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O Senai São Paulo abriu inscrições para os cursos técnicos oferecidos para estudantes que concluíram o ensino médio ou vão terminar até o primeiro semestre do ano que vem. Leia mais:
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Começaram ontem as inscrições para os cursos técnicos oferecidos pelo Senai/SP, para estudantes que já concluíram o ensino médio ou vão terminar até o primeiro semestre do ano que vem. As inscrições vão até o dia 24. Para se inscrever, é preciso pagar uma taxa de R$ 25, que inclui o manual do candidato, levar a cédula original de identidade e comprovante de conclusão do ensino médio. São oferecidas 3.146 vagas, sendo 1.462 em São Paulo e 1.684 em outras 20 cidades do Estado. Em Osasco, a instituição está oferecendo 96 vagas, das quais 32 no curso de desenho de projetos e 64 no de metalurgia. Os cursos são gratuitos e começam no primeiro semestre de 2004. Os alunos pagam somente uma taxa semestral referente ao material didático, que varia de R$ 120 a R$ 180, dependendo do curso escolhido. Os interessados devem comprovar a conclusão do ensino médio no dia de início das aulas. O Senai avisa que não aceitará matrícula de alunos que estejam em outro programa gratuito da instituição. Para participar dos cursos, é necessário fazer uma prova de admissão - que será dia 9 de novembro. O exame terá 60 questões de múltipla escolha - 20 de português, 20 de matemática e 20 de ciências da natureza (física, química e biologia). O gabarito oficial será divulgado na internet no dia 10 de novembro. O resultado oficial dos classificados e suplentes sairá no dia 3 de dezembro.O Senai-SP oferece 30 modalidades de curso, que incluem alimentos, automação industrial, eletrônica, processamento de alimentos, vestuário, entre outras. Parte dos alunos da instituição terá direito a uma bolsa-auxílio no valor de R$ 240 por mês, mais vale-transporte e vale-alimentação de R$ 4 por dia. Mais informações podem ser obtidas nos sites: www.sesisp.org.br ou www.sp.senai.br. (Jornal da Tarde – 07/10/03)
Cada manual custa R$ 5 e a taxa de inscrição, R$ 50. A prova, marcada para o dia 7 de dezembro terá 48 questões sobre História, Química, Inglês, Matemática, Física, Geografia, Biologia, Português e Redação. O resultado da primeira lista será divulgado no dia 21 de janeiro e, o da segunda, no dia 26. Segundo a assessoria de imprensa do Centro Paula Souza, que administra as Fatecs, os candidatos também podem se inscrever pela internet, mas o prazo de encerramento é dia 15 no site www.centropaulasouza.com.br. Entre os cursos mais tradicionais estão Construção e Manutenção de Sistemas, Hidráulica e Saneamento Ambiental, Informática, Processamento de Dados, Soldagem, Têxtil, além de Automação de Escritórios e Secretariado. O Centro Paula Souza afirmou que a duração dos cursos é de três anos e cada cidade possui unidades com cursos direcionados para características locais. Dados do SAI, sistema que avalia anualmente o nível de aprimoramento das faculdades de tecnologia nas Fatecs, indicam que houve melhora em 78% das unidades, em relação a 2002. Em 2003, de cada dez alunos matriculados em Fatecs, 7,7 foram promovidos para o semestre seguinte. Outras informações sobre o vestibular das Fatecs são fornecidas pela Comissão Permanente de Vestibular, no telefone 227-0105. Hoje a Faculdade de Tecnologia de São Paulo também realiza até o dia 10 a 5ª edição do Congresso de Tecnologia, e até o dia 9, o 5º Simpósio de Iniciação de Iniciação Científica e Tecnológica. Serão apresentados 60 trabalhos de alunos em iniciação científica e tecnológica, envolvendo 20 instituições de ensino e pesquisa. (Jornal da Tarde – 07/10/03)
A PUC-Minas (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais) vai encerrar na próxima sexta-feira (10) o período de inscrição para o processo seletivo 2004. (Folha Online – 07/10/03)
O novo programa da Secrie tem como meta formar mais de 25 mil agentes nos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal. A primeira fase, presencial, pretende formar dois mil multiplicadores. Na segunda etapa, o curso atenderá mais 23 mil pessoas, por meio de teleconferência. Fazem parte da primeira turma de capacitação do programa prefeitos, secretários de educação, conselheiros tutelares e funcionários envolvidos na operacionalização do Programa Bolsa-Escola de cerca de 38 municípios de Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso, além do Distrito Federal. (Agência Ponto Edu – 07/10/03)
