|
||||||||||||||||||||||
|
Para aproximar os alunos dos pais e melhorar o comportamento dos estudantes a professora Vera Lúcia Carvalho Gigliotti dos Reis, de Cruzeiro (210 quilômetros da Capital), utiliza o retalho como método de aprendizado. Leia mais:
A PUC-Campinas PUC-Campinas irá encerrar no dia 20 de outubro as inscrições para o processo seletivo. Os interessados devem se inscrever na própria faculdade ou pela Internet. Leia mais:
|
|
||||||||||||||||||||
|
Professora de Cruzeiro
desenvolve método que aproxima pais e alunos “No início do ano, os alunos eram agressivos, sem limites”, disse Vera, que dá aula em duas classes de pré-escola na Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) Professor Marcínio Pereira de Castro. A professora começou o projeto com a leitura para os alunos do livro Colcha de Retalhos, onde uma avó conta para a criança de onde vem cada um dos retalhos de uma colcha. Depois, pediu que cada aluno pedisse um retalho em casa. O pano deveria vir acompanhado da sua história, escrita por um parente. “O projeto mexeu com nossas emoções. Alunos e pais aprenderam a conversar e as crianças estão mais solidárias”, disse. O prêmio é uma (Diário de S. Paulo – 15/10/03)
A PUC-Campinas (Pontifícia Universidade Católica de Campinas) prorrogou o prazo até a próxima segunda-feira, 20 de outubro, para seu vestibular 2004. As inscrições podem ser efetuadas apenas em Campinas e pela internet, www.puc-campinas.edu.br até 20 de outubro. (Folha Onilne – 14/10/03)
As inscrições para o processo seletivo novembro/2003 da Universidade Anhembi Morumbi, com vagas disponíveis para o primeiro semestre de 2004, estão abertas (Folha Onilne – 14/10/03)
A Polícia Militar acabou com o policiamento fixo em 33 escolas estaduais das regiões Central, Sul e Leste de São Paulo, localizadas nas áreas de ação dos 7º, 11º e 13º batalhões. As mudanças, que começaram há 15 dias e visam reforçar o patrulhamento preventivo desses bairros, podem ser estendidas para os demais 1.033 colégios da rede estadual na Capital. O tenente-coronel Ricardo de Souza Ferreira, chefe do Estado Maior do Comando de Policiamento da Capital, afirmou que há uma orientação da PM para que os policiais fixos sejam retirados de todas as escolas, mas disse que caberá a cada comandante de área a última palavra sobre a mudança. Antes das alterações, 114 PMs faziam o policiamento fixo nas escolas do Centro, Vila Mariana, Vila Monumento, Ipiranga, Cambuci, Aclimação, Mooca, Pari e Brás. Outros 28 faziam ronda escolar em sete carros. Com as modificações, desse total, 40 PMs vão continuar na ronda escolar em 10 carros. Os 102 restantes foram transferidos para o policiamento ostensivo, que vigiará o bairro e a escola da região. O tenente-coronel explicou que os PMs foram retirados do policiamento fixo porque a ronda escolar foi reforçada com 37 carros novos. O oficial disse ainda que as áreas onde ocorreram as mudanças e têm índices baixos de criminalidade. Ainda segundo ele, 233 carros fazem a ronda escolar nas 1.066 escolas da Capital. Ferreira acrescentou que cada carro da PM faz ronda, em média, em cinco escolas e passa de 15 em 15 minutos em cada uma delas. “Os PMs da ronda escolar também patrulham os estabelecimentos municipais e particulares de ensino”, ressaltou. Na avaliação do comandante do 11º Batalhão, tenente-coronel Alberto Nubie Policastro, responsável pelo patrulhamento nas regiões da Sé, Cambuci, Aclimação, Brás e Mooca, a ronda escolar inibe mais os criminosos do que o policiamento fixo nas escolas. “Se o combate à criminalidade melhora no bairro, a escola também sai ganhando”, argumentou. Policastro informou também que, na área do 11º Batalhão, 34 PMs faziam o policiamento fixo nas escolas. Com as mudanças, 10 policiais vão fazer a ronda escolar em cinco viaturas. Os outros 24 já estão reforçando o patrulhamento preventivo de toda a região. A mudança não agradou à diretoria da Escola Estadual Doutor Murtinho Nobre, do Cambuci. A diretora Ana Helena de Almeida Leiva mandou ofício ao 11º Batalhão com a seguinte frase: “Segurança também contribui para a melhoria do desempenho escolar”. Já a Secretaria da Segurança informou que a PM tem autonomia sobre seus homens. Em nota, declarou que o policiamento fixo vem sendo reduzido “gradativamente” desde 2002 e que “não há registros de aumento da violência em função dessa mudança”. (Diário de S. Paulo – 15/10/03)
Dois dias depois, por volta das 15h, alguns rapazes estouraram um vidro do carro de uma das professoras para furtar o aparelho de som. O alarme do carro disparou e os rapazes fugiram. Ali dois PMs se revezavam na segurança. “Se a escola tivesse o período noturno, estaria desesperada”, afirmou a diretora, que desde o dia 30 de setembro vem contando apenas com a ronda escolar. Em algumas escolas, além da ronda há o patrulhamento das proximidades por duplas de policiais a pé. Na noite de ontem, esse tipo de policiamento foi visto em duas escolas, a Caetano de Campos, na Aclimação, na Zona Sul, e a Presidente Roosevelt, na Liberdade, na região central. Elizabeth Jacomelli, vice-diretora da Caetano de Campos, onde estudam 3 mil alunos, foi informada há duas semanas que não teria mais um posto fixo da PM, pois os policiais passariam a atuar nas ruas. “É claro que o ideal seria ter três policiais aqui dentro, mas, na medida do possível, a ronda tem sido satisfatória”, afirmou. Na escola Presidente Roosevelt, a preocupação é que a violência aumente. “Os policiais nos ajudavam muito. Agora é preciso ficar mais esperto”, diz o vigilante Cláudio de Souza Filho, contratado pela Associação de Pais e Mestres. (Diário de S. Paulo – 15/10/03)
Na pesquisa da Unesco, 44% dos pais ouvidos em São Paulo tinham medo das gangues, das drogas e também da vizinhança perigosa. Para Carlos Ramiro de Castro, presidente da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), os alunos e professores ficam mais vulneráveis sem a presença do PM na porta da escola. Castro defende a contratação de vigias para atuarem dentro das unidades. “Colocaram policiais e agora simplesmente retiram, deixando a escola ao deus-dará. Precisam contratar vigias, que sejam pessoas da comunidade e treinadas para exercer esse papel dentro da escola. Do contrário, não resolveremos nunca o problema da violência na escola”, diz Castro. (Diário de S. Paulo – 15/10/03) |
||||||||||||||||||||||