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Uso crescente do e-mail já permite afirmar que, na história da humanidade, nunca se escreveu tanto - embora mal Leia
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Passemos a outra história sobre cartas, a de Rosina e Ernesto. Eram namorados, ou ao menos ele achava que o fossem. Uma de suas crises de insegurança, motivada por um flerte da jovem com outro rapaz, levou-o a escrever-lhe "quatro laudas incendiárias, com muitos sinais admirativos e várias liberdades de pontuação". Demorou a obter resposta, e mais tarde soube o motivo: um moço de nariz comprido por quem Rosina nutria certa admiração. Não tardou, porém, para que a falsidade da moça fosse descoberta por ambos os pretendentes, graças às cartas que ela havia enviado aos dois. Para vingar-se de Rosina, Ernesto e o moço de nariz comprido combinaram escrever cartas de rompimento, "mas de igual teor", entregues ao mesmo tempo. Desmascarada, "entrou-lhe na alma o desespero". O desfecho? Pode-se dizer apenas, como no final do filme Casablanca (1942), que envolve o início de uma grande amizade. As duas histórias, como o leitor de Machado de Assis reconheceu, pertencem respectivamente aos contos A Cartomante e Ernesto de Tal. Não seria preciso lhes revelar a autoria para que fosse denunciada a época em que as tramas foram ambientadas - pela ordem, 1869 e 1850. Falta a elas, por exemplo, algo que só foi inventado em 1876, o telefone. Adaptá-las para a atualidade, entretanto, não exigiria a inclusão desse aparelho, mas a substituição das cartas impressas pelo que hoje ocupa lugar equivalente, não exatamente o mesmo: os e-mails, mensagens capazes de cruzar o planeta em poucos segundos, transmitidas pela internet, a rede mundial de computadores que alterou de modo radical o fluxo de informações entre pessoas e empresas. É fácil encontrar um internauta (usuário regular da internet) que jamais se correspondeu com alguém pelo correio. Mas é provável que esse internauta passe algumas horas por semana escrevendo e-mails e conversando com outras pessoas, muitas desconhecidas, em salas de bate-papo ou por meio de programas que permitem a troca de mensagens em tempo real, como se os interlocutores estivessem a um telefone com teclado no lugar do bocal. Mesmo quem teve algum dia o hábito de enviar cartas admite que, hoje, a internet convida a escrever mais. Em parte, a troca de mensagens tem objetivo profissional e, na verdade, substitui telefonemas. O autor desta reportagem, por exemplo, escreveu um e-mail a uma amiga, formada em Letras, pedindo-lhe a sugestão de um conto ou romance de autor brasileiro, que envolvesse cartas, para a abertura do texto. Quarenta minutos depois, veio a resposta e o pedido para que aguardasse também as indicações de uma professora universitária a quem a amiga enviara uma cópia da mensagem. Mais algumas horas, e chegava novo e-mail com outras dicas, entre elas a de A Cartomante. A consulta a um serviço de busca da internet indicou um web site onde havia a íntegra do conto. Outra consulta, por palavras-chave ("Machado", "Assis" e "carta"), levou a Ernesto de Tal. Várias das entrevistas que o leitor verá a seguir foram realizadas com o auxílio de e-mails. Longe de ser um caso a parte, o jornalismo é apenas uma das profissões cuja rotina modificou-se de maneira significativa desde 1995, quando a rede, criada nos EUA em 1969 com objetivos militares, começou a ampliar seu alcance. Estima-se que mais de 200 milhões de pessoas estejam conectadas a ela. É impossível chegar ao número exato, mas sabe-se que ele aumenta diariamente - e que cada novo internauta contribui com um punhado de letrinhas por semana para o incalculável volume de textos em circulação. Conclui-se, com base nesse quadro, que nunca se escreveu tanto na história da humanidade. Não há modo de comprovar, mas estima-se também que boa parte das mensagens que transitam pela internet - talvez a maioria - não tem finalidade profissional, e sim pessoal. São recados e perguntas enviados a amigos, piadas, convites para atividades sociais como jantar em um restaurante ou jogar futebol. As salas de bate-papo, separadas por temas, são