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Veja
pesquisa realizada em algumas das principais escolas particulares da cidade
de São Paulo: Leia
também:
Contato com tecnologia de ponta, boa formação para o mercado de trabalho e business. Na reta final da escolha das possíveis faculdades em que irão desenvolver seu futuro profissional, os estudantes da Escola Nova Lourenço Castanho, localizada na Vila Olímpia, optam cada vez mais pelas instituições privadas. Todos os estudantes vão prestar a Fuvest (exame obrigatório para o ingresso na Universidade de São Paulo), mas, segundo o coordenador pedagógico do 3o ano do Ensino Médio, Wagner Borja, são poucos os que alimentam a idéia de que a USP é um centro de excelência. "Os nossos estudantes não têm como preocupação o custo de sua formação. A maioria deles não vê problemas no ensino superior pago", comenta. As impressões coletadas por professores que realizaram uma visita à Cidade Universitária demonstram o descontentamento. Muitos alunos desaprovaram as instalações – prédios em péssimas condições de conservação, bibliotecas abandonadas e vazamentos de água em diversos pontos. "A má impressão foi reforçada com as recentes notícias publicadas sobre a greve na FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas) e a falta de professores que faz com que alunos tornem-se docentes", relata Borja. Segundo o coordenador, em muitos cursos, em especial os de humanidades, a USP já não é primeira opção. Para os estudantes que pretendem cursar administração, por exemplo, a menina dos olhos é a Fundação Getúlio Vargas. Já os que almejam cursar marketing e publicidade a ESPM é o caminho ideal. "Eles sonham ainda com a Faculdade Ibmec, que segundo eles é a excelência de tecnologia", conclui. No Colégio Bandeirantes alguns alunos sequer prestam o vestibular para as universidades públicas. Dos 600 alunos que concluem o Ensino Médio neste colégio é cada vez maior o número dos que estão desgostosos com o estado em que se encontram as universidade públicas, em especial a Universidade de São Paulo (USP). Embora ainda sejam uma minoria, aqueles que apostam suas fichas na formação universitária em instituições privadas justificam sua opção comentando a decadência e a falta de investimento do governo na universidade pública. Graças a um trabalho de orientação vocacional realizado pelo Bandeirantes eles acompanham atentamente os noticiários, fazem visitas à diversas unidades da USP, falam com profissionais e alunos. No geral, não gostam dos resultados de sua investigação. "Os estudantes que querem cursar arquitetura, por exemplo, ficaram decepcionados com o estado do prédio da FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP) ", comenta Onofre Rosa, coordenador pedagógico do Colégio Bandeirantes. Já aqueles que optaram por cursos como publicidade, jornalismo e rádio/TV mostram-se apreensivos com os recentes episódios – greve, incêndio e denúncias de corrupção – ocorridos na Faculdade de Comunicações e Artes da mesma USP. Mas não para por aí. "Muitos professores da USP se aposentaram e, hoje, dão aula nas particulares. Isso aumenta a idéia de que as universidades particulares estão cada vez mais se aproximando da excelência acadêmica de uma pública", afirma Rosa. Ele comenta que os estudantes estão atentos aos resultados do Provão (exame nacional do ensino superior). Desconsideram a notas das universidades públicas, já que a maioria delas costuma boicotar a avaliação, mas estão de olho nos resultados das instituições privadas. "Algumas faculdade pagas acumularam notas altas seguidas e os estudantes estão verificando que, além de investirem em equipamentos e recursos, elas estão compondo uma equipe profissional que migrou das universidades públicas", comenta Rosa. Para a orientadora educacional Elisabeth Faro de Faria, do Colégio Dante Alighieri, a Universidade de São Paulo, bem como as demais instituições públicas de ensino superior, continua sendo prioridade na vida dos estudantes do colégio. Apesar das constantes crises da USP, os estudantes ainda cultuam a excelência e a vanguarda dos docentes da universidade paulistana. Os problemas, segundo ela, são encarados como passíveis de solução. "Há ainda uma valorização da tradição que é reforçada pela idealização dos pais". Elisabeth conta que as opções por instituições privadas são freqüentes quando as carreiras escolhidas pelos estudantes do Ensino Médio são inexistentes nas universidades públicas. Segundo ela, é cada vez maior o número de jovens que optam por profissões vinculadas ao mundo da moda e à gastronomia – cujo a preocupação acadêmica ainda está circunscrita às instituições privadas. O exame da Fuvest, obrigatório para o ingresso na Universidade de São Paulo, e as notas do ENEM continuam sendo as maiores preocupações dos mais de 500 estudantes que estão no Ensino Médio do Colégio Santa Marcelina. As mudanças na primeira fase da Fuvest, que a partir deste ano não será dividida em duas fases (com datas distintas) fazem com que grande parte dos estudantes procurem orientação junto à equipe de coordenação pedagógica. Mas não é só isso. As recentes notícias sobre a Universidade de São Paulo estão fazendo com que os estudantes pensem se tanto esforço