Como está desempregada e não tem endereço fixo, as escolas não aceitam a matrícula dos meninos. "Mas estou sempre na casa de parentes aqui na região de Perus (Zona Norte) e eles têm o direito de estudar." Gisela conta que já se cansou de fazer a inscrição e que chegou até a receber telegramas informando que havia vagas no CEU-Perus. "Mas quando cheguei lá, disseram que estava tudo preenchido. É uma humilhação. Já passei madrugadas inteiras na porta dos colégios." Enquanto não têm escola, os garotos passam o dia na rua, "andando em má companhia", segundo a mãe. "A gente não tem o que fazer", conta Wesley. "E aí acaba aprontando." O irmão mais velho, Washington, sonha em trocar a molecagem pelo CEU. "Vi a escola e as piscinas na TV e queria estudar lá." Já Alex afirma que quer ir para "qualquer colégio" para aprender a ler e a fazer conta. "Preciso disso para poder trabalhar e ajudar minha mãe", diz. "E pode ser trabalho de qualquer tipo." A pequena Laura, de 3 anos, ainda nem sabe direito o que é uma escola, mas sua família está desesperada atrás de vaga em alguma creche que fique na região da Cidade das Crianças, também na Zona Norte. "Nossa mãe morreu no começo do ano e meu pai está desempregado há quatro meses", conta Elen Costa Arruda, de 13 anos, uma das dez irmãs de Laura. "Como ele sai para procurar trabalho e a gente vai para a escola, temos de deixá-la com uma tia." Elen conta que todas as creches do local estão lotadas. "Estamos na fila de espera mas, até agora, nada. Não sabemos mais o que fazer." (Jornal da Tarde – 07/10/03)
Laura é uma das 100 mil crianças da cidade que estão à espera de uma vaga nas creches e escolas infantis, segundo o Ministério Público. "É obrigação da Prefeitura oferecer vagas a todos os menores de 7 anos que precisam de atendimento", garante o promotor de Justiça de Defesa dos Interesses Difusos e Coletivos da Infância e da Juventude da Capital, Motauri Ciocchetti de Souza. "E os pais devem cobrar esse direito." As crianças maiores de 7 anos sem escola na cidade, como as da família Rodrigues, são minoria e somam menos de 4%. "O acesso ao ensino fundamental está quase universalizado e os que estão fora da sala de aula são apenas casos isolados", afirma o promotor. Para conseguir uma vaga, o primeiro passo é se inscrever na rede pública. "Mas se a matrícula estiver demorando, a família pode procurar o Conselho Tutelar da sua região e solicitar um lugar", explica. "Caso não dê certo, deve procurar o Ministério Público." Jéferson, de 4 anos, é mais um que vai para a lista de espera em Perus no fim do ano. Ele está em uma escolinha particular mas seu pai, o motorista Josias Ferreira da Silva, de 49 anos, não consegue mais pagar a mensalidade de R$ 100 e a perua, que custa R$ 50. Como sua mulher trabalha como doméstica o dia todo, eles não têm com quem deixar o filho. "Não dá para deixar uma criança sozinha, mas estou tendo despesa demais. O Jéferson vai ter de ir para uma Emei (escola municipal de educação infantil) e até já fiz a inscrição. Só que ninguém me chamou." A secretária municipal de Educação, Maria Aparecida Perez, explica que é difícil atender a procura por vagas nas creches porque cada nova unidade construída pode receber apenas 150 crianças enquanto uma Emei de mesmo preço e tamanho recebe 840. "Como a creche funciona em período integral e a legislação requer mais espaço e mais funcionários para essa faixa etária, é difícil ter recursos que dêem conta da demanda", afirma. "Mas o acesso às Emeis estará praticamente universalizado até o fim do ano que vem." (Jornal da Tarde – 07/10/03)
"Uma boa dica é visitar uma sala de 4.ª série e ver se todos os alunos estão escrevendo bem, se têm prazer na leitura, se discutem temas da atualidade", aconselha Idméa Semeghini-Siqueira, professora de metodologia do ensino da Faculdade de Educação da USP. "E lembrar que nem todo filho vai se adaptar da mesma maneira à mesma escola." Nas pré-escolas, o primeiro passo é verificar se ela tem autorização de funcionamento. Segundo estimativa do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino de São Paulo, há 4.000 colégios infantis clandestinos no Estado. "Então, o pai deve avaliar se ele estimula a criatividade dos pequenos porque, nessa fase, ela é muito mais importante do que o conteúdo." (Jornal da Tarde – 07/10/03) |
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