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O ministro da Educação, Cristovam Buarque, irá oferecer merenda escolar nas férias. Leia mais:
Foi assinado na última quarta-feira (08/05) um convênio entre o Ministério da Educação e a Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abert), onde o governo terá espaços gratuitos na mídia para apresentar programas educativos. Leia mais:
O governo quer garantir merenda para crianças até mesmo nas férias, disse ontem o ministro da Educação, Cristovam Buarque, no Fórum da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). Hoje, Estados e municípios recebem da União verba para custear a merenda durante os 200 dias letivos. Uma comissão interministerial discute ampliar a distribuição de merenda como um dos instrumentos do Programa Fome Zero e, segundo o ministro, os estudos estão avançados. Para prefeitos e secretários municipais da Educação, Cristovam contou que o ministro de Segurança Alimentar, José Graziano, responsável pelo Fome Zero está empolgado com o projeto da merenda. Mas as mudanças dependem de recursos no orçamento de 2004, do aval dos Ministérios da Fazenda e do Planejamento e também da adesão dos municípios. As prefeituras terão gastos adicionais com energia e folha de pagamento para manter a escola aberta nas férias. Entre as reformulações na merenda, estuda-se a elevação de R$ 0,13 por aluno/dia para R$ 0,18 o valor do repasse da União para municípios e Estados. O valor é menor do que o preço do pão francês, mas Cristovam lembra que cabe aos prefeitos e governadores adicionarem verba. O diretor de Ações e Assistência Educacional do MEC, José Humberto Matias de Paula, informou que hoje a União investe R$ 950 milhões na merenda. Ele calcula que o governo gastará R$ 1,73 bilhão para dar merenda às 36 milhões de crianças da pré-escola e do ensino fundamental, durante o ano. Cristovam defendeu também uma "coalizão nacional" para garantir que educação seja tratada como prioridade e reverta a "tragédia" do ensino no País. O ministro e o presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Paulo Machado de Carvalho Neto, assinaram ontem convênio para a veiculação gratuita de programas educativos, até 31 de dezembro de 2006. As emissoras de TV e rádio cederão para o MEC espaço de cinco minutos de segunda a sexta-feira e de 20 minutos nos fins de semana. Os programas, que podem ter de 30 a 60 segundos de duração, serão inseridos na programação ao longo do dia. Eles terão caráter educativo para estimular, por exemplo, o cidadão a não jogar lixo nas ruas e a respeitar faixas de pedestre no trânsito. "Esta é a maneira de darmos a nossa contribuição", diz Carvalho Neto. (O Estado de S. Paulo - 08/05/03)
Convênio assinado ontem entre o Ministério da Educação e a Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abert) vai permitir que o governo tenha espaços gratuitos na mídia para apresentar programas educativos. O acordo valerá até 2006. Caberá ao MEC a produção de programas educativos e mensagens que serão veiculadas em cinco minutos diários em rádios e TVs. O convênio prevê, ainda, programas maiores, de 20 minutos, para serem apresentados aos sábados e domingos. A radiodifusão brasileira entende que tem papel fundamental na prestação de serviços à comunidade, disse o presidente da Abert, Paulo Machado de Carvalho Neto. (O Globo - 08/05/03)
Dar mais importância ao cursinho do que ao colégio é algo comum entre os vestibulandos que fazem as duas coisas ao mesmo tempo. Mas alguns, por motivos financeiros ou para reduzir a carga de estresse, optam por matricular-se em um colégio público, apenas para terem o diploma do ensino médio, e poderem concentrar a sua atenção nos estudos preparatórios para o vestibular. (Folha Online - 08/05/03) |
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