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Alunos que estudam o ensino fundamental e são beneficiados pelo programa Bolsa-Escola, serão avaliados em novembro para verificar o desempenho escolar. Leia mais:
Nesta quinta-feira (11/07) foi assinada uma parceria para combater e prevenir drogas nas escolas. Leia mais:
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A amostra dos alunos atendidos pelo Bolsa-Escola vai representar os mais de oito milhões de beneficiados pelo programa e compor o conjunto de 360 mil estudantes das 4.ª e 8.ª séries e da 3.ª série do Ensino Médio, que farão a prova do Saeb 2003. A avaliação vai possibilitar a comparação dos alunos bolsistas com os demais estudantes com as mesmas características socioeconômicas e acompanhar a evolução do desempenho escolar. Segundo o diretor de Programas de Inclusão Educacional, Maurício Muniz Barreto de Carvalho, utilizando os resultados do Saeb, o MEC poderá pesquisar com baixo custo o impacto do programa Bolsa-Escola. (Agência Ponto Edu – 11/07/03)
O curso vai ser exibido no início de 2004 pela TV Escola, vinculada à Secretaria de Educação a Distância do MEC, presente em 58 mil escolas públicas do País. Os professores interessados devem se inscrever para participar e assegurar um acompanhamento monitorado e a certificação. A Secretaria de Educação Fundamental (SEF/MEC) também propôs que a TV Escola faça vídeos sobre Educação Infantil, como a série Cuidar, Brincar e Educar. Após a aprovação dos conteúdos e roteiros destes vídeos, a TV Escola, em agosto e setembro deste ano, fará licitações para contratar as produtoras dos trabalhos. (Agência Ponto Edu – 11/07/03)
A polícia do Espírito Santo vai pedir a prisão preventiva de pelo menos dois suspeitos de participação em fraudes em vestibulares, a estudante de medicina da Universidade de Brasília Ivana Hussein Dutra, de 29 anos, e Manoel Geraldo Fagundes. Ambos fariam parte de uma quadrilha que recebia entre R$ 20 mil e R$ 25 mil de candidatos a vestibulares de instituições privadas e R$ 50 mil no caso das universidades federais. A polícia informou que Ivana, nascida na Romênia, presta sempre exames de seleção para cursos de medicina em todo o Brasil. Fagundes seria seu contato no Espírito Santo. Sócio de uma empresa que leva estudantes para fazer concursos públicos e vestibulares em outros Estados, ele aliciaria candidatos. O delegado Luiz Neves Paula Neto, titular da Delegacia de Defraudações e Falsificações, disse ter recebido denúncia anônima sobre uma fraude ocorrida no domingo, na primeira fase do vestibular da Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (Emescam). A direção da Emescam não anulou a primeira etapa do vestibular sob a alegação de que a fraude não foi concretizada, mas a prova ainda está sob investigação policial e pode ser considerada inválida. Ivana fez o exame em cerca de uma hora e meia e acertou 83% das questões, ficando em 19.º lugar. Ao deixar o local da prova, teria passado o gabarito para Fagundes, que o teria transmitido aos candidatos envolvidos por meio de cola eletrônica. Paula Neto disse que a polícia montou um esquema para prender Ivana na segunda fase, mas ela não compareceu. "Ela só faz a primeira fase, que é de múltipla escolha. A segunda, que é escrita, fica por conta dos candidatos", explicou o delegado. "Ela só não passa quando não quer. É tão inteligente que chegou a questionar uma pergunta mal formulada." A chefe de Polícia Civil capixaba, delegada Selma Couto, disse ao Estado que as prisões devem ser pedidas no máximo até segunda-feira. "Eu já tenho como pedir as prisões, mas vou juntar mais elementos", declarou o delegado, que ontem se reuniu com agentes da Polícia Federal. Para o policial, há mais pessoas envolvidas no crime. Paula Neto disse que a cola eletrônica era apenas uma das maneiras oferecidas por Fagundes aos candidatos para obter aprovação no vestibular. Ele também venderia gabaritos, fornecidos por funcionários de universidades, e teria outras pessoas para fazer a prova no lugar dos vestibulandos. Essa não é a primeira vez que Ivana tem problemas com a polícia. Em 1999, ela foi presa no Rio com o marido, Jorge Nascimento Dutra, sob a acusação de fraudar o vestibular da Universidade Gama Filho. (O Estado de S. Paulo – 11/07/03) |
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