eficiente. Segundo ele, violência não se combate com repressão e sim com educação. Lazer, esporte, cultura, arte e educação são algumas das atividades que o Projeto Sol busca levar para cerca de 200 crianças, adolescentes e jovens com idades entre 4 e 20 anos que também recebem café e almoço diariamente. Na sede da instituição existe uma biblioteca com 10 mil títulos, sala de televisão e vídeo, dez computadores com acesso à Internet, além de dois ateliês de arte, um deles exclusivo para escultura. Um grupo de teatro e outro de balé são os destaques da casa. Os empresários que ajudam a manter financeiramente a associação, inclusive indo atrás de recursos externos, comprou um terreno de 2 mil metros quadrados na favela. Lá, será iniciada a construção de uma quadra esportiva. O endereço do Projeto Sol é rua Dr. Paulo de Barros Witaker, 300, na Cidade Dutra (Zona Sul). (As informações são do jornal Diário de São Paulo) |
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