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A Prefeitura de São Paulo e o Sindicato dos Profissionais de Educação do Ensino Municipal não chegaram a um acordo para o pagamento da segunda parcela da gratificação salarial da categoria. Cerca de 2 mil dos 73 mil profissionais da rede de ensino municipal fizeram ontem à tarde um protesto em frente à Secretaria de Gestão Pública, no Centro da Capital, enquanto esperavam o resultado da mesa de negociações. Com o impasse, os profissionais de ensino anunciaram um novo protesto para 4 de dezembro, em frente à Secretaria de Educação, quando prometem triplicar o número de manifestantes. O chefe de gabinete da Secretaria de Educação, Enéas Rodrigues, e a secretaria de Gestão Pública, Mônica Valente, ofereceram um parcelamento em três vezes com pagamentos de fevereiro a abril de 2004 para os 70% restantes da segunda parcela da gratificação por desempenho educacional, equivalente a cerca de R$ 630 em média para os professores municipais. A primeira parte, 30% da gratificação, foi paga em julho, representando R$ 270, em média, aos professores. O presidente do sindicato, vereador Cláudio Fonseca (PC do B), consultou a categoria, que rejeitou por unanimidade a proposta da administração. “Nós não concordamos, e vamos pressionar a Prefeitura. Aceitamos dividir em duas vezes, com a primeira parcela em dezembro e a segunda em janeiro”, disse Fonseca. Ao rejeitar a proposta, os profissionais de ensino prometeram comparecer a todas as inaugurações previstas dos Centro de Educação Unificado (CEUs) para criticar a prefeita Marta Suplicy. As negociações ainda não foram encerradas. O impasse surgiu após um comunicado em 15 de novembro informando que, devido à queda de arrecadação, só seria paga a primeira parte da gratificação. No início da semana, a Prefeitura sugeriu parcelar em quatro vezes a segunda parte, o que foi novamente rejeitado pelo sindicato. Para a Secretaria de Educação, a entidade precipitou-se ao convocar o protesto, já que as negociações nunca teriam sido encerradas por parte da administração. (Diário de S. Paulo – 28/11/03) |
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As inscrições para o vestibular 2004 da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) foram prorrogadas até esta sexta-feira (dia 28). (Terra Educação – 27/11/03) O Cursinho Instituto está com inscrições abertas para vestibulandos carentes. São 70 vagas com aulas até novembro de 2004. Para se inscrever, é preciso ir pessoalmente à rua Flórida, 80 (na altura do número 4.000 da avenida Santo Amaro, na zona sul de São Paulo). O atendimento é apenas aos sábados e aos domingos. Mais informações: 0/xx/11/9667-1911 ou www.instituto.org.br. (Fovest – 27/11/03) Outro pré-vestibular popular que está com inscrições abertas para o ano que vem é o Cursinho dos Estudantes da USP, que oferece cerca de 300 vagas com mensalidades por volta de R$ 60. As aulas são oferecidas em espaços na própria Cidade Universitária ou nos arredores. Os interessados devem ligar para 0/xx/11/3091-2314 ou comparecer à rua Prof. Mello de Moraes, 1.235, bloco F, sala 17, Cidade Universitária. (Fovest – 27/11/03)
Os 73 mil profissionais da rede municipal de ensino farão hoje, às 14h, uma paralisação para protestar contra a decisão da prefeita Marta Suplicy de suspender o pagamento da segunda parcela da gratificação salarial da categoria. O ato vai suspender as aulas nos períodos da tarde e da noite. A suspensão das aulas da manhã ficará a critério de cada escola. Profissionais da educação marcaram um protesto em frente à Secretaria de Gestão Pública, na região central, para depois partirem até o Palácio das Indústrias. A categoria luta pelo pagamento da segunda parcela da gratificação de desenvolvimento educacional, dividida em duas partes. A primeira, de 30%, foi paga em julho. A segunda estava prevista para dezembro. Marta divulgou um comunicado alegando que devido à queda na arrecadação municipal, a gratificação ficaria restrita aos valores já recebidos em julho. A Secretaria de Educação tenta uma negociação, apresentando um parcelamento de fevereiro a março de 2004 para os 70% restantes da gratificação. “Nós só aceitamos o pagamento integral”, diz o presidente do Sindicato dos Profissionais de Educação do Ensino Municipal, vereador Cláudio Fonseca (PC do B). O chefe de gabinete da Secretaria de Educação, Enéas Rodrigues, disse ontem que as negociações ainda prosseguem. “Respeitamos, mas não entendemos o por que da paralisação”, disse Rodrigues. (Diário de S. Paulo – 27/11/03)
Professores de classes de alfabetização e de 1ª a 4ª série da rede pública de ensino passarão a receber, a partir de janeiro, livros de prosa, poesia e não-ficção para poder formar sua própria biblioteca. É o que prevê o projeto Biblioteca do Professor, lançado ontem pelo ministro Cristovam Buarque (Educação), em Brasília. Os docentes terão até o próximo dia 4 para escolher duas das 145 obras colocadas à disposição, escolhidas pela ABL (Academia Brasileira de Letras). Entre os autores estão Jorge Amado, Monteiro Lobato, Carlos Drummond de Andrade e Guimarães Rosa. Serão beneficiados cerca de 720 mil docentes que dão aulas em 143 mil escolas. A proposta do MEC é que a cada ano o professor possa escolher outros livros. A seleção pode ser feita pela internet (www.mec.gov.br) ou na escola. Para atender alunos de 5ª a 8ª série, o MEC vai repassar os 145 títulos a 20 mil unidades da rede pública sem bibliotecas. O governo prevê gastar R$ 66 milhões com as duas propostas. (Folha de S. Paulo – 27/11/03)
A Unicsul (Universidade Cruzeiro do Sul) está oferecendo bolsas de até 100% para quem conseguir acertar no mínimo 75% do exame. (Folha Online – 26/11/03) |
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