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Presidente sanciona hoje (09/01) o Plano Nacional de Educação para os próximos dez anos. Os principais pontos do documento propõem a melhoria da qualidade do ensino, com mais investimentos, e a erradicação do analfabetismo. O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Carlos Abicalil, afirma, no entanto, que não são explicitados meios para atingir essa realidade. Leia mais.
Secretários da Educação e de Serviço Social pretendem aumentar o número de vagas nas creches paulistanas utilizando espaços ociosos. Segundo eles, cerca de 5 mil crianças poderiam estar sendo atendidas. Leia mais.
O presidente Fernando Henrique Cardoso sanciona hoje a lei que institui o Plano Nacional de Educação, conjunto de metas para o ensino brasileiro nos próximos dez anos. O documento propõe a melhoria da qualidade da educação, com garantia de permanência das crianças na escola e boa formação dos professores. O plano determina que o País aumente o valor aplicado em educação de 5% para 7% do Produto Interno Bruto - somados os recursos de municípios, Estados e do governo federal.Está prevista também a erradicação do analfabetismo, com alfabetização de 10 milhões de jovens e adultos. "Isso é lamentável", critica o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Carlos Abicalil, ressalvando, no entanto, que é importante para o País ter um plano nacional. Ele lamenta também que não sejam apontadas as fontes para a elevação dos investimentos em educação e diz que não há garantia de que o analfabetismo será realmente erradicado. (O Estado de S. Paulo)
A rede de creches e Emeis da Prefeitura de São Paulo poderia estar atendendo cerca de 5.000 crianças até 6 anos a mais. Essa conclusão é de um levantamento das secretarias municipais de Educação e de Assistência Social. A utilização desses espaços ociosos é uma das soluções que serão apresentadas nesta semana pelos dois secretários para resolver o problema das 27 mil crianças de 4 a 6 anos que perderam suas vagas em creches após decreto do ex-prefeito Celso Pitta. "Ainda estamos fechando o número exato, mas sabemos que há um excedente de cerca de 5.000 vagas. Vamos tentar otimizar essas vagas na rede direta de creches e Emeis, reequipando-a e fazendo algumas adaptações", afirma o secretário municipal da Educação, Fernando José de Almeida. Os dois secretários estudam ainda a utilização de igrejas para resolver o problema da falta de vagas na educação. No caso das creches e Emeis, a solução será discutida hoje também com o Conselho Municipal de Assistência Social e com a Promotoria da Infância e Juventude (Folha de S. Paulo) |
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