é válido. "Eles não vão desistir do processo seletivo da USP, mas já estão ponderando sobre o impacto das crises do ensino superior público na sua formação", comenta Reinaldo de Souza, que faz parte da equipe de coordenação pedagógica do Santa Marcelina. Os estudantes, segundo ele, sabem que as soluções para o ensino superior público não são de curto prazo. A contratação de professores demora, o governo não destina verbas suficientes para suprir as demandas de reformas e desenvolvimento tecnológico e a área de humanidades parecem estar abandonados. A pergunta que todos fazem, segundo Souza, é a seguinte: "’Tenho que virar um militante para ter uma boa educação?’". Calcular o tempo que resta para ingressar no Ensino Superior virou mais uma tarefa dos estudantes. "Eles estão apreensivos e sabem que o intervalo de tempo existente até que entrem na universidade não é suficiente para sanar os problemas da USP", relata Souza. Para Maria Helena Bresser, o sonho de estudar na Universidade de São Paulo ainda não desmoronou. Pelo menos para os 240 estudantes do Ensino Médio do Colégio Móbile, em Moema, o desejo de se tornar um "uspiano" ainda é forte e merecedor qualquer sacrifício. "O argumento para tanta vontade não está vinculado ao fato de se tratar de uma universidade gratuita, mas sim à vida sedutora e rica que ela pode oferecer", comenta Maria Helena, que é diretora pedagógica do Ensino Médio. O problema, segundo ela, é que após ingressarem na USP os alunos sofrem uma grande decepção. "Eles comentam que tudo é desorganizado. Dizem que o espaço é riquíssimo no que diz respeito a grupos de diferentes idéias e eventos, mas reclamam da falta de aulas e dos professores pouco motivados", relata. Na semana passada, Maria Helena recebeu a visita de dois estudantes que cursam simultaneamente as faculdades de economia na FEA-USP (Faculdade de Economia e Administração) e administração de empresas na Fundação Getúlio Vargas. Os depoimentos, para a diretora, ilustram bem os ranços e avanços da universidade pública. "Eles disseram que estudam muito mais na Fundação Getúlio Vargas e acham que é nesse local que há uma preocupação com a sua formação. Já na USP dizem que tudo é difícil até mesmo encontrar um papel para cumprir com alguma burocracia", relembrou. Thomas Gaia, 17 anos, é presidente do grêmio do Colégio Santa Maria, na Zona Sul da cidade (Campo Grande). Apesar de estar, a cada dia que passa, mais próximo de decidir-se profissionalmente ainda tem dúvidas entre os cursos de relações internacionais e jornalismo. A dúvida é maior ainda quando o jovem fala sobre as possíveis instituições em que irá passar os próximos quatro anos. "Sei que se me der bem no vestibular da USP vou para lá, mas se não fosse pelo dinheiro, para o curso de jornalismo, por exemplo, preferiria estudar na PUC (Pontifícia Universidade de São Paulo) ou na Cásper Libero", comenta. Gaia pondera sua opiniões com o seguinte raciocínio: a USP é melhor porque tem tradição, mas vive em "cacarecos". Já as privadas cobram altas mensalidades e, talvez a exceção da PUC-SP, não oferecem a mesma possibilidade de vida universitária multicultural e diversificada. "É um assunto freqüente entre os que estão se formando. A gente fica assustado com a quantidade de greves e paralisações que ocorrem nas faculdade públicas. O quanto isso afeta na formação dos alunos?", indaga o estudante. Durante o primeiro semestre de 2002 todos os 240 estudantes do 3o ano do Ensino Médio do Colégio Santa Cruz realizam atividades que visam facilitar a escolha do futuro profissional. Todos eles participam de excursões a faculdades e escritórios de diferentes áreas, ouvem palestras com estudantes de ensino superior e ainda recebem orientação de educadores do colégio. Nos últimos dias, o assunto dominante, segundo Katia Griecco, orientadora educacional do Colégio Santa Cruz, foi as constantes crises da Universidade de São Paulo. Os comentários são dos mais diversos, mas, apesar das queixas, ninguém abre mão de testar suas habilidades e capacidade de memorização prestando o vestibular organizado pela Fuvest. Os estudantes, segundo Katia, sabem que para um recém formado o diploma da USP é um bom cartão de entrada para um emprego. Mesmo que o déficit de formação possa atrapalha-los no futuro. "Comentamos, por exemplo, que a FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado) possui uma faculdade de cinema de ponta. Mas ninguém quer desistir de entrar no curso da USP", diz Katia. Para os estudantes, é na universidade pública que estão os melhores professores. E, nem mesmo a falta de estrutura – abalada ainda mais pelo incêndio que destruiu parte do acervo cinematográfico da ECA (Escola de Comunicação e Artes) – os convencem de que, talvez, o melhor caminho para suas carreiras seja optar por formar-se em outra instituição. Ainda existe o mito USP. "Eles possuem a certeza, e nisso, nós, corpo docente, concordamos, de que é, em grande maioria, a universidade pública a responsável pela produção de pesquisa e ciência no Brasil", comenta. Segundo Katia, os estudantes ainda lembram que é o campus da USP o que mais possibilita aos estudante uma formação diversificada, pois eles podem circular por diversas unidades que a compõe.