as vedetes de todos os portais (web sites gigantes que reúnem dezenas, às vezes centenas, de sítios). Como os usuários identificam-se por apelidos, não se sabe exatamente quem são. Mas os profissionais da área têm palpites, com base nas informações esparsas de que dispõem. "Acreditamos que a maioria dos acessos aos nossos chats é feita por pessoas de 15 a 25 anos", afirma Priscilla Moretto, uma das coordenadoras da seção de bate-papo do portal Starmedia. Pais com filhos adolescentes e ao menos um computador em casa sabem disso. O sinal de ocupado na casa de muitas famílias já não denuncia alguém "pendurado no telefone" em conversas intermináveis, e sim o funcionamento do modem (aparelho que comunica o computador à rede) por horas a fio - literalmente. A "geração internet", como sugere a campanha publicitária de um banco, tem dificuldades em imaginar como era o mundo sem web sites, e-mails e chats. Como a geração de seus pais, ela também nunca escreveu tanto. Os rapazes da família Novaes Sampaio Celli, que vive em São Paulo, demonstram a tese. André, 14 anos, estuda na 8ª série e passa cerca de cinco horas diárias no ICQ (o mais antigo dos "comunicadores instantâneos", programas que permitem o envio e recebimento de mensagens curtas enquanto os usuários estão conectados, além da criação de salas de bate-papo). Seus interlocutores são colegas de escola e do antigo colégio, além de amigas de infância que moram em outras cidades. Essas amigas lhe apresentam outras amigas, e o círculo vai crescendo. Durante um ano, André correspondeu-se também com uma garota australiana, amizade que teve início com uma "mentira" típica da internet. "Cadastrei-me em uma lista do ICQ como se morasse na Austrália. Disse a ela que fazia intercâmbio lá", explica. Um motivo especial levou-o a enviar pelo correio a única carta de sua vida: no último reveillon, apaixonou-se por uma garota da Ilha do Mel, no Paraná. Com ela, conversa mais por telefone ("as contas são astronômicas", diz a mãe, Heloísa) do que pela rede. E mandou-lhe a carta porque "tem mais importância" do que um e-mail. "Você pensa mais quando escreve no papel. No e-mail, manda o que estiver na cabeça, é rápido. Se errou, depois conserta. Já uma carta é mais demorada, então você precisa ter mais cuidado, pensar melhor", diz. As abreviaturas e gírias que usa na internet já "vazaram" para textos da escola. "Às vezes, me confundo. Já deixei acontecer umas duas vezes. Disseram que eu passava tempo demais na internet." Seu irmão Daniel,15 anos, aluno da 1ª série do ensino médio, não fica muito atrás. Calcula em duas horas e meia por dia seu tempo médio de conexão à internet, durante o qual também se pendura no ICQ, sua "loucura": tem uma lista de quase 300 interlocutores. "Uma outra lista tinha mais, acho que uns 450 ou 500. Mas perdi", lamenta. Nunca escreveu uma carta. "Você usa outra linguagem. É mais complicado do que escrever no ICQ. E a pessoa vai demorar para receber" , compara. Daniel também já se flagrou, como o irmão, incorporando à escrita o jargão da internet: "Cheguei a escrever 'eh' no lugar de 'é'". Heloísa costuma "dar uma olhada" nos cadernos dos filhos e confirma a influência. "As frases estão mais curtas e há uma grande economia de palavras", avalia. Para essa geração, a distância de casa tem um impacto muito menor do que para os adultos de hoje que se aventuraram na juventude a fazer intercâmbio, por exemplo, e que sentiam falta de informações sobre a família, os amigos e o país. As irmãs Maria Raquel, Cássia e Fernanda Siqueira Marques da Costa, que moram em São José dos Campos, chegaram em fevereiro de uma viagem de seis meses ao Canadá. Durante esse período, entravam diariamente na rede, depois da escola. "Passávamos e-mail e íamos ao ICQ", lembra Cássia, 15 anos, aluna de 1ª série do ensino médio. "Eu tinha e-mail antes, mas nem ligava. Tinha por ter", diz Fernanda, 17, que está na 3ª série. "A gente pediu até receita de farofa pela internet", afirma Cássia, 16, aluna da 2ª série. As três fazem comentários semelhantes sobre a diferença entre escrever cartas e a correspondência por computador. "Carta é diferente, dá para expressar melhor os