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O acesso ao site pelos portadores de deficiência visual é possível graças a sintetizadores de voz, como o DOS Vox e o Virtual Vision, que lêem as informações do texto na tela do computador. As informações gráficas, como desenhos, são ignoradas pelos softwares. (As informações são da Folha Online)
Prevenção e saúde bucal estão longe de figurar entre as prioridades dos brasileiros e eram hábitos ainda mais distantes quando a Kolynos do Brasil iniciou, há 30 anos, o Programa "Sorriso Saudável, Futuro Brilhante". O programa começou tímido, circunscrito ao município de São Paulo, onde estava a fábrica da empresa, mas desde 1994, investiu nos "odontomóveis", três peruas equipadas com consultórios que percorrem as regiões mais carentes do Brasil. A parceria com associações, universidades e prefeituras ajudou a desenvolver programas específicos para formação de agentes multiplicadores. Hoje, além de ter atendido 22 milhões de crianças, o programa chega às regiões mais distantes do Brasil, até mesmo a sete aldeias indígenas do Alto Xingu e Alto Solimões, e nas tribos Xavante e Enawene-Nawe. "Com o contato
com os brancos e a mudança de hábitos alimentares, as populações
indígenas passaram a apresentar alta incidência de problemas
odontológicos", observa Regina Antunes, gerente de relações
profissionais e serviços educacionais da Kolynos e responsável
pelo programa.
SBPC
lança projeto para levar o papel da ciência à comunidade
O projeto foi desenvolvido pela secretaria regional da SBPC no Rio Grande do Sul e deverá ser distribuído entre os núcleos do Estado. A cidade de Santa Maria e municípios vizinhos serão os primeiros a receber as palestras e eventos que tentarão mostrar a face prática da ciência, ou seja, aquilo que pode ser aplicado no cotidiano. O secretário seccional da SBPC em Santa Maria, Luiz Alexandre Schuch, afirmou que 21 instituições da cidade já apóiam o projeto que será realizado de 15 em 15 dias e sempre às quartas-feiras. (As informações do Folha Online)
O programa desenvolvido pela direção da Febem busca na figura materna - a mais respeitada pelos internos - uma tentativa de interromper ainda na adolescência a "guerra" que tende a continuar nas unidades prisionais da. Segundo Maria das Dores (nome fictício), uma das mães que participa do programa, os encontros são realizados às terças-feiras na Febem. "Nós estamos falando com eles para ver se colocamos um fim nisso", afirmou.De acordo com ela, o programa - que é fundamentado no diálogo - tem enfrentado o desinteresse de algumas mães, mas tem como dar certo. (As informações são do jornal Folha de S. Paulo) |
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