Em um levantamento feito no Colégio Nossa Senhora das Graças junto aos alunos do 3o ano do Ensino Médio foi constatado que as crises da universidade pública não estão alterando a opinião dos jovens de que é melhor "rachar" de estudar para passar no vestibular da Universidade de São Paulo (USP). Todos os 77 alunos responderam à seguinte questão: "A crise na universidade pública interfere no processo de sua escolha de profissão/faculdade? ". A maioria respondeu que não. Alguns alunos chegam a pensar em outras instituições como segunda opção; outros, a maioria, pensa em encarar a crise, uma vez que em outras instituições não teriam cursos tão bons e reconhecidos nacionalmente como os oferecidos na USP. "A fama ainda conta bastante para os estudantes", comenta Eduardo Roberto Castor, diretor do colégio. Apesar da maioria ainda almejar o sonho de ingressar na USP, alguns estudantes, especialmente aqueles interessados em cursos que viraram noticiário pela decadência e pobreza de recursos (como Letras, Ciências Sociais, Filosofia, História e Geografia), comentaram a intenção de adiar o momento de ingresso na universidade, acreditando que a situação de crise pode ser resolvida. As notícias veiculadas nos jornais sobre a Universidade de São Paulo – greve e falta de recursos – têm preocupado os alunos que prestarão vestibular no final do ano. "Não posso afirmar que os alunos estão perdendo o interesse pela USP, mas sinto que a pouca oferta de vagas os faz desistir, pois essa falta aumenta as dificuldades", afirmou o coordenador pedagógico do 3o ano do Ensino Médio, Almir Rosas Augusto Laranja. O pequeno número de vagas oferecidas em comparação aos candidatos têm feito muitos estudantes desistirem da Fuvest e tentar uma outra instituição menos concorrida, mas com boa qualidade e conceituação. "Mas o ‘glamour’ de passar na USP ainda existe". Segundo Almir, a cobrança e a pressão também são fatores que desestimulam os alunos. "A competição dentro da própria escola, às vezes, faz os alunos desistir, pois para eles só os melhores alunos, das melhores escolas vão conseguir ingressar na USP". Os candidatos aos cursos de medicina e engenharia ainda privilegiam USP para sua formação superior. Já os estudantes que optam pela área de humanidades em cursos como ciências sociais, publicidade e administração já mudaram o percurso de seus estudos. Procuram instituições como Pontifícia Universidade Católica, Fundação Getúlio Vargas e ESPM. "Essas universidades conseguem investir em seus cursos e raramente sofrem algum tipo de escândalo", explica. Para Aníbal de Azevedo Soares, coordenador pedagógico do Colégio Domus Sapiental, a principal meta dos estudantes ainda é ingressar em universidades públicas, especialmente a Universidade de São Paulo. "No entanto, eles têm como segunda opção boas faculdades particulares, como PUC-SP e a Fundação Getúlio Vargas. É muito difícil algum aluno fazer cursinho para tentar entrar nessas instituições. Se não entram em uma faculdade pública, preferem cursar universidades privadas que tenham nome e qualidade a perder mais um ano se preparando para o vestibular", ressalta. Aníbal destaca ainda que a questão financeira conta muitos pontos na hora em que o aluno escolhe onde quer estudar. "Nem todos os alunos que pagam uma escola particular tem dinheiro sobrando, e uma instituição gratuita, as vezes, é um alívio para o aluno e sua família", ressalta. Ele comenta ainda que há alunos que podem pagar mensalidades de uma faculdade particular, mas que o gratuito ainda encanta muito. Os alunos do Colégio Santo Américo não se importam se a faculdade é pública ou particular. Para eles, o que importa é a instituição ser a mais conceituada na área que o aluno quer se formar. Segundo o vice-reitor da instituição, Don Geraldo Gonzalez y Lima, nos últimos anos os alunos que queriam fazer uma faculdade de comunicação optaram pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), enquanto os alunos de Economia deram preferência para a Fundação Getúlio Vargas. "É claro que em alguns cursos a USP ainda é a preferida, como Engenharia na Escola Politécnica, por exemplo", diz. Para ele, houve mudanças significativas nas opções dos alunos, perante a crise das instituições públicas e a ascensão das universidades particulares. "Acabou aquela idéia de que a USP é a melhor em tudo", diz. Don Geraldo destaca ainda que além da escolha da faculdade, os cursos preferidos dos alunos também estão mudando. "Medicina e Odontologia, por exemplo, não