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A coordenação da Fuvest estuda rever a isenção da taxa de inscrição dos alunos carentes. O baixo rendimento e os altos índices de abstenção do grupo beneficiado este ano foi recebido pela coordenação do vestibular como falta de responsabilidade. Leia mais.
Documento elaborado pela Frente Ampla de Defesa da Educação Infantil de São Paulo propõe metas que asseguram a educação de crianças entre 0 e 6 anos no município de São Paulo. Leia mais.
O desempenho no vestibular
dos estudantes carentes que conseguiram, pela primeira vez, isenção
na taxa de inscrição da Fuvest não agradou aos organizadores
do exame. A experiência será discutida novamente. "Não
está garantido que haverá isenções neste ano",
diz Roberto Costa, diretor-executivo da instituição. Apenas pouco
mais de 5% dos candidatos vindos de escolas públicas passaram para a segunda
fase, que termina hoje. (O Estado de S. Paulo)
A Frente Ampla de Defesa da Educação Infantil de São Paulo vai protocolar hoje (11/01) um documento definindo uma série de metas para assegurar e melhorar o atendimento das crianças de 0 a 6 anos no Município. Esse é o primeiro resultado concreto de negociações em andamento para solucionar a falta de vagas para 27.900 crianças em Escolas Municipais de Educação Infantil (Emeis). Atendidas em creches, elas podem ficar sem escola este ano porque uma portaria, assinada pelo ex-prefeito Celso Pitta, obriga a transferência delas das creches para as Emeis. A portaria atende a uma determinação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. O secretário municipal da Educação, Fernando José de Almeida, propõe a revogação da portaria para resolver o problema, embora isso crie uma situação de ilegalidade no Município. O documento contém os seguintes pontos: o compromisso da Prefeitura de garantir atendimento em período integral das crianças de 0 a 6 anos nas creches; a revogação da portaria, para que os 27.900 alunos possam permanecer nas creches em 2001; o aumento do número de crianças de 0 a 3 anos atendidas nas creches; garantia de atendimento em período integral aos alunos das Emeis e das creches em até dois anos. A fila de espera por creches, na faixa de 0 a 3 anos, é maior do que o número de crianças de 0 a 6 atendias nas Emeis e nas creches: são 104 mil ante 82.658. (O Estado de S. Paulo) |
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