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O presidente Luis Inácio da Silva pretende entregar em seu governo cerca de 35 milhões de kits de uniforme escolar para estudantes de 8 a 14 anos, das redes municipais e estaduais de ensino, em todo Brasil. Leia mais:
A Universidade Federal de Santa Catarina vai encerrar na sexta-feira (29/08) as inscrições para o vestibular 2004. Os interessados devem se cadastrar nas agências credenciadas do BESC (Banco do Estado de Santa Catarina) ou pela Internet. Leia mais:
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O governo Lula pretende fornecer de 30 milhões a 35 milhões de kits de uniforme escolar, compostos de 12 itens (de estojo a mochila), para estudantes de 8 a 14 anos, em todo o país. A primeira licitação, para a compra de 500 mil kits, deverá ser publicada nos próximos dias pelo Ministério da Educação, que irá se incumbir da distribuição dos kits, junto com os livros escolares. O objetivo é que o primeiro lote já comece a ser distribuído em março do ano que vem. Serão beneficiados alunos de escolas municipais e estaduais. O programa deverá envolver recursos de cerca de R$ 1,5 bilhão neste ano e em 2004. O dinheiro deverá sair do orçamento do Ministério da Educação e do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Os recursos do ministério serão destinados para a compra dos kits. Para isso, serão feitas várias licitações para a contratação das empresas que irão produzir os uniformes escolares. Já o BNDES irá lançar, ainda neste ano, uma linha específica para que o setor têxtil possa se capacitar para produzir os kits escolares, numa escala de 30 milhões a 35 milhões por ano. O orçamento do BNDES para 2004 já prevê financiamentos na casa de R$ 1 bilhão para atender esta nova linha de crédito. De acordo com o que a Folha apurou, o objetivo desta nova linha de crédito do BNDES será financiar a construção de plataformas de alta produção pelas empresas do setor têxtil para que elas possam dar conta das encomendas. Segundo estudos preliminares feitos pelo BNDES e pelo Ministério da Educação, o custo de cada kit escolar deverá ficar entre R$ 70 e R$ 90. O kit deverá ser composto de tênis, duas camisas, duas calças, estojo, calção de educação física e "gravatinhas", entre outras peças escolares, como saia para as meninas. Os kits irão se adaptar às características de cada região do país. No Norte, por exemplo, deverão ter uma capa de chuva. No Sul, onde faz mais frio, haverá distribuição de casacos de lã. O projeto atende a dois objetivos específicos. O primeiro é vestir os estudantes das redes públicas com um único uniforme. O outro é incentivar novos investimentos da indústria têxtil brasileira, considerada um setor importante para a geração de empregos no país. Os estudos realizados pelo BNDES e pelo Ministério da Educação também contaram com a participação da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil), que apresentou a idéia da criação das plataformas de alta produção como alternativa para a indústria se capacitar. O governo federal pretende que os primeiros kits escolares já comecem a ser produzidos ainda neste ano, mas acha difícil que a distribuição deles se inicie antes de março de 2004. Os estudos do Ministério da Educação e do BNDES ainda não estão concluídos, mas a idéia é que o primeiro lote de 500 mil kits seja distribuído para cerca de 100 municípios em todas as regiões do país. (Folha de S. Paulo – 28/08/03)
Na cidade de São Paulo, primeira a distribuir gratuitamente os uniformes escolares, o kit de verão saiu por pouco mais de R$ 50: bermuda e jaqueta por R$ 43,11 e duas camisetas, cada uma custando cerca de R$ 5. Com uma calça e um agasalho, o conjunto de inverno custou por volta de R$ 40. Os uniformes foram uma bandeira e alvo de propaganda intensa da administração petista, que não deixou, porém, de enfrentar problemas como atraso na entrega dos kits (cerca de 300 mil alunos ainda estão sem os conjuntos de inverno) e indagações sobre o preço e o fato de os recursos saírem dos 30% reservados à educação no Orçamento. (Folha de S. Paulo – 28/08/03)
Termina nesta sexta-feira (29/08) o prazo de inscrição para o vestibular 2004 da UFSC (Universidade federal de Santa Catarina). (UOL Educação – 27/08/03)
A UFF (Universidade Federal Fluminense) estendeu até o dia 5 de setembro o período para a venda do kit de inscrição a seu vestibular 2004. O prazo estava previsto para terminar nesta sexta-feira (29/08). A data limite para o recolhimento da taxa de inscrição e para a postagem do material de inscrição fica mantida em 9 de setembro de 2003. (UOL Educação – 27/08/03)
Número de inscritos
no teste deste ano é o maior desde 1998, quando o exame começou
a ser aplicado. São Paulo é o estado com mais candidatos Ano passado, a prova teve 1.818.665 inscritos. Como em 2002, São Paulo é o estado com maior número de estudantes que vão fazer a prova. São 552.703 contra 542.466 em 2002. O objetivo do exame, realizado por alunos que estão no último ano ou que já concluíram o ensino médio (antigo colegial), é proporcionar a auto-avaliação do estudante. Mas ele também mostra como está o nível de ensino no país. Nos últimos anos, diversas instituições universitárias passaram a usar o resultado do exame como um dos itens dos seus processos seletivos: alunos que têm um bom desempenho na prova podem apresentar a nota, que é levada em consideração no vestibular. O resultado é sigiloso e será enviado ao aluno, pelos Correios, em novembro. Em São Paulo, o Enem será realizado em 123 cidades. A prova, com 63 questões de múltipla escolha e uma redação, começa às 13h e vai até as 18h. Os portões dos locais da prova serão abertos às 12h e fechados às 12h55. Segundo o Inep, não será permitida a entrada do inscrito que se apresentar após 12h55. O instituto recomenda que o aluno chegue ao local às 12h. A partir das 15h, o aluno poderá deixar o local do exame, mas sem o caderno de questões. Quem quiser levar o caderno terá de esperar até as 17h. Para participar da prova, além do cartão de confirmação de inscrição, o estudante tem de apresentar um documento de identidade com foto emitido por órgão oficial (carteiras de identidade ou de trabalho). Também deverá levar lápis preto nº 2, caneta esferográfica preta e borracha macia. Pequenos lanches também são recomendados. Quem perdeu o cartão deve comparecer ao local da prova com o comprovante de inscrição. O aluno também não deve esquecer o questionário sócioeconômico, preenchido antecipadamente. Quem perdeu o questionário deve pedir uma cópia para o fiscal e enviar para o Inep pelo correio durante a semana. O selo já estará pago pelo Inep. (Diário de S. Paulo – 28/08/03)
A Fiep (Federação Interestadual das Escolas Particulares) vai alfabetizar 2 milhões de jovens e adultos até o final de 2006, o que corresponde a 10% da meta nacional. Este é o objetivo do protocolo de intenções assinado nesta tarde entre o ministro da Educação, Cristovam Buarque, e o presidente da federação, Cláudio Tricate. (Folha Online – 27/08/03) |
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