é mais o objetivo de todos os alunos. Muitos deles agora preferem cursos novos, como Relações Internacionais", completa. "A maioria dos vestibulandos continua optando pela universidade pública, pois acham que ela é garantia de qualidade e ingresso no mercado de trabalho". A afirmação é de Ana Silvia Klain, coordenadora pedagógica do Externato Madre Alix. Para a coordenadora, o mercado de trabalho ainda não mudou a concepção de que o bom profissional deve vir de faculdades como a USP, Unesp e Unicamp. Os alunos também acreditam que tendo cursado em uma dessas faculdades, as empresas selecionarão seus currículos com mais facilidade. No entanto, ela conta que alguns alunos do colégio já optam por outras instituições que consideram melhores, como, por exemplo, o curso de psicologia da PUC. "Hoje, os alunos tem como fazer essa escolha levando em conta as notas do Provão", lembra Ana Silvia. Mas ela destaca que esses alunos ainda são minoria. A Universidade de São Paulo (USP) continua sendo a coqueluche dos formandos do ensino Médio do Colégio Equipe. São raras as exceções nas três salas (110 estudantes) da escola. Em pesquisas realizadas pela instituição, a maioria tem por preferência pelos cursos da USP, em detrimento a outras faculdades – sejam elas públicas ou privadas. Segundo Silvio Hotemsky, orientador dos alunos do 3º ano do Ensino Médio, um dos grandes convenientes da inserção na USP é o fato de ser gratuita. No entanto, os motivos reais que levam seus estudantes a querer estudar lá são: a excelência acadêmica e a qualidade dos grupos de alunos. "Eles crêem que o nível dos estudantes da universidade pode melhorar seu desenvolvimento pessoal", explica. No entanto, o orientador já começa a notar mudanças de comportamento. Ainda em pequeno número, os alunos que preferem cursas outras faculdades sinalizam um tendência que cresce cada vez mais. "Existem muitos ex-alunos que entraram na USP enfrentam problemas com as deficiências do ensino público, principalmente os alunos de Letras", afirma. O Colégio Hugo Samento forma, em média, 20 alunos no Ensino Médio anualmente. Todos, sem exceção, enfrentam a Fuvest com a intenção de entrar nos cursos oferecidos pela Universidade de São Paulo. No entanto, o fazem mais como um rito de passagem do que realmente como um interesse especial. "Claro, que, se passam, estudariam lá. Mas, elas também possuem outras preferências", explica Marília Ciufe Bueno, coordenadora do Ensino Médio.
Isso explica porque poucos deles se aventuram a ingressar na universidade, apesar de usa-la em seus projetos de orientação vocacional. Os estudantes visitam as faculdades para decidir que área vão cursar. Segundo Marília, aqueles que realmente se importam em entrar na USP trazem referências de casa. Isto é, os pais influenciam a escolha da instituição. "A família acredita na excelência da universidade e a aponta para o aluno", diz. A maioria acaba optando mesmo por outras escolas federais, como a Unicamp ou mesmo estaduais como a Unesp, ou mesmo, instituições privadas. "Muito depende do que está em voga no mercado de trabalho", esclarece Marília, ao ser questionada sobre a escolha da faculdade por seus alunos. Para a orientadora educacional Leda Maria Soares, do Colégio Rio Branco, os 750 estudantes que cursam hoje o Ensino Médio na instituição querem muito estudar em uma universidade pública, preferencialmente na USP. São raros os estudantes que optam exclusivamente pelas instituições privadas. Segundo ela, basicamente os interessados em cursos que existem apenas em instituições privadas, ou em outros em que a famosa "excelência uspiana" não é tão reconhecida. "Nós temos alguns estudantes interessados no curso de rádio e TV que acham a qualidade da USP questionável, mas eles são minoria". No geral, os estudantes armam-se da seguinte maneira para garantir uma vaga no ensino superior: inscrevem-se para o vestibular da USP, mas também para instituições privadas famosas pela qualidade – em administração, a Fundação Getúlio Vargas; em marketing e publicidade, a ESPM; em direito, a Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP). "Nós verificamos hoje que não há mais um constrangimento em não passar na USP. Caso tenham êxito no vestibular das privadas, que também são concorridas, os estudantes não querem adiar seus planos fazendo um cursinho", diz Leda. Esta opção somente não é valida em cursos como Medicina e Odontologia, conclui a orientadora. |
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