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Filho da "Política" e do "Povo brasileiro" um novo super-herói entrará na vida das crianças de São Paulo. Batizado de João Eca, ele estará, em breve, nos gibis, cadernos de atividade e vídeos educativos das escolas municipais da cidade. O personagem foi a forma encontrada pela Secretaria Municipal de Educação para disseminar de maneira lúdica e prazerosa o Estatuto da Criança e do Adolescente e combater a violência na escola. João Eca é um menino que tem aproximadamente dez anos. Seu uniforme contém as cores da bandeira e sua grande tarefa é zelar pelos direitos dos pequenos cidadãos. "Cada história traz à tona a discussão de um determinado artigo do ECA", explica Mário Rudolf, assessor técnico da Secretaria de Educação e responsável pelo projeto. Até agora foram produzidos dois vídeos. Em um deles, o herói remonta a trajetória da criança no Brasil desde o período da colonização. A idéia é mostrar que a proteção da infância e da adolescência é fruto de uma conquista das lutas pelos direitos humanos. "A lei, como qualquer outra, é dura e árida. Muitos professores sequer a conhecem, entretanto, se queremos uma sociedade democrática, as crianças precisam saber como o Brasil compreende os direitos humanos, essa lição deve começar pela aprendizagem dos direitos delas", acredita Rudolf. O assessor também explica que o projeto quer mudar a idéia, muito disseminada nas últimas eleições, de que para combater a violência na escola é necessário um aumento da coerção policial. "Temos que construir na escola um espaço de disseminação de valores como o respeito, a tolerância e a igualdade. Não é necessário que a instituição educacional se pareça com um presídio", conclui. (Raquel Souza)
Três estações do Metrô de São Paulo realizam esta semana uma performance teatral sobre doação de sangue, denominada "Não esqueça de nós". O evento ocorre na semana em que a Fundação Pró-Sangue completa 17 anos. Segundo o Metrô, os atores, que ficarão entre os passageiros, dirão, de forma casual, os requisitos básicos para a doação de sangue. A apresentação tem 10 minutos de duração. Para doar sangue é preciso, entre outros requisitos, levar o documento de identidade, ter entre 18 e 60 anos, pesar no mínimo 50 quilos, estar em boas condições de saúde, não pertencer a grupos de risco, estar alimentado (evitando alimentação gordurosa). Não podem doar sangue pessoas que estejam com gripe, febre ou em tratamento médico, ou que tenham tido doença de chagas ou malária. O telefone da Pró-Sangue para outras informações é o 0800-55-0300. (As informações
são da Folha Online)
O Projeto Axé, que atua com jovens em situação de risco social de Salvador (BA), foi o vencedor do Prêmio Rubem Berta, destinado a trabalhos voltados ao combate à exclusão social no país. A instituição vai receber um troféu e um prêmio no valor de R$10 mil. O Axé foi selecionado entre cinco projetos, três deles de Salvador. Entre os finalistas estavam o Pracatum Ação Social, Projeto Educação e Trabalho e Projeto Axé (os três da Bahia), o Projeto Pescar (do Rio Grande do Sul) e o Sorri-Campinas (de São Paulo). O Prêmio Rubem Berta foi entregue no último dia 26, durante almoço que reuniu os diretores das entidades finalistas na sede da Varig, no Rio de Janeiro. O Aché já atendeu cerca de nove mil crianças em dez anos de atividades voltadas para ações educativas, artísticas e culturais. (As informações
são do jornal Correio da Bahia) |
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