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Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb) verifica queda na qualidade do ensino, também, na rede particular. A presidente do Inep (Instituto Nacional de Pesquisas em Educação) afirma que este pode ser o reflexo de uma crise mundial; contrariando a secretária de Educação de São Paulo, Rose Neubauer, que responsabilizou o aumento de alunos carentes pela deficiência da rede pública. Leia mais.
Pesquisa americana confirma que passar a noite estudando não é eficiente. Segundo o estudo desenvolvido pela Universidade Harvard, os alunos que tem essa prática costumam ter dificuldade para memorizar o conteúdo visto. Leia mais.
A queda na qualidade
do ensino, verificada pelos resultados do Saeb (Sistema Nacional de Avaliação
da Educação Básica do MEC), também atingiu
as escolas particulares em todo o Brasil. (Folha de S. Paulo)
Para representantes
de escolas particulares, fatores como a dificuldade de adequação
às novas leis da educação brasileira, a má
formação dos professores e até um nível de
exigência maior na prova de 99 podem explicar o desempenho dos alunos
dos colégios privados em todo o Brasil. (Folha de S. Paulo)
Segundo o presidente
da Federação Nacional das Associações de Pais,
João Luiz Faria Neto Júnior, a defasagem tecnológica
e educacional do sistema de ensino particular é indiscutível.
"Para que as escolas se tornem atrativas para os alunos, é
necessário que haja um investimento alto. Os pais não podem
pagar por isso, e os donos de escolas não querem cortar sua margem
de lucro." (Folha de S. Paulo)
O ministro Paulo Renato
Souza (Educação) anuncia hoje projetos do governo federal
para ajudar Estados e municípios a melhorar a qualidade do ensino
no país. As medidas deverão ser focadas na formação
de professores. (Folha de S. Paulo)
O Saeb (Sistema Nacional
de Avaliação da Educação Básica), criado
em 1990, é uma iniciativa do Inep (Instituto Nacional de Estudos
e Pesquisas Educacionais) e das secretarias estaduais e municipais de
Educação para acompanhar a qualidade de ensino das escolas
públicas e particulares de todo o país. (Folha de S. Paulo)
Um estudo sugere que virar a noite estudando prejudica a capacidade do cérebro para aprender sobre determinados tipos de assuntos, e reter esse conhecimento. As conclusões de uma pesquisa que será publicada na edição de dezembro da revista científica "Nature Neuroscience", sugerem que uma boa noite de sono ajuda o cérebro a armazenar na memória aquilo que foi adquirido em termos de conhecimento ao longo de um dia de estudo ou leitura. As pessoas que perturbam esse processo, mesmo aquelas que viram uma única noite para estuda um determinado tema, podem terminar concluindo que não dominaram os conhecimentos necessários a determinadas tarefas, diz Robert Stickgold, um pesquisador da Escola de Medicina da Universidade Harvard, em Boston. "A sono pode ser um componente absolutamente crítico para o aprendizado", diz ele. No estudo, 24 estudantes da Universidade Harvard realizaram um teste no qual identificaram determinadas imagens que foram exibidas por breves instantes no canto inferior esquerdo de uma tela de vídeo. No primeiro dia do estudo, os estudantes aprenderam sobre a tarefa que deveriam cumprir. Os pesquisadores anotaram o tempo que cada um dos estudantes levou para perceber corretamente a imagem que piscava naquela área da tela. Metade dos estudantes dormiram, naquela noite, enquanto a outra metade se manteve acordada até que chegasse a segunda noite do estudo. Na segunda e na terceira noites da experiência, todos os estudantes envolvidos no projeto dormiram normalmente. No quarto dia, os estudantes voltaram a passar pelo teste do vídeo. Apenas os estudantes que haviam dormido durante todas as noites do período do estudo conseguiram melhorar seu desempenho. Identificaram o padrão correto de imagens mais rápido do que tinha sido o caso no primeiro dia do trabalho. Não receberam nenhum treinamento subseqüente, de modo que a melhora nos resultados da primeira para a quarta noite do teste pode ser relacionada àquela primeira noite, na qual eles dormiram enquanto os demais participantes permaneceram acordados, diz Stickgold. Os estudantes que tiveram de ficar sem dormir na primeira noite não conseguiram melhorar seu desempenho, ainda que tivessem tido um prazo de duas noites para recuperar o sono perdido logo depois do período de aprendizado, para que não chegassem sonolentos ao dia final do projeto. Muitas pessoas se preparam para uma sessão de treinamento, um curso ou uma aula com uma boa noite de sono antes que ele ocorra. Mas o estudo de Harvard sugere que o sono na noite posterior ao processo de aprendizado é igualmente crucial. Durante as oito horas de sono que se seguem a um dia de estudos, o cérebro, nesse caso o córtex, se ocupa registrando com precisão na memória aquilo que foi aprendido ao longo do dia. As pessoas que interrompem o processo, mesmo que por apenas uma noite "virada" em qualquer atividade, podem descobrir que a memória do processo de aprendizado não foi devidamente armazenada no córtex, uma das partes do cérebro que está envolvida com o aprendizado de novo material de qualquer tipo. O estudo envolvia apenas um tipo específico de aprendizado e conhecimento. Exemplos de tarefas semelhantes na vida real seriam, por exemplo, memorizar uma determinada composição ao piano ou resolver um problema técnico em um computador. As pessoas que viram noites nessa situação podem terminar descobrindo que sua estratégia lhes foi prejudicial. As novas informações que ficaram acordados para memorizar podem não ter sido armazenadas em seu cérebro na manhã seguinte. "O sono perdido é acompanhado pela perda de material que deveria ter sido memorizado", diz Stickgold. Os estudantes que viram a noite acordados para, por exemplo, se preparar para um exame semestral de História, podem empregar um sistema de memória de curto prazo que fica localizado em uma outra parte do cérebro. Assim, acredita Stickgold, os estudantes que viram noites para memorizar listas de fatos podem se sair bem em exames na manhã imediatamente seguinte. Mas ele suspeita que os fatos assim armazenados terminem por desaparecer assim que a prova acaba. Isso significa que os estudantes que sempre dependem de virar a noite estudando para seus exames semestrais podem ter de reaprender essas informações quando chega a hora de uma prova final, por exemplo, diz Jodi Mindell, especialista em sono da Universidade St. Joseph's, em Filadélfia. "No dia a dia, é absolutamente crítico que os jovens e as crianças durmam por tempo suficiente", diz ela. Um segundo estudo, que será publicado pela mesma revista científica, sugere que o cérebro precisa tanto do sono profundo que acontece no começo da noite quando do sonho posterior, marcado por sonhos, para que registre o material aprendido. Para a maior parte das pessoas, essa necessidade se traduz em pelo menos oito horas diárias de sono, diz Stickgold. Os estudantes, aliás, não são os únicos a necessitar de sono em doses regulares. Sem um período de sono sólido e ininterrupto a cada noite, o desempenho dos trabalhadores em seus empregos pode cair seriamente, diz Mary Carskadon, uma especialista em sono da Universidade Brown, de Providence, Rhode Island. Ela diz que a privação de sono pode tornar mais difícil para os adultos aprender novas informações ou resolver problemas. Por exemplo, um médico em período de residência que precise virar a noite trabalhando em um hospital pode terminar descobrindo que está aprendendo menos do que deveria, diz ela. (USA Today)
Os candidatos que
participam da Fuvest estão esperançosos para a segunda etapa
da primeira fase, que será domingo. Independentemente das carreiras
que procuram, eles acreditam que têm boas chances de acertarem mais
questões do que na primeira prova. "História, Geografia
e Biologia são sempre mais fáceis", diz o candidato
a uma vaga de medicina Thiago Marraccini. As estatísticas da entidade
mostram que os vestibulandos estão certos. (O Estado de S. Paulo) |
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