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O governo do Rio de Janeiro pretende aumentar de 1000 para 2000 o número de famílias atendidas pelo programa Crédito Educação. O projeto complementa, com R$ 180 por mês, a renda de famílias carentes que tenham crianças matriculadas no ensino básico. Leia mais
O governo do Rio de Janeiro anunciou hoje que pretende aumentar de 1.000 para 2.000 o número de famílias atendidas pelo programa Crédito Educação, que complementa a renda de famílias carentes com crianças matriculadas no ensino básico. As famílias cadastradas vão receber R$ 180 mensais, caso mantenham os filhos na escola. "Já estamos fazendo a seleção e o cadastramento de mais mil famílias que serão beneficiadas", disse a secretária de Educação, Darcília Leite. Segundo o supervisor geral do programa, Mário Pinheiro, a meta é ampliar o Crédito Educação às comunidades do Querosene, Pavão-Pavãozinho, Jacarezinho e Vila Vintém, na capital fluminense. Os bairros de outras cidades beneficiados serão Jardim Catarina, em São Gonçalo, Favela do Lixão, em Duque de Caxias, Jardim Esperança, em Cabo Frio, Piabetá, em Magé, Lote 15, em Belford Roxo, e Austin, em Nova Iguaçu. Serão 100 famílias de cada comunidade. Para receber a complementação de renda, as famílias devem ter crianças entre 7 e 14 anos de idade matriculadas em escolas das redes municipal, estadual ou federal, com 90% de frequência comprovada. (Folha OnLine)
O projeto foi rejeitado por seu relator na comissão, deputado Ivan Valente (PT-SP). Os membros da comissão concordaram com o parecer do deputado Valente, que considerou a proposta inadequada para ser avaliada pela comissão. "Não podemos impor uma grade curricular nas escolas brasileiras", justificou. Na reunião de ontem, a comissão votou apenas 4 dos 19 projetos de lei que constavam da pauta de votação. Os demais foram retirados de pauta, encaminhados a parlamentares que solicitaram mais tempo para examiná-los ou simplesmente deixaram de ser apreciados. Entre os projetos aprovados, está o do deputado Renato Silva, que obriga a impressão das letras do Hino Nacional e do Hino à Bandeira nos materiais didáticos dos ensinos fundamental e médio. A comissão também aprovou unanimemente a criação do "Dia Nacional da Saúde Bucal", e a transferência dos feriados para as segundas-feiras. Nas últimas duas reuniões, a comissão votou seis projetos dos 41 projetos que estiveram em pauta. As informações são da Agência PontoEDU. (Folha OnLine) |
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