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O ministério da Ciência e Tecnologia vai criar a Bolsa de Iniciação Científica Júnior destinada a alunos do ensino médio de escolas públicas. Serão oferecidas três mil bolsas no valor de R$ 80. Leia mais:
Cerca de 800 dos 48 mil estudantes da rede municipal de ensino de Ribeirão Preto (314 KM de São Paulo), começaram o ano letivo estudando sentados no chão, por falta de cadeiras e mesas. E não é só isso, várias crianças estão sem professores e material didático. Leia mais:
O ministro da Ciência e Tecnologia, Roberto Amaral, anunciou ontem a criação da Bolsa de Iniciação Científica Júnior, destinada a alunos do ensino médio de escolas públicas. Serão três mil bolsas no valor mensal de R$ 80. O programa será desenvolvido em parceria com as Fundações de Amparo à Pesquisa (Faaps) nos estados. "Com a bolsa, pretendemos estimular novos talentos na área científica", disse Amaral. O governo vai implantar ainda o programa Bolsa Prêmio, no valor de R$ 1.300, para 1.040 pesquisadores do CNPq com mais experiência. O número de bolsas para doutores vai saltar de 707 para 945. Também será ampliado o número de bolsas para mestrado e doutorado, de 11.034 para 12.010. As bolsas de mestrado serão de R$ 724,52 e as de doutorado, de R$ 1.072,89. No total, os novos programas vão criar cerca de 12 mil bolsas para pesquisa. O Ministério da Educação informou que este ano será possível preencher três mil vagas ociosas em quatro universidades federais: as de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. No Paraná, as inscrições para alunos aptos a serem transferidos já estavam abertas antes do anúncio do Palácio do Planalto, e vão até o dia 23. Segundo o reitor, Carlos Moreira Júnior, será aplicada uma prova no dia 23 de março para o preenchimento de 1.250 vagas em cursos já em andamento. Ninguém vai entrar na universidade no primeiro período. Todos serão transferidos de outras instituições. A idéia do MEC é estimular as instituições a preencherem as vagas no semestre em que elas são abertas. Ou seja, se um aluno abandona o curso no quinto semestre, deve ser aberta uma vaga para alunos que tenham condições de entrar no mesmo período. Caberá às instituições estabelecer os critérios de seleção. (O Globo - 12/02/03)
Alunos sentados no chão por falta de carteiras. Turmas dispensadas pela ausência de professores. Crianças sem material didático. Essas foram as situações vividas por cerca de 800 dos 48 mil alunos da rede municipal de ensino em Ribeirão Preto (314 km de SP) ontem e anteontem, os dois primeiros dias de aula do ano letivo. (Folha Online - 12/02/03)
O governo do Estado separou 70 alunos moradores da favela Nova Tatetuba em duas salas reservadas de uma escola estadual instalada dentro do condomínio Integração, conjunto de apartamentos de classe média baixa na zona leste de São José dos Campos (91 km de SP). (Folha de Online - 11/02/03) |
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