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A Secretaria do Programa Bolsa-Escola recebeu ontem (03/05) a visita do embaixador do Panamá no Brasil, Olimpo Saes Mercussi. Ele afirmou que apresentará detalhadamente o programa para a presidenta do Panamá, que fará uma visita ao Brasil, em julho ou agosto. Leia mais
Técnicos ouvidos pela CPI da Educação afirmaram que, no ano passado, a prefeitura de São Paulo aplicou apenas 16,76% da arrecadação em educação. De acordo com a Lei Orgânica Municipal, a prefeitura fica obrigada a aplicar 30% do orçamento municipal na área. Leia mais
A Secretaria do Programa Nacional Bolsa-Escola, em Brasília, recebeu ontem a visita do embaixador do Panamá no Brasil, Olimpo Saes Mercussi, para conhecer seu funcionamento e repassar informações ao governo de seu país. O embaixador afirmou que pretende apresentar detalhadamente o programa para a presidenta do Panamá, que fará uma visita ao Brasil, em julho ou agosto. O Bolsa Escola é o projeto de complementação de renda do governo federal que também têm como objetivo reduzir a evasão escolar e combater o trabalho infantil. O programa atende famílias com renda per capita mensal menor que meio salário mínimo, com filhos ou dependentes menores de 15 anos e que tenham os filhos de 6 a 15 anos na escola. Segundo a secretaria do programa, serão beneficiadas 5,9 milhões de famílias e 11 milhões de crianças em todo país. (Folha OnLine)
Dois técnicos do TCM (Tribunal de Contas do Município) que foram ouvidos hoje pela CPI da Educação da Câmara Municipal de São Paulo afirmaram que no ano passado a prefeitura aplicou apenas 16,76% da arrecadação em educação, contra os 30% que deveria ser destinados para a área. Segundo o vereador Carlos Giannazi (PT), presidente da CPI, técnicos entregaram um parecer referente ao ano de 2000, no qual foi constatado a não aplicação da cota de 30% na educação. "Agora está confirmado que a cota destinada para a educação não foi aplicada mais uma vez", diz o vereador, lembrando que desde 1995 essa cota não é destinada para o setor. De acordo com a Lei Orgânica Municipal, a prefeitura fica obrigada a aplicar 30% do orçamento municipal na área de educação, mas não teriam sido investidas nas gestões dos ex-prefeitos Paulo Maluf e Celso Pitta. "A prefeitura já havia assumido a não aplicação no ano passado. Segundo a prefeitura, teriam sido aplicados 23,87%, um número bem superior aos mostrados pelos técnicos", afirmou Giannazi. Em depoimento na CPI, os técnicos Valmir Leoncio da Silva e Mário Chust, afirmaram que os números fornecidos pela prefeitura incluíam os gastos com inativos, prática que é vetada pela LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) no artigo 71, inciso 6º. Os técnicos do TCM são responsáveis pela elaboração dos pareceres sobre a aplicação das verbas na educação. Os dados levantados por eles ainda passam pela aprovação dos conselheiros do tribunal. "A partir da próxima sessão, iremos começar a ouvir todos os ex-secretários de Educação e os de Finança desde 1995", disse o presidente da CPI, afirmando ainda que na próxima semana já foi convocado o ex-vice-prefeito da capital, Solon Borges dos Reis, que acumulou o cargo de secretário de Educação na gestão Maluf (1993-1996). (Folha OnLine)
A Comissão de Educação do Senado se reúne hoje para analisar a criação do PAS (Programa de Avaliação Seriada) Anual, que tem o objetivo reservar vagas em instituições de educação superior públicas e privadas para alunos que não prestem vestibular. O projeto estabelece que as instituições deverão reservar vagas para o PAS em percentual não inferior a 25% e não superior a 75% do total de vagas. O PAS permite que o aluno tenha acesso ao ensino superior sem precisar fazer vestibular, desde que seja selecionado por banca examinadora destinada a analisar seu desempenho ao longo de todo o 2º grau. As informações são da Agência Câmara. (Folha OnLine)
O jogo permite ao professor trabalhar conceitos de higiene, saneamento, poluição, vacinação e saneamento, além de auxiliar na conscientização dos alunos sobre a importância do exercício da cidadania. "De uma forma lúdica, a criança entra em contato com os conceitos relacionados à prevenção e formas de transmissão de doenças", afirma Maria Lígia. Ela explica que o Microvilões é um jogo composto por 21 quartetos. Cada quarteto é formado por uma carta com o nome da doença, outra com o nome e a figura do agente transmissor, outra com a forma de prevenção e a quarta carta com a forma de transmissão. Todas as cartas possuem dicas que conduzem à carta correta para formar o quarteto. As 21 doenças abordadas foram selecionadas de acordo com o contexto brasileiro. São elas: aids, catapora, dengue, gripe, hepatite B, poliomielite, raiva e sarampo - causadas por vírus; amebíase, candidíase e pé-de-atleta - causadas por fungos; cólera, coqueluche, leptospirose, meningite, tuberculose, doença de Hansen (lepra) e tétano - causadas por bactérias; e doença de Chagas, Malária e Toxoplasmose - causadas por protozoários. De acordo com a professora, algumas escolas já estão utilizando o jogo em sala de aula e os resultados obtidos são satisfatórios. "As crianças se envolvem com as questões levantadas no decorrer da atividade", afirma. Segundo ela, para jogar o Microvilões, basta ser alfabetizado. "Indicamos o jogo principalmente para crianças a partir de 9 anos, quando elas começam a receber nas escolas as primeiras informações sobre os micróbios e suas ações deletérias como agentes causadores de doenças". Para Maria Lígia, cabe ao professor fazer do Microvilões um instrumento de sensibilização das crianças para a questão das doenças causadas pelos micróbios. Para isso, junto com o kit do professor, vem o livro "A microbiologia vai à escola", onde são sugeridas várias atividades a serem desenvolvidas em sala de aula, fazendo do Microvilões um material interdisciplinar. O jogo Microvilões está sendo lançado na 8ª Feira Educar/Educador 2001, que acontece de hoje até o dia 5 no ExpoCenter Norte, que fica na rua José Bernardo Pinto, 333, em São Paulo. Durante o evento, também será lançado o livro "A aventura da ciência e do pensamento", de Samuel Murgel Branco, professor da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, que recebeu o Prêmio José Reis de Divulgação Científica, em 1998. O livro conta a história de Carolina e Henrique, crianças curiosas que sempre questionam as histórias contadas pelo avô, permitindo uma abordagem profunda sobre questões como ciência, pensamento, filosofia e meio ambiente. Com informações da Agência USP (Folha OnLine) |
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