sentimentos. É mais especial, dá para caprichar. E tem que ser para alguém que você saiba que vai te responder", observa Cássia, que enviou algumas do Canadá para suas melhores amigas no Brasil. "Demoravam 12 dias para chegar", reclama. Fernanda também foi seletiva no início da viagem - escreveu cartas só para as amigas mais próximas. "Quando elas recebiam, já não era novidade, as coisas tinham mudado. Mandei uma duas e desisti, até porque elas não respondiam direito", diz. A exceção foi o namorado, que pedia "por favor" para que lhe enviasse cartas. "Quando ele lia, eu já havia contado tudo por e-mail. Mesmo assim valeu a pena. Eu fazia desenhinhos no papel, essas coisas." Coisas que Jorge, 18 anos, o namorado em questão, pôde guardar. A internauta mais radical do trio é Cássia, que só enviou "umas duas" cartas na vida. "No papel, você tem que acumular tudo. No e-mail, não. Você manda uma coisa por dia", explica. Se jovens que não tinham o hábito de escrever passaram a fazê-lo com regularidade (ainda que com brevidade) graças à internet, quem já apreciava a escrita no papel embarcou com prazer adicional na canoa da comunicação virtual. "Você fala coisas que não teria coragem de dizer pessoalmente", diz Cecília Mogadouro Franco, 15 anos, aluna da 2ª série, que vive em São Paulo. Ela cita o exemplo de uma amiga que está "quase namorando" um garoto, mas que "não tem coragem de dizer ao vivo metade das coisas que fala para ele na internet". Cecília estuda teatro, foi premiada em concursos de redação e faz uso diversificado da rede. "Abro o ICQ [sua lista tem cerca de 150 nomes, todos de pessoas que conhece], checo e-mails, pego mp3 [arquivos com músicas] e letras de canções", explica. Durante o período de aulas, diz que permanece conectada cerca de três horas semanais. E acredita que a linguagem da internet pode ser usada sem problemas em outros lugares. "Quando o professor está ditando e você precisa anotar", exemplifica. Mas também pensa que "se a pessoa não tiver muita base, pode acabar se acostumando" com essa brevidade - que, segundo ela, nem é tão breve assim. "Às vezes, dá preguiça de pôr acento e a palavra sai mais comprida. 'Não', por exemplo, vira 'naum'." Cartas, para ela, não significam apenas a oportunidade de escrever sobre "um assunto mais importante", mas também a chance de "treinar caligrafia". "Dizem que a caligrafia das pessoas está piorando, porque elas só digitam", comenta. Curiosamente, Cecília escreve cartas, mas tem preguiça de colocá-las no correio. "Entrego direto para a pessoa, na escola", afirma. E mantém um "caderno de cartas" com uma amiga. "Escrevo, passo para ela, ela responde e já me entrega de novo." A onda é recente, mas já existe quem a pegou por algum tempo e preferiu abandoná-la, possível sintoma de que o vírus da escrita não contagia necessariamente todos os que são expostos a ele. Nesses casos, os anticorpos da produção de texto talvez tenham se encarregado de aposentar o teclado - e a internet, que não tem nada a ver com a origem do problema, também não serviu para resolvê-lo. Exemplos como o de Francisco Eduardo Martinez Filho, 14 anos, que estuda na 8ª série, ajudam a diagnosticar o quadro. Ele chegou a "curtir" bate-papos e e-mails, mas não liga mais para isso. Jamais escreveu uma carta, "e provavelmente nunca" escreverá, mas diz ter assimilado da internet um modo abreviado de redigir. "Economizo muita tinta e folhas de caderno assim", orgulha-se. Nas provas, contudo, é obrigado a usar todas as letras. "Ali, não pode", lamenta. Escrever mais, respeitadas as características descritas nos depoimentos acima, faz também com que se escreva melhor? As opiniões de alguns especialistas são divergentes. A professora Maria Helena de Moura Neves, do programa de pós-graduação em lingüística e língua portuguesa da Unesp em Araraquara (SP), acredita que, em princípio, escrever mais significa escrever melhor. "Mas, no caso da escrita pela internet, há um componente particular a ser avaliado. Concretamente, o indivíduo 'escreve', mas conceitualmente, não, já que, na sua intenção e na sua compreensão, ele está 'falando' com seu parceiro. Ora, se o indivíduo aplica a mente a um determinