|
||||||||||||
|
“O que vimos como resultado dessa guerra ao terror é que ela tem levado a sérios abusos dos direitos humanos em países que têm um histórico ruim. Os EUA têm usado a guerra ao terror como uma desculpa para perseguir dissidentes políticos e justificar violações aos direitos humanos. Na Colômbia, a Ásia Central, no Egito, na China e em outros lugares”, disse. A secretária-geral
da Anistia Internacional, Irene Khan, disse que o principal motivo de
sua viagem ao Brasil é "abrir o diálogo com o governo
brasileiro" e afirmou que vê no país um potencial líder
internacional. A ativista visitará
pela primeira vez o Brasil a partir desta sexta-feira. A programação
inclui um encontro, ainda não confirmado, com o presidente Luiz
Inácio Lula da Silva. Também estão previstas reuniões
com os governadores os governadores Rosinha Matheus (PMDB-RJ) e Geraldo
Alckmin (PSDB-SP). Nascida em Bangladesh, Khan está à frente
da entidade há dois anos. É a primeira mulher muçulmana
a dirigir a Anistia. Leia
mais: |
|
||||||||||