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Estudos da ONU revelam que um número cada vez menor de garotos morre antes dos cinco anos de idade e há mais crianças na escola hoje do que em 1990. "Na última década, o mundo não cumpriu suas próprias metas quando se trata de crianças, mas houve progressos reais na área de educação e em outras áreas", afirmou. Leia mais
A Fundação SOS Mata Atlântica e o Comitê para o Ano Internacional do Voluntário começam nesta semana os trabalhos do projeto de educação ambiental "plantando cidadania", um programa de capacitação de voluntários para oficinas sobre a Mata Atlântica em escolas públicas. Eles serão preparados trabalhar com crianças de 7 a 12 anos, uma vez por mês. Leia mais.
A poliomielite foi quase erradicada, um número cada vez menor de garotos morre antes dos 5 anos de idade e há mais crianças na escola hoje do que em 1990, quando se realizou a primeira Cúpula Mundial para as Crianças das Nações Unidas. Mas um documento sobre as condições das crianças no século 21, divulgado no início de uma reunião para tratar do assunto, mostrou que mais de 10 milhões de crianças morrem todo ano de causas evitáveis, 150 milhões encontram-se mal nutridas e 100 milhões estão fora das escolas, 60% delas meninas. "O quadro pintado pelos dados é dúbio. Há boas e más notícias", disse Carol Bellamy, diretora-executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância, o Unicef. "Na última década, o mundo não cumpriu suas próprias metas quando se trata de crianças. Na verdade, ficou a poucos passos de seus objetivos", afirmou. Mas Bellamy notou que "houve progressos reais para as crianças nos últimos dez anos" na área de educação e em outras áreas. Uma cúpula que continuará os trabalhos da de 1990 está prevista para ocorrer em setembro e, nesta semana, 3.000 delegados de governos de todo o mundo e representantes de diversas organizações reuniram-se na sede da ONU, em Nova York, para prepará-la. A primeira cúpula foi realizada no final da Guerra Fria sob a previsão de que o dinheiro antes gasto com o aparato militar estaria disponível para os serviços sociais. Mas o melhor dos tempos transformou-se no pior dos tempos quando guerras étnicas eclodiram nos Bálcãs, na África e em outro lugares, transformando milhões de crianças em alvos ou em "vítimas indiretas", disse o relatório. E a contaminação pelo vírus HIV, que provoca a Aids, atingiu uma dimensão catastrófica, particularmente na África, destruindo décadas de avanços no tratamento das crianças. Mas o maior obstáculo para melhorar as condições de vida dos menores de idade continua sendo a pobreza e a falta de vontade em investir nas crianças, afirmou o relatório. (Folha OnLine)
Os voluntários serão preparados para oficinas de uma hora e meia com as crianças de 7 a 12 anos, uma vez por mês. A primeira oficina aconteceu na Emei (Escola Municipal de Educação Infantil) Gunhambu, reunindo alunos, pais, professores e funcionários da escola. A capacitação dos voluntários durou três dias, com aulas sobre educação ambiental e cidadania. No final de cada trabalho, os alunos são estimulados a produzir desenhos ou redações sobre o que aprenderam. Os trabalhos poderão ser vistos no site da ONG (www.sosmatatlantica.org.br) Após as atividades, pais e filhos plantarão dez mudas de árvores. Alunos de outras turmas ficam responsáveis por cuidar das mudas. (Folha OnLine)
A partir de hoje, uma centena de alunos da primeira série de duas escolas públicas da cidade de Buenos Aires começarão a ter aulas bilíngües: de manhã estudarão as matérias tradicionais em espanhol, e à tarde, em português. O programa, estabelecido pela prefeitura de Buenos Aires, tem a colaboração do governo federal brasileiro, que forneceu os kits com três livros didáticos: português, matemática e estudos sociais. A Embaixada do Brasil e a Fundação Centro de Estudos Brasileiros (Funceb) de Buenos Aires também doaram livros em português para as bibliotecas das duas escolas. Desta forma, as crianças argentinas de uma escola no bairro de classe média de Floresta e de outra no bairro de classe média baixa de Saavedra, começarão a ter 14 horas semanais de aulas em português. Em Buenos Aires, já existem três escolas bilíngües públicas espanhol-inglês, uma espanhol-italiano, e uma espanhol-francês. "Uma escola espanhol-português indica o grande interesse dos pais dos alunos em que estes aprendam o outro idioma do Mercosul", declarou o secretário de Educação de Buenos Aires, Daniel Flimus. A experiência iniciada hoje é pioneira: nunca antes estudantes de escolas públicas de outro país estudaram com material brasileiro. Segundo a diretora da Funceb, Mônica Hirst, os livros proporcionarão às crianças uma base de cultura brasileira que não poderiam ter com livros editados na Argentina. Os governos do Brasil e da cidade de Buenos Aires também planejam o intercâmbio de professores. "Vamos proporcionar às crianças um conhecimento do Brasil que intensificará a integração dentro do Mercosul, eliminando muitos preconceitos que existem nos dois países. A alfabetização nas duas línguas permitirá um maior intercâmbio no futuro", afirmou o embaixador brasileiro em Buenos Aires, Sebastião do Rego Barros. (O Estado de S. Paulo)
A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) divulgou, há pouco, a lista com os nomes dos 16.092 beneficiados com a isenção da taxa de inscrição para o segundo exame de vestibular 2002. Os isentos deverão pegar o kit de inscrição no período de 18 a 22 de junho, entre as 10h e 17h, no Pavilhão João Lyra Filho, na sede da entidade, no Maracanã, zona Norte do Rio. As inscrições para os que não pediram isenção começam amanhã e vão até o dia 22, com taxa de R$ 23. Os candidatos deverão enviar os formulários pelos Correios até 25 de junho. (Jornal do Brasil)
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