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Creches conveniadas do município de São Paulo deverão receber entre hoje (05/01) e amanhã cerca de R$ 5,5 milhões que não foram repassados por Celso Pitta. O ex-prefeito suspendeu o pagamento no final de seu mandato provocando atraso no 13o salário dos funcionários. Leia mais.
Único abrigo de menores no Grande Distrito Federal apresenta condições de risco para as crianças. Sem recursos para realizar a manutenção, a instituição está com a estrutura deteriorada. O teto do refeitório do berçário, por exemplo, está a ponto de desabar. Leia mais.
A Secretaria da Família e do Bem-Estar Social espera pagar nos próximos dias os R$ 5,5 milhões que o ex-prefeito Celso Pitta deixou de repassar às creches conveniadas da prefeitura. A expectativa da secretaria é que o dinheiro saia hoje (05/01) ou amanhã. Após resolver esse problema, faltará ainda pagar R$ 4,5 milhões para entidades conveniadas à secretaria, como centros comunitários que atendem a população carente de 7 a 17 anos. Esse dinheiro será usado para pagar os salários atrasados de 25 mil profissionais que trabalham nessas instituições sociais que dependem de recursos da secretaria. O dinheiro deveria ser repassado no final do ano passado, ainda na gestão Pitta, mas o ex-prefeito suspendeu o pagamento em um de seus últimos decretos. Segundo o presidente do Conselho Municipal de Assistência Social, padre Ângelo Mezzari, o atendimento não chegou a ser prejudicado porque, no caso das creches, a demanda é bem menor no período de férias. As verbas que não foram repassadas por Celso Pitta seriam usadas, na maioria das entidades, para pagar os salários de dezembro e os encargos trabalhistas dos funcionários. "Algumas entidades já fizeram negociação com os funcionários para pagar o 13º salário só em fevereiro. O problema é que, sem esse repasse, não há caixa para pagar os encargos sociais", afirma padre Ângelo. (Folha de S. Paulo)
A idéia era manter uma casa bonita, com quadros na sala, televisão,
mesa de jantar, camas limpas e armários com roupas e brinquedos. Um lugar
onde as crianças abandonadas e em situação de risco no Distrito
Federal pudessem viver até que fossem adotadas ou reintegradas à
família. A dança de que fala a menina é um curso de Street Dance, oferecido
por um voluntário. Tem também as aulas de jazz, uma das poucas atividades
para os adolescentes do CAR. Isso porque nem a quadra de esportes dá para
usar. O mato está alto, o cimento está cheio de buracos e as traves
do gol foram roubadas. (Correio Braziliense)
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa 11 anos em 2001. Mas o Centro de Abrigamento e Reencontro (CAR) ainda não cumpriu algumas normas do documento. De acordo com o ECA, irmãos não podem ficar separados em abrigos. Para permitir que a criança cresça num ambiente familiar, cada grupo de oito meninos e meninas deve ter uma mãe social. É uma profissional remunerada, que mora na instituição e cuida dos menores. No CAR, a situação é bem diferente. Meninos e meninas que chegam à instituição ficam em casas separadas. ''Se um garoto tem uma irmã, eles não têm como ficar juntos no CAR'', explica Elizabeth Garcia, diretora de Assistência Social da Secretaria da Criança, responsável pela instituição. A figura da mãe social também não existe na instituição. São cerca de 180 funcionários. Metade são monitores que se revezam em turnos de 12 horas. ''Isso é ruim porque a criança não estabelece vínculos com nenhum monitor, o que está distante da idéia de família'', revela. Railda Cândido, diretora do CAR, aponta outro problema: fugas freqüentes
e alta rotatividade de menores. A instituição tem em média
110 crianças por dia, mas este número pode chegar a 200, não
havendo espaço para todos. Doações para o Centro de Abrigamento e Reencontro (CAR): 563-3500 (Correio Braziliense)
Há menos crianças na recuperação intensiva da rede estadual do que o número considerado ideal pela secretária da Educação, Rose Neubauer. Na sua avaliação, pelo menos 25% dos alunos da rede poderiam beneficiar-se com as aulas de janeiro. Os cerca de 600 mil estudantes encaminhados para o programa Escola nas Férias representam 10% do total de matriculados. "É normal que 25% dos alunos tenham rendimento abaixo da média", disse Rose. "Mas os professores ainda acreditam que os que ficaram muito próximos da média podem recuperar-se no ano seguinte." Para Rose, seria melhor que os estudantes freqüentassem o reforço escolar paralelo às aulas regulares e a recuperação intensiva. Rose defendeu o programa Escola nas Férias como parte importante do sistema de ciclos. Ela rebateu as críticas sobre a recuperação, dizendo que esse período é importante para garantir o sucesso do aluno nos anos posteriores. "Os ciclos não rompem com a organização curricular por série", disse, afirmando que os alunos têm de rever conteúdos do ano. O atraso no início do Escola nas Férias foi considerado normal pela secretária. Em algumas escolas, as aulas já começaram, mas não totalmente organizadas. Na Tarcísio Álvares Lobo, na Freguesia do Ó, zona norte, por exemplo, só devem começar na segunda-feira, quando a grade de horários estiver pronta. (O Estado de S. Paulo)
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