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A Universidade Federal de São Carlos irá receber até o dia 2 de dezembro as inscrições para processo seletivo 2004. Os interessados devem se inscrever nas agência do Banespa ou Internet. Leia mais:
A Universidade Estadual Paulista (Unesp) divulgou na última segunda-feira (24/11), a lista dos locais onde a prova do vestibular 2004 será realizada. Leia mais:
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A Universidade Federal de São Carlos prorrogou para o dia 2 de dezembro o prazo para as inscrições pela internet. Em agências do Banespa, as inscrições serão recebidas até hoje. A taxa é de R$ 65. O manual do candidato custa R$ 10. (Folha de S. Paulo – 25/11/03)
A Universidade Estadual Paulista (Unesp) divulgou a relação de locais de prova para o vestibular 2004. Confira! (Terra Educação – 24/11/03)
Os interessados em obter transferência da vaga para a Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação (Esamc) de Sorocaba poderão inscrever-se para o vestibular específico. (Terra Educação – 24/11/03)
Os 70 mil profissionais da rede municipal de ensino anunciaram uma paralisação nesta quinta-feira para protestar contra a decisão da prefeita Marta Suplicy (PT) de não pagar a segunda parcela da gratificação salarial da categoria. A Prefeitura anunciou na semana passada que não pagaria a segunda parcela da gratificação por desempenho educacional, dividida em duas partes. Os professores da rede municipal receberam a primeira de R$ 270, o equivalente a 30% do valor total em junho. Pela segunda parcela, prevista inicialmente para dezembro, os professores receberiam, em média, R$ 630. “O clima na categoria é de revolta. Vamos decidir durante a paralisação sobre novos protestos. E existe até a possibilidade de uma ocupação e uma vigília na Secretaria Municipal de Educação”, disse o vereador Cláudio Fonseca (PC do B), presidente do Sindicato dos Profissionais de Educação do Ensino Municipal. O vereador, que apóia a prefeita na Câmara, diz que a categoria não vai aceitar o argumento do Governo de que não há recursos para o pagamento da segunda parcela. De acordo com Fonseca, o Governo já teria encerrado as discussões sobre o caso. “Todos nós sabemos que a prefeita gasta R$ 17 milhões para construir cada CEU (Centro Unificado de Educação) e mais R$ 500 mil por mês para a manutenção de cada. Para os CEUs não há limite e para os profissionais de educação não há nem o direito de receber gratificação?”, declara ele. Depois da polêmica gerada pelo anúncio do não-pagamento da gratificação, a Prefeitura cancelou evento em que Marta se reuniria com a categoria nesta sexta-feira, no Palácio de Convenções do Anhembi. A prefeita e a secretária de Educação, Maria Aparecida Perez, discutiriam sobre uma nova proposta de educação para adultos. “Iria parecer mais velório, sem discussão de proposta e com muito protesto”, disse Fonseca. A Secretaria Municipal de Educação informou que a negociação com a categoria está aberta, e que, portanto, não entende os motivos da paralisação. (Diário de S. Paulo – 25/11/03) |
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