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Tendo a prevenção como palavra-chave, uma parceria entre o Instituto Kaplan, o Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo, Johnson & Johnson e o Laboratórios Pfizer está levando informações sobre prevenção à Aids/DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis) para crianças, adolescentes e idosos. Com recursos lúdicos, os programas estimulam a participação de grupos familiares para tornar mais fácil falar sobre assuntos considerados complexos. Em jogos de tabuleiro, como o "Aprendendo a Viver", as pessoas enfrentam simulações de comportamentos que comprometem a saúde ou podem causar uma gravidez não desejada. A gerente de comunicação corporativa da Pfizer, Sandra Castellano, explica que o intuito é fazer com que jovens e adultos se tornem multiplicadores de informação em sua comunidade depois de participarem das atividades. A ação
da Pfizer atinge outros setores, como no Centro Especial da Lapa, onde
pais são Já a multinacional Johnson & Johnson criou o "Jogo de Corpo ", um kit com manual e livro do professor contendo os principais temas da sexualidade, além de quatro jogos que auxiliam na dinâmica de grupo de estudantes dos Ensinos Fundamental e Médio. Só em 2001, já foram distribuídos 2.719 kits, atingindo 9,1 mil alunos. (As informações são do jornal Valor)
Empresas de pequeno e médio porte estão mostrando a importância da vontade e da organização para a responsabilidade social, mesmo sem envolver grandes cifras. Dos 1.338 integrantes do programa Empresa Amiga da Criança, da Fundação Abrinq, 47% são empreendimentos de micro e pequeno porte. As grandes empresas respondem por 33% do total, as médias, por 20%. Segundo o presidente da fundação, Hélio Mattar, essas empresas podem contribuir com pequenas intervenções que beneficiam crianças da comunidade ou filhos de funcionários. As ações incluem especialmente o trabalho voluntário, a prestação gratuita de serviços e o que a imaginação permitir. Um exemplo é a Doceria Beijinho Doce que, com uma fatura anual de R$ 440 mil, repassa à Abrinq o equivalente a R$ 1 por quilo de um dos bolos do cardápio. A coleta rende em média R$ 120 por mês. O proprietário Carlos Alberto Amaro se envolveu ainda com projetos de profissionalização de adolescentes e, aderindo ao SOS Criança, empregou ex-internos da Febem (Fundação do Bem-Estar do Menor). A mobilização do empresário contagiou os demais funcionários que agora vão ensinar o ofício de confeiteiro a jovens de baixa renda. (As informações são do jornal Valor Econômico)
Funcionários das duas instituições e voluntários irão ler e escrever cartas e e-mails. Os primeiros postos do Poupatempo a prestar o serviço são os de Itaquera (zona leste) e de Santo Amaro (zona sul), e os horários de atendimento são os mesmos destinados ao público em geral. Oito funcionários, quatro do Poupatempo e quatro dos Correios, atenderão durante a semana das 7h às 19h, e aos sábados das 7h às 15h. Os voluntários, por enquanto, são seis, e ainda não foi possível determinar em que horários vão atuar, o que depende da disponibilidade de cada um. Para ser voluntário, basta saber ler e escrever e dispor de pelo menos uma hora livre na semana. Segundo Daniel Anenberg, superintendente do Poupatempo, o projeto nasceu de uma dificuldade que os próprios funcionários dos postos detectavam: inúmeras pessoas que procuravam o atendimento e não sabiam ler nem escrever. Quando sabiam, tinham dificuldade de se expressar. Os interessados no trabalho voluntário poderão se inscrever nos postos do Poupatempo em Santo Amaro, na rua Amador Bueno, 256, ao lado do terminal Rodoviário Santo Amaro (0/ xx/11/3059-3001), e em Itaquera, na av. do Contorno, 60, ao lado da estação Corinthians-Itaquera do Metrô (0/xx/11/6170-7001). (As informações são do jornal Folha de S. Paulo)
Se o estudante doente não pode freqüentar a escola, então a escola vai até o aluno. Com essa filosofia, o Hospital das Crianças das Obras Sociais de Irmã Dulce, que atende famílias carentes em Salvador (BA), implantou um programa educacional com o objetivo de evitar o atraso ou perda do ano letivo das crianças internadas. A iniciativa tem o apoio do Lloyds Bank e da prefeitura, que destacou dois professores e dois orientadores educacionais para repor as aulas dos estudantes-pacientes. Os professores vão se juntar a médicos, psicólogos, assistentes sociais e enfermeiras que participam do projeto. O Hospital das Crianças realiza, em média, 400 internamentos e 160 cirurgias por mês. No ano passado, a direção do hospital apurou que os problemas de saúde foram responsáveis pela falta às aulas e evasão escolar em 22% das crianças internadas no local. A pesquisa entre os pacientes do hospital descobriu que 30% estavam em atraso escolar, 10% não freqüentavam a escola e 3% simplesmente abandonaram os estudos. Com o projeto educacional, os internados terão toda a orientação necessária para que não se prejudiquem na escola, podendo inclusive realizar provas no hospital. (As informações são do jornal O Estado de S. Paulo)
Um grupo de 24 jovens inscritos no programa Bolsa-Trabalho da Prefeitura de São Paulo, entre eles ex-pichadores, pintou na última terça-feira (08/10) parte do muro de 2 metros de altura da Escola Municipal Coronel Mário Rangel, no Capão Redondo, zona sul. A atividade mudou a cara de 30 dos 50 metros da construção. O que era antes um paredão cinzento, manchado, transformou-se em nove painéis coloridos. Os grafiteiros Luciano
Clementino de Souza, de 20 anos, e Albério Portela Nascimento,
de 16, disseram que pretendem trabalhar com essa atividade. Desempregados,
ambos estudam e fazem planos para o futuro. (As informações são do jornal O Estado de S. Paulo)
Aulas de música, morrer sossegado e comer. Estes são alguns dos direitos sugeridos por um grupo de 410 crianças e adolescentes de escolas públicas de São Paulo que transformou seus sonhos em pinturas e imagens digitais. O resultado do trabalho está na exposição "O Papel de Cada Um - uma releitura do ECA" (Estatuto da Criança e do Adolescente) pelos alunos do Projeto Asa. A mostra abriu a Funarte São Paulo, no bairro Campos Elísios, região central da cidade. As pinturas e desenhos fazem parte de um dos núcleos da exposição, que começou a ser planejada há um ano, quando o curador Odilon Cavalcanti recebeu a missão de orientar o exercício artístico-educacional dos alunos do Projeto Asa, que ensina arte aos jovens. Cada participante realizou três obras. O tema era livre, assim como a escolha da técnica utilizada. Segundo o curador, o importante é que os alunos usem a experiência de autoconhecimento e autovalorização para o resto de suas vidas. O endereço da Funarte é alameda Nothman, 1.058, Campos Elísios. O trabalho dos jovens estará exposto até 31 de outubro. (As informações são do jornal O Estado de S. Paulo)
Um dos projetos pioneiros da ONG Comitê Pela Vida pode realizar o sonho do jovem Cláudio dos Santos Ribeiro, 25 anos. Diretamente da favela do Vidigal, ele representará o Rio de Janeiro no concurso de gastronomia Toque Blanche, que acontece no final do ano na França. Ribeiro faz parte dos 1.600 jovens desempregados e provenientes de famílias de baixa renda que frequentam a Escola de Hotelaria e Turismo do Rio. O projeto conta com a ajuda do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Segundo Maria Bourgeois, diretora da ONG, 80% dos alunos formados conseguiram empregos em hotéis e restaurantes. Se vencer, o cozinheiro poderá representar o Brasil em outro concurso na França, o Bocuse D'Or, promovido por um dos mais respeitados chefs do mundo, Paul Bocuse. (As informações são do jornal O Globo) |
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