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Desenvolver um trabalho alternativo e dinâmico de educação é o objetivo do Currículo Vivo, programa lançado pela ONG Cipó - Comunicação Interativa, em parceria com a Prefeitura Municipal de Salvador. A iniciativa foi idealizada pelo jornalista Gilberto Dimenstein e, baseada nos ideais do educador Anísio Teixeira, vai educar a partir da realidade global do aluno. Por meio do projeto, cerca de 250 estudantes de 1ª a 4ª série do ensino fundamental da Escola Municipal Pituaçu vão estreitar relações com o Parque Metropolitano de Pituaçu, uma das maiores reservas naturais da cidade, localizada nas proximidades do colégio. A idéia consiste em utilizar o parque, que é também uma área de preservação ambiental, como laboratório de aprendizagem. Os professores da unidade escolar coordenarão, no local, pesquisas de campo, aulas de educação ambiental, campanhas de preservação e eventos esportivos e culturais. O conteúdo aprendido será publicado em sites, cartazes e fanzines produzidos pelos próprios estudantes. As informações
são do jornal A Tarde
O técnico da Seleção Masculina de Vôlei, Bernardinho, e a ex-jogadora Ana Moser lançaram o projeto de construção de um núcleo esportivo na Favela Heliópolis, na Zona Sul. Até fevereiro, uma quadra descoberta será transformada em ginásio para atender à comunidade. Serão 200 crianças, entre 7 e 14 anos, que poderão praticar atividades esportivas e educativas no novo espaço. O projeto é uma parceria do Centro Rexona de Excelência de Voleibol, do Instituto Esporte e Educação (IEE) e da União Núcleo Associação e Sociedade de Heliópolis e São João Clímaco (Unas). A indústria Unilever, do Paraná, que fabrica o Rexona, se responsabilizará pela construção do ginásio. Para Ana Moser, diretora do IEE e responsável pelos núcleos do Centro Rexona fora do Paraná, o projeto tem como principal objetivo desenvolver ações educativas, que afastem os jovens de situações de violência. "O esporte se mostra uma importante ferramenta para o desenvolvimento das potencialidades individuais e capacidades pessoais, produtivas e cognitivas", observou. As informações
são do jornal Diário de S. Paulo
O projeto Córrego Bandeira está reduzindo a evasão escolar em Campo Grande (MS). Ao utilizar o esporte para educar, a idéia é atrair crianças de volta para as escolas da região. A iniciativa, desenvolvida pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS), contou com o investimento da Audi e com a parceria do Instituto Ayrton Senna. A Audi comprometeu-se a investir mais R$ 6 milhões ao longo de cinco anos no projeto, desenvolvido por mais seis universidades do Estado. O projeto tem dois núcleos distintos e atende a 400 crianças carentes, das quais 100 são descendentes de índios. O maior dos núcleos fica na própria universidade, e conta com piscina olímpica, duas quadras de vôlei, duas de basquete, duas de futebol, duas de tênis e uma de areia. O idealizador do projeto, Fernando Bittar, professor de educação física da UFMS, lembra das dificuldades enfrentadas no começo do projeto. As crianças índias, desacostumadas à rigidez de horários, por exemplo, apresentavam comportamento mais agressivo em comparação às demais e gritavam muito. Os orientadores acreditam ter chegado, agora, a um ponto de equilíbrio. As informações
são do jornal Valor Econômico |
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