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Ciranda, Cirandinha; A Canoa Virou; Teresinha de Jesus; Eu sou Pobre, Pobre, Pobre; O Cravo e a Rosa. Essas e outras oito canções tradicionais populares, interpretadas em estilos que vão do samba e pop ao rap e maracatu, estão no CD Toque pra Vida. O álbum foi gravado por 15 internos e ex-internos da Febem (Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor) de três unidades de São Paulo (SP). A iniciativa, desenvolvida desde maio, é resultado de parcerias e contou com a colaboração de arte-educadores, coordenadores e outros funcionários da fundação. Para a presidente da Febem, Maria Luiza Granado, os adolescentes em conflito com a lei têm um grande potencial, que pode e precisa ser canalizado para o bem. Ela lembra ainda que os adolescentes geralmente chegam muito mal às unidades, pois vários deles, depois de cometerem os atos infracionais, foram presos, algemados e terminaram arrancados da família. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo - 24/09/02
O brigadeiro vai ser tema de uma oficina especial do Atelier Gourmand, que fica localizado no Shopping Higienópolis, em São Paulo (SP). De 8 a 12 de outubro, a escola de culinária e o shopping fazem uma oficina de produção de brigadeiros mobilizando cerca de 400 crianças, de 5 a 12 anos, com o objetivo de produzir cerca de 21 mil doces, que serão doados a orfanatos da cidade. Realizado em homenagem à Semana da Criança, o projeto intitulado "Semana do Brigadeiro Feliz" contará com o apoio de cinco chefs, todos fornecidos pelo Atelier Gourmand. A intenção é que cada criança possa produzir cerca de 50 brigadeiros. "O objetivo é dar uma lição de solidariedade, de uma forma prazerosa", diz Heloisa Bacellar, sócia do Atelier Gourmand. Os brigadeiros foram criados no Brasil durante a Segunda Guerra Mundial. Na época, era quase impossível arranjar leite fresco, ovos, amêndoas e açúcar para os doces. Então, alguém descobriu que a mistura de leite condensado e chocolate dava um doce gostoso. O nome foi uma homenagem ao brigadeiro Eduardo Gomes, candidato à presidência. Os interessados podem obter mais informações pelo telefone: (0xx11) 3060-9547. As informações são do jornal Gazeta Mercantil - 24/09/02
Reunindo alunos entre 5 e 21 anos, o Circo Escola São Remo, mantido pelo Instituto Criança Cidadã e pela Secretaria de Estado de Assistência e Desenvolvimento Social, promove atividades esportivas e artísticas para crianças da periferia de São Paulo. Funcionando desde 1995 em São Paulo (SP), a associação atende hoje cerca de 580 pessoas, nos cursos de capoeira, dança, percussão, educação física e artes circenses (contorsionismo, equilíbrio no arame, saltos, trapézio e cama elástica). Segundo o encarregado administrativo do projeto, Wellington Ricardo Lyz Monteiro, as aulas são dadas em horários alternativos, preenchendo o tempo livre dos jovens, quando não estão na escola regular. A aposta está dando certo. Grande parte dos alunos mora na Favela São Remo e, por meio do Circo Escola, tem contato com uma nova realidade. O professor Luciano Farias dos Santos, de 22 anos, é um dos exemplos: ex-aluno, coordena há três anos o programa de dança. O Circo Escola possui toda a infra-estrutura necessária para a prática de atividades artísticas e esportivas. Nas aulas de percussão, estão disponíveis atabaques, surdos, caixas e xequerês - chocalhos grandes e redondos. Na educação física, os professores promovem competições entre times de futebol e quem pratica a capoeira pode passar pelos vários níveis de dificuldade da luta. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo - 24/09/02
Criado em 1997 para prestar atendimento psicológicos a jovens e seus familiares, o Centro de Referência do Adolescente Isabel Souto (Cradis), em Salvador (BA), lançou a cartilha ABC da não-violência. O objetivo é apresentar algumas ações que possam identificar as condutas agressivas dos familiares, melhorando assim as relações paterna e materna com os filhos. A coordenadora da
cartilha ABC da não-violência e do núcleo de apoio
do Cradis, Lívia Mendonça, afirma que o processo de violência
familiar vem crescendo nos últimos anos, principalmente em residências
de periferias. De acordo com ela, a violência contra criança
e adolescente nem sempre é notada, avançando das agressões
físicas para as agressões psicológicas e o completo
abandono intelectual dos filhos pelos pais. As informações são do jornal Correio da Bahia - 24/09/02 |
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