|
||||||||||||||||||||||
|
Para combater a evasão escolar nos municípios da Paraíba foi elaborado o projeto Radio Escola. O programa tem como objetivo incentivar os alunos que trabalham na zona rural a não desistir dos cursos de alfabetização. Leia mais:
As secretarias de Educação dos 658 municípios assistidos pela Campanha Nacional de Reabilitação Visual Olho no Olho têm até o dia 30 de abril para enviarem ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) as fichas de triagem. Leia mais:
O rádio como ferramenta de alfabetização é a novidade que será apresentada até o início do mês de junho para o Ministério da Educação. O projeto elaborado pela Fundação Getúlio Vargas, pelo Instituto Paulo Freire e pela ONG Escola do Rádio foi adotado em 2002 nos 212 municípios da Paraíba, atingiu 80 mil pessoas e registrou um índice de evasão de 7,9%. Bem menor que a média nacional que gira em torno de 50%. O método foi desenvolvido durante cinco anos e passou por três experiências piloto em pequenas comunidades da Amazônia antes de ser adotado na Paraíba. Além de 42 programas de rádio durante cinco meses, o projeto utiliza material didático específico para que os alunos acompanhem as aulas, um programa semanal de TV e professores que uma vez por semana acompanham e auxiliam no progresso dos alfabetizandos. A vantagem de se utilizar esse método é justamente evitar altos índices de evasão do alunos, diz o diretor da Escola do Rádio, Eduardo Giraldez. Ele explica que muitos analfabetos que trabalham nas zonas rurais desistem dos cursos de alfabetização por que não conseguem conciliar o trabalho com os estudos. O mesmo ocorre com donas de casa não conseguem se afastar todos os dias dos afazeres domésticos para participarem de aulas comuns. O rádio resolve esse problema. O aluno pode acompanhar as lições em casa, ressalta Giraldez. (Jornal do Brasil - 16/04/03)
O foco da campanha são as crianças matriculadas na primeira série do Ensino Fundamental, que estudam em escolas públicas de municípios com mais de 40 mil habitantes. Os professores escalados e submetidos, no início do ano letivo, à capacitação para executar os exames prévios de acuidade visual, nessas crianças, devem repassar as fichas preenchidas às secretarias de Educação para agilizar o desempenho escolar do aluno com problema de visão, em sala de aula. As fichas contendo as informações sobre os exames são o primeiro passo para que o FNDE, responsável pelo Programa Nacional Saúde do Escolar (PNSE), tenha noção de quantos alunos necessitam ser encaminhados ao médico oftalmologista para exame minucioso da visão e, desses, quantos terão que usar óculos para correção visual. O Programa dispõe de R$ 16,1 milhões para essa finalidade e prevê que três milhões de crianças das redes estadual e municipal sejam submetidas a exames prévios. Acredita-se que 300 mil alunos podem sofrer algum tipo de deficiência visual e necessitem de tratamento. (Agência Ponto Edu - 16/04/03) |
|
||||||||||||||||||||