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A Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular) divulgou nesta sexta-feira (21/02) a terceira lista de aprovados do processo seletivo 2003. Os selecionados devem efetuar matrícula nos dias 25 e 26 de fevereiro. Leia mais.
O Projeto Redigir está oferecendo cerca de 260 vagas para o curso de redação neste primeiro semestre de 2003. O curso é desenvolvido por alunos e ex-alunos da USP. Leia mais.
A Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular) divulgou hoje a terceira lista de aprovados do processo seletivo 2003. Confira aqui a relação dos classificados. (Folha Online - 21/02/03)
O curso é destinado, exclusivamente, a pessoas de baixa renda que tenham concluído o Ensino Médio em escola pública e não possuem recursos para pagar as mensalidade de um curso particular. Para se inscrever são necessárias cópias do documento de identidade, de um comprovante de escolaridade e de comprovante de renda. Na próxima segunda-feira (24), haverá divulgação dos resultados. Os interessados podem se inscrever no Centro Acadêmico da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, à Rua Professor Lúcio Martins Rodrigues, 443, Cidade Universitária, São Paulo. (Agência
Ponto Edu - 21/02/03)
A Prefeitura fechou um acordo esta semana para ampliar o número de aulas de italiano oferecidas nas escolas da rede. Pouca gente sabe, mas há 21 professores treinados pelo Consulado Italiano ensinando a língua em unidades municipais. O curso é optativo para alunos de 4.ª série ao ensino médio e atualmente há cerca de 700 estudantes inscritos. "Não há nenhum custo para a Secretaria da Educação nem para o aluno, já que os materiais são fornecidos pelo consulado", diz Carla Nunes, que cuida do setor de serviços técnicos educacionais da secretaria. Com o novo acordo, o consulado deve abrir pelo menos 25 vagas para novos professores da rede municipal que tenham habilitação em línguas e queiram dar aulas de italiano. Segundo Carla, além de expandir a oferta do ensino de línguas já há aulas de inglês obrigatórias os cursos incrementam o salário dos professores, porque aumentam a carga horária de trabalho. De acordo com o secretário de Relações Internacionais, Kjeld Jakobsen, a prefeitura já iniciou também contatos para que possa ser oferecido o ensino de francês, por meio de acordo com o Consulado da França. As novas turmas de italiano começam no dia 10, com aulas duas vezes por semana. São quatro módulos e o curso dura dois anos. As classes têm cerca de 20 estudantes. A secretaria convocará todos os professores que têm habilitação em línguas para questioná-los sobre o interesse em dar aulas de italiano.As inscrições dos alunos devem ser feitas nas escolas. A presidente do sindicato que representa as mantenedoras das escolas de educação infantil da cidade, Catarina da Luz, saiu em defesa das unidades taxadas de irregulares pela Prefeitura. Segundo ela, muitas estão envolvidas apenas em problemas burocráticos. "Algumas não conseguem alvará de funcionamento por causa da largura de um corredor", diz. "Se elas fecharem, não vai ter vaga para todos os alunos." (O Estado de S.
Paulo - 21/02/03)
Pelo menos 480 escolas
particulares de educação infantil estão funcionando
sem professores treinados ou em prédios irregulares na cidade de
São Paulo. A secretaria tem conhecimento de 1.500, mas estima que pode ser o dobro. O sindicato do setor fala em 6.000. A secretaria encaminhou no começo do mês uma lista ao Ministério Público com 217 escolas ilegais. Os nomes das escolas não foram divulgados. Segundo o assessor técnico do gabinete da secretaria, Enéas Rodrigues, o principal problema são os imóveis irregulares sem licença para funcionar. Outra inadequação é a deficiência na formação de professores. É exigido que eles tenham pelo menos o ensino médio. Em dezembro do ano passado, uma primeira lista com outras 263 escolas com as mesmas irregularidades havia sido enviada ao Ministério Público, que deu prazo de 30 dias para o pedido de regularização. A escola que não fizer isso pode ser fechada. O prazo ainda não venceu porque é contado a partir da notificação. Vidal Serrano Júnior, promotor de Justiça de Defesa da Infância e da Juventude, diz que as escolas na nova lista também devem ter prazo de 30 dias. Ele afirma que elas não precisam se regularizar nesse período, basta apenas iniciar o processo. O presidente do sindicato das escolas de educação infantil, Eliomar Pereira, afirma que está "indignado" com a nova lista, mas afirmou que o sindicato está orientando as escolas a dar andamento à regularização. "Será que o Ministério Público vai dar prazo para as escolas de latinha do governo e da prefeitura?", perguntou, referindo-se a escolas provisórias de metal que continuam sendo usadas, sob críticas de serem desconfortáveis. (Folha de S. Paulo - 21/02/03)
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