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A Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) encerra na quarta-feira (18/06) as inscrição para o Exame de Qualificação do Vestibular Estadual 2004. Leia mais:
O ministro da Educação, Cristovam Buarque, pretende alfabetizar neste ano cerca de três milhões de pessoas. Esta é uma das metas que o governo pretende atingir até 2006. Leia mais:
A Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) vai encerra amanhã o prazo de inscrição para o Exame de Qualificação do Vestibular Estadual 2004, que engloba, além da instituição, a Uenf (Universidade Estadual do Norte Fluminense) e a Academia de Polícia Militar D. João VI e a Academia de Bombeiros Militar D. Pedro II. (Folha Online - 17/06/03)
O ministro da Educação, Cristovam Buarque, disse hoje, na apresentação das metas para a pasta até o ano de 2006, que entre as 19 prioridades do MEC (Ministério da Educação) para este ano está a alfabetização de 3 milhões de pessoas. (Folha Online - 16/06/03)
Chaves destacou que a escola ruim leva ao desperdício de recursos preciosos, à desmotivação e à diminuição da curiosidade e da vontade natural de aprender por parte dos alunos que passam a ver a aprendizagem, a educação e a escola como coisas chatas. A necessidade de mudar o ensino, no entanto, convive, segundo Chaves, com uma grande desconfiança de que a escola possa realmente fazer isso. "Não é só colocar computador ou outras tecnologias, que o ensino não mudará por si. Não existe uma receita, mas há um bom mapa de como isto poderá ser feito", diz. Essa reinvenção, de acordo com Chaves, implica em repensar o conceito de educação e a missão da escola, o papel do aluno e do professor e do currículo. "A função da escola é contribuir para que o ser humano se torne capaz de definir e elaborar o seu projeto de vida e de transformá-lo em realidade, realizando todos os seus potenciais", diz lembrando que os Quatro Pilares da Educação da Unesco são um balizamento para "reinventar esta nova escola". Outro participante do congresso Educação e Tecnologia para o Desenvolvimento Humano, o físico Daniel Greenber, diretor da escola Sudbury Valley de Massachussets, EUA, falou sobre a experiência da escola democrática. "Na escola Sudbury Valley, em Framingham, no estado de Massachussets, EUA, as crianças saem para passear no shopping a hora que tem vontade, há alunos de todas as idades escalando pedras, subindo árvores, jogando bola, tocando rock, com roupas incomuns e cabelos coloridos. Não há salas de aula, nem carteiras, nem disciplinas, nem professor, nem diretor. São as crianças e jovens que tomam todas as decisões da escola, inclusive a de escolher com quem querem trabalhar e aprender. Há eleições anuais para escolha dos membros da equipe. E lá ninguém é chamado de criança. São ao todo 210 membros da equipe, entre adultos e pequenos". Criada há 35 anos, a Sudbery Valley procura adequar os alunos à realidade da internet, que permite a conectividade em tempo real das pessoas com interesses em comum e a busca de qualquer tipo de informação. Ela exige, portanto, do professor um novo tipo de papel. A escola americana também tenta adequar o aluno a uma sociedade que muda a um ritmo exorbitante. Para Helena Singer, que dirige há quatro meses, uma experiência de escola democrática em São Paulo, a Lumiar, com crianças de dois a seis anos, essas mudanças são difíceis de serem incorporadas no Brasil. "Mas a existência de um congresso como o que o Instituto e a Microsoft estão promovendo para definir a escola que queremos, a indisciplina das crianças nas salas de aula e a instituição de uma grade com mais temas transversais no ensino brasileiro evidencia um novo contexto que facilita o entendimento no pais da escola democrática", afirmou. (Agência Ponto Edu - 17/06/03) |
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