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A Secretaria municipal de Esportes e Lazer (Seme) e a Secretaria da Educação iniciou ontem (16/07) o projeto Recreio. A iniciativa é fazer com que as crianças de 29 centros esportivos e 47 escolas municipais tenham acesso a atividades de lazer e recreação durante as férias. Leia mais
Um grupo de comissários do Juizado de Menores do Rio retornou hoje a 8ª Semana BarraShopping de Estilo, para conferir se modelos menores de idade desfilariam sem autorização judicial. Para educadores, o principal mérito da ação do juiz foi ter colocado o assunto em discussão. Leia mais
A associação
entre as secretarias municipais de Esportes e Lazer (Seme) e a da Educação
deu início, na manhã de ontem, ao projeto Recreio. A iniciativa
é fazer com que as crianças de 29 centros esportivos e 47
escolas municipais tenham acesso a atividades de lazer e recreação
durante as férias. Entre as atividades planejadas estão
passeios educativos e culturais. Cerca de 1.200 profissionais estarão encarregados de monitorar todas as atividades, que irão até o dia 22 desse mês. Foram contratados pela Prefeitura 130 monitores, que foram treinados para atender as crianças. Algumas mães de alunos são voluntárias no projeto. Dos 250 inscritos na Escola de Futebol da Aclimação, que pertence a Seme, 70 assistiram na manhã de ontem a peça "O Mundo Mágico". À tarde, cerca de 30 foram ao Sesc Consolação, e 80, à peça "Draculinha". As crianças que participam das atividades ganham um lanche. Cada kit tem fruta, doce, sanduíche com patê, achocolatado e bolacha. O assistente de direção da Escola de Futebol da Aclimação, João Gilbero Pantaleo, disse que a integração entre as secretarias está trazendo ótimos resultados às crianças. "As crianças estão tendo contato com locais e pessoas que elas ainda não conheciam. Essa é a junção de várias faixas etárias e classes sociais." O monitor e estudante universitário Leandro Lot, de 21 anos, disse que o mais importante é a chance de levar arte aos jovens que não têm acesso a ela. "Isso é cidadania." "Estimulamos
a criança a imaginar, discutir e refletir sobre a arte e a educação.
São coisas que não fazem parte do mundo delas com freqüência",
disse o instrutor Roni Lima. (Jornal da Tarde)
Um grupo de comissários do Juizado de Menores do Rio retornou hoje ao BarraShopping (zona oeste do Rio), onde ocorre a 8ª Semana BarraShopping de Estilo, para conferir se modelos menores de idade desfilariam sem autorização judicial. As três únicas modelos com menos de 18 anos que participaram do evento estavam em situação legal. Os comissários foram ao local por ordem do juiz da 1ª Vara da Infância e da Juventude, Siro Darlan, que, na sexta-feira, proibiu 47 das 68 modelos menores de idade de participar do desfile por não terem comprovado que estão estudando. Para educadores ouvidos pela Folha, o principal mérito do juiz ao impedir modelos menores fora da escola de desfilar foi ter colocado o assunto em discussão. "Não me parece que essas meninas sejam exploradas. Considerar que uma menina de 17 anos não possa trabalhar é uma decisão complicada, mas é positivo que as pessoas reflitam", afirma o presidente da Abrapia (Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência), Lauro Monteiro Filho. Segundo ele, a principal preocupação da associação é com formas de trabalho infantil como prostituição ou trabalho com drogas. Regina de Assis, presidente da MultiRio (Empresa de Multimeios da Prefeitura do Rio) e ex-conselheira do Conselho Nacional de Educação, concorda com Darlan. Para ela, o juiz estaria agindo conforme a Constituição, que diz que é direito das crianças o acesso à educação básica. Regina não concorda com o argumento de algumas mães, que acham que a criança pode esperar para concluir os estudos. "Se voltarem mais tarde, essas meninas estudarão com uma motivação baixíssima e terão que fazer supletivos. Elas ficarão com a formação básica fraturada e pagarão esse preço pelo resto da vida." A decisão provocou protesto de várias modelos no desfile de ontem. Algumas delas chegaram a insultar os comissários. (Folha OnLine)
A Poli (Escola Politécnica) da USP (Universidade de São Paulo) informou há pouco que as inscrições para o cursinho pré-vestibular foram prorrogadas até a próxima quarta-feira (18), às 21h. A instituição prioriza vestibulandos de baixa renda. Para concorrer a uma vaga, o candidato deve comprar o manual na secretaria do cursinho (av. Ermano Marchetti 576, Água Branca), no valor de R$ 5, pagar taxa de R$ 50 e preencher ficha de inscrição. A seleção será realizada em duas fases: prova de conhecimentos gerais e avaliação socioeconômica. Neste semestre, a Poli está oferecendo 1.400 vagas para o curso intensivo (turmas de agosto). As provas de conhecimentos gerais serão realizadas no dia 22 de julho, às 14h. Os locais do exame serão divulgados nos dias 20 e 21 julho, na sede do cursinho. Os alunos que alcançarem os melhores resultados vão ser convocados para a segunda fase (avaliação socioeconômica), que acontece entre 27 e 29 de julho. A relação dos aprovados nas duas fases será divulgada nos dias 3 de agosto, na sede do cursinho. Durante o curso, os alunos deverão pagar quatro parcelas de R$ 85 a R$ 140, relacionadas à taxa de manutenção e que variam de acordo com o período escolhido. O candidato poderá obter mais informações sobre o concurso, matrícula e inscrições pelo telefone 0/xx/3611-8552. (Folha OnLine) |
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