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A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) está com inscrições abertas para o processo seletivo 2004. Os interessados devem se inscrever até 28 de setembro no site da Unicamp. Leia mais:
A UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) está destinando algumas vagas em seu vestibular para índios e negros. Os interessados devem se inscrever até o dia 17 de outubro pela Internet. Leia mais:
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As inscrições para o vestibular 2004 da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) poderão ser feitas de 25 de agosto a 28 de setembro. Além dos 58 cursos já ofertados pela Universidade, serão oferecidos três novos: Comunicação Social Habilitação em Midialogia, Farmácia e Tecnologia em Telecomunicações; todos no período diurno. (Terra Educação 20/08/03)
A UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) publicou hoje, no Diário Oficial, o edital para o vestibular 2004. São 1,6 mil vagas distribuídas em 36 cursos. Para índios foram reservadas 160 vagas e para negros são 320, conforme cotas estabelecidas por lei estadual. (Terra Educação 20/08/03)
A Prefeitura de São Paulo não conseguirá cumprir a promessa de entregar mais 17 CEUs (Centros Educacionais Unificados, os "escolões") neste mês. Diferentemente do programado, só cinco devem estar funcionando ainda em agosto. O restante virá, de acordo com a Secretaria Municipal da Educação, "até meados de setembro". O atraso na entrega dos "escolões", conforme informou a Secretaria Municipal de Serviços e Obras, se deve a "problemas normais de obras". Ou seja: demora na entrega de materiais de construção e mudanças no projeto. Para chegar aos cinco "escolões" agora prometidos, a pasta da Educação tem de entregar outras três unidades nos próximos 11 dias que devem ser somados ao CEU Jambeiro e ao CEU Rosa da China, ambos na zona leste da capital paulista. Por enquanto, porém, só há data marcada para a entrega o escolão de Perus, na zona oeste da cidade, que será inaugurado na segunda. As outras duas unidades dos "escolões" não tiveram nem sequer o nome definido. (Folha de S. Paulo – 20/08/03) A maioria dos 400 estudantes de até seis anos que frequentam a escola municipal Antônio Branco Lefèvre são filhos de médicos e de enfermeiros. Mesmo assim, por causa dos brinquedos quebrados, essas crianças estão expostas ao risco de acidentes. Além disso, a biblioteca, devido à infiltração, tem cheiro de mofo e está úmida. Até mesmo banheiros faltam. Raras escolas no mundo, porém, estão tão cercadas de especialistas em saúde como essa, que se localiza dentro do Hospital das Clínicas, mais importante centro brasileiro de ensino e de pesquisa médica. Convivem, num mesmo espaço, tecnologia de ponta em medicina e uma biblioteca infantil em que alunos não podem entrar por causa dos riscos de infecções respiratórias. Desde abril do ano passado, a diretora da escola tirou uma licença médica e até agora ainda não conseguiu voltar. Quando, há dois meses, Iara Silveira assumiu interinamente a direção, levou um choque: "Havia sinais de abandono por todos os lados, as crianças estudavam em péssimas condições, abaixo do limite do aceitável". Iara deslanchou uma operação de salvamento. Fechou a biblioteca e providenciou obras contra a infiltração, mas só vai abri-la quando tiver mais dinheiro para tirar o mofo. Lacrou alguns brinquedos, como o escorregador, cujas saliências ameaçavam rasgar as pernas das crianças. Para compensar os escassos recursos, professores e pais apelaram para a comunidade. O Hospital das Clínicas forneceu mão-de-obra para a reforma e a secretaria da Educação ofereceu o dinheiro para a compra de material de construção. Até o fim do mês, os brinquedos deverão estar consertados. Com a concessão de uma pequena verba da prefeitura, começaram as aulas especiais, dadas por um contador de estórias que, na falta de uma biblioteca, leva seus próprios livros para os alunos. Iara aprendeu essa engenharia comunitária quando trabalhava na Vila Madalena, onde pais, professores e alunos se juntaram para reformar a escola Olavo Pezzoti. "A reforma mudou a auto-estima de todos", conta. O toque da Vila Madalena será visível já neste mês: artistas plásticos vão ajudar as crianças a fazer painéis para embelezar a escola. "Queremos uma mudança estética para mostrar que ali é lugar de educação. Como está, parece um hospital." E os alunos, pelo jeito, parecem pacientes. (Folha de S. Paulo – 20/08/03) |
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