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Assunto que ganhou destaque na agenda nacional depois das eleições, o combate à fome há tempos merece a atenção da sociedade graças à semente plantada pelo sociólogo Herbert de Souza, o Betinho. Em 1993, ele mobilizou o País com a missão de arrecadar alimentos para quem não tinha o que comer. Dando continuidade ao projeto idealizado por Betinho, o comitê da Ação da Cidadania Contra a Fome, a Miséria e pela Vida de São Paulo já está com a campanha Natal Sem Fome - Ano 10 nas ruas. A entidade espera atender 20 mil famílias na cidade. No ano passado, foram recolhidas 200 toneladas de alimentos na capital. O lançamento oficial da campanha ocorreu no dia 20. Casas noturnas e bares da Vila Olímpia, na zona sul, arrecadaram dinheiro de seus freqüentadores para a compra de cestas básicas. Mas a movimentação para o Natal Sem Fome deste ano começou antes, em 16 de outubro, Dia Mundial da Alimentação. Cinco mil cafés da manhã foram distribuídos na Praça da Sé, zona central, para comemorar a data e marcar o pré-lançamento da campanha. Na ocasião, a Ação da Cidadania São Paulo recebeu a primeira doação: mil cestas básicas cedidas pela Associação das Empresas de Refeição e Alimentação (Assert). A Prefeitura apóia o projeto, aproveitando a estrutura do programa Banco de Alimentos da Secretaria Municipal de Abastecimento (Semab), que já faz a arrecadação e a distribuição de alimentos. Por enquanto, estão definidos como pontos de coleta da Prefeitura as sedes das subprefeituras. Mais informações sobre estes postos na Semab, pelo telefone 3313-4410, ramal 217. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo - 19/11/02
A professora Jurema do Pilar de Paula Cosobeck, da Pré-Escola Municipal Professora Maria Luisa Burtz Merckle de Morretes (PR), ganhou Prêmio Qualidade na Educação Infantil deste ano. A premiação foi promovida pelo Ministério da Educação. A professora levou o prêmio após criar atividades na sala de aula que estimulassem a inclusão social de crianças deficientes. A professora diz que seu objetivo era trabalhar as diferenças individuais tão corriqueiras em nossa sociedade discriminatória. Para isso, a professora organizou diversas atividades com as crianças que tiveram como principal objetivo eliminar os preconceitos em relação às diferenças das crianças com deficiência. Uma das atividades mais destacadas pela professora foi introduzir o vocabulário da língua de sinais (Libras) e a leitura do livro Meu amigo Down, que se completou com uma visita dos alunos à Associação dos Pais e Amigos de Excepcionais (Apae) do município. As informações são do Último Segundo - 19/11/02 |
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