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Desde 1º de junho, a Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, está melhor assistida. Foi lançado na região o Observatório da Baixada, um programa ligado ao Observatório de Políticas Urbanas e Gestão Municipal que tem como principal finalidade "ampliar a cidadania dos moradores da região", como definiu Jorge Florêncio de Oliveira, coordenador geral do Observatório. O Observatório da Baixada, que funciona na sede do Conselho de Entidades Populares de São João de Meriti, é fruto de uma união entre o Ippur-UFRJ (Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação em Panejamento Urbano e Regional) e a Fase (Federação de Órgãos para a Assistência Social e Educacional). Seu objetivo é ser um instrumento sistemático de estudo, pesquisa, organização e difusão de conhecimentos sobre as políticas públicas dos municípios da Baixada, para promover a cidadania e a justiça. Para Hélio Ricardo Leite Porto, coordenador da Fase Rio, o projeto será estratégico para a instituição, pois além marcar mais uma vez a presença da Fase na Baixada Fluminense, será um caminho de crescimento e desenvolvimento para a população local. Para ele, é uma forma de fazer com que as associações se articulem, defendam os seus direitos e possam construir um novo modelo de cidade. O Observatório da Baixada será um instrumento da população para promover a cidadania, segundo Hélio, a situação não é nada satisfatória: em média, segundo dados da Fase, uma criança da cidade do Rio de Janeiro disputa uma vaga para creche com outras 643 crianças. Se incorporado a população da Baixada Fluminense, a disputa é de uma para 5.243. O Observatório da Baixada fica na rua Luis Alves Cavalcante, 25, Vilar dos Teles São João de Meriti (RJ). Para solicitação de assessoria os interessados devem entrar em contato pelo telefone (0xx21) 751-0457. (As informações são da Rets)
Um grupo de engajadas senhoras pertencentes ao Movimento de Donas de Casa e Consumidores da Bahia (MDCCB) ofereceu, esta semana, na Praça da Piedade, em Salvador, uma aula pública com o objetivo de esclarecer o consumidor sobre seus principais direitos. O evento faz parte da comemoração pelo sétimo aniversário da entidade. De acordo com a presidente
do MDCCB, Selma Magnavita, a organização foi criada com
a finalidade de defender o consumidor. Para ela, é importante que
o cidadão atente para os seus direitos e saiba como exigi-los. As donas de casa abordaram ainda a questão da produção de alimentos transgênicos, outro assunto que tem causado bastante polêmica em diversos segmentos da sociedade. Elas se declararam contra esse expediente e protestaram contra a medida judicial que prevê a utilização de 4% de transgênicos em cada produto alimentício. Quem tiver interesse em se associar ao grupo pode entrar em contato através do telefone (0xx71) 248-6153. (As informações são do jornal Correio da Bahia)
Os alunos do curso de Farmácia da Universidade Federal da Bahia (Ufba) estão desenvolvendo um trabalho de prevenção e tratamento da anemia em municípios do interior baiano. Os estudantes realizaram um diagnóstico e identificaram que cerca de 35% da população dos municípios pesquisados apresenta os sintomas. A causa do problema é a má alimentação, em conseqüência da baixa renda da maioria dos entrevistados. Outro fator importante na proliferação do mal é a contaminação por parasitas, resultado da falta de condições de higiene. Para prevenir o problema, o grupo apresenta espetáculos educativos para crianças e adolescentes da região. Eles também encaminham pessoas com sintomas aos postos de saúde. O próximo passo da equipe é aliar-se aos trabalhos da Pastoral da Criança para complementar a alimentação da população. (As informações são do jornal Correio da Bahia)
O Instituto C&A completou dez anos de existência no Brasil com bons motivos para comemorar. Nesse período, a instituição investiu US$ 33 milhões para a realização de cerca de 650 projetos que beneficiaram mais de 22 mil crianças e adolescentes em todo o país. Mais do que isso, a C&A dispõe atualmente da maior equipe de voluntariado corporativo entre empresas brasileiras, com um total de 1.340 funcionários em atuação nos projetos apoiados pelo instituto. Em dez anos, o trabalho desses voluntários correspondeu a um total de 190 mil horas de dedicação a entidades sociais. O atual presidente do Instituto C&A, Paulo Castro, explica que o processo de definição da estratégia de atuação - voltada à educação de crianças e adolescentes carentes - foi fundamental para que a instituição consolidasse seu papel. Ele acrescenta que a experiência do instituto, como um dos pioneiros a buscar o profissionalismo na ação social no Brasil, pôde contribuir fortemente para o aprimoramento de todo o setor. Segundo levantamento do Gife (Grupo de Institutos, Fundações e Empresas), de 48 grandes instituições que praticam investimento social no Brasil, 85,4% dão prioridade à educação nas ações que apóiam. Assim como o Instituto C&A, a pesquisa mostra que 70,8% dos participantes no trabalho têm como foco atender crianças e adolescentes. Diferentemente da política adotada por muitas empresas que investem na área social, o Instituto C&A não vê na ação um canal de divulgação da empresa. Nesse aspecto, a atuação da modelo Gisele Bündchen como garota-propaganda é que tem garantido vendas entre 15% e 20% acima do crescimento esperado pela rede para este ano. Atualmente, a C&A está presente em 31 cidades brasileiras, com 72 lojas e mais de 8 mil funcionários. (As informações são do jornal O Estado de S. Paulo) |
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