|
|||||||||||||||||||||
|
A Philips do Brasil lançou o programa Aprendendo com a Natureza, que levará a discussão sobre meio ambiente para as escolas públicas brasileiras. O projeto atinge São Paulo, Amazonas, Minas Gerais e Pernambuco e promoverá dinâmicas com voluntários em sala de aula. Além das atividades, são distribuídos gratuitamente a mais de 11.500 escolas o Kit Educacional Aprendendo com a Amazônia. Para o treinamento
dos voluntários, o comitê do programa produziu uma apostila,
que trata de consciência ecológica, Amazônia, mostra
os cuidados que devem ter em sala de aula, destaca pontos dos Parâmetros
Curriculares Nacionais, propõe uma atividade de artes lúdica
com os alunos e traz um esquema da palestra a ser realizada em classe. As informações são do site Ambiente Brasil - 28/08/02
Os estudantes participaram
de atividades na horta, marcenaria, berçário, cozinha, escola,
biblioteca, coleta seletiva, creche e pré-escola. Na avaliação
da experiência, os alunos citaram a importância de estar mais
perto de situações que só conheciam por jornais.
Além disso, reconheceram o valor do trabalho dos outros e da coisas
corriqueiras do dia-a-dia, como ter comida pronta na mesa e esquecer eventuais
diferenças. A experiência também rendeu projetos para o futuro. Como, por exemplo, o de aplicar a coleta seletiva de lixo na Waldorf, arrecadar livros para uma biblioteca circulante e levar alunos do Jardim Ângela para a Vila Olímpia. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo" - 28/08/02
Dez crianças da Escola Municipal João Ribeiro Rosa, de Iturama (MG), participaram da oficina de desenho animado do programa Escola de Futuro, desenvolvido pelo Projeto Criança CTBC, com apoio do Instituto Algar de Responsabilidade Social. O tema da oficina foi cidadania. A oficina foi conduzida
pelos diretores de animação Maurício Squarizi e Wilson
Lazaretti, professores da Universidade de Campinas (Unicamp) e diretores
do Núcleo de Cinema de Animação de Campinas. As informações são da Academia de Desenvolvimento Social - 28/08/02
O lançamento do livro "Homicídios no Pará de 1996 - 2000: da visibilidade à construção de uma cultura sem violência" marcou as comemorações dos 25 anos de existência da Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SPDDH). O livro sistematiza e analisa os homicídios no Pará e enumera propostas para que seja possível a mudança de uma cultura marcada pela violência (caracterizada pelo grande número de mortes violentas), destacando a formulação e implementação de políticas públicas nas áreas de segurança e justiça. Foram analisados homicídios envolvendo mulheres, crianças e adolescentes, afro-descendentes e agentes do sistema de Segurança Pública no Estado do Pará. Fundada em 1977, no período da ditadura militar no Brasil, a SPDDH, através do trabalho voluntário, intervinha, neste período inicial, em todos os casos de violência e violação de direitos humanos. Atenção especial era dada aos direitos civis e políticos, como a liberdade de expressão, o direito de ir e vir e a anistia política. Era o início da história da entidade sem fins lucrativos, criada com a missão de valorizar e defender os direitos humanos e a democracia. O livro "Homicídios
no Pará de 1996 - 2000: da visibilidade à construção
de As informações são da Rets - Revista do Terceiro Setor - 28/08/02 |
|
|||||||||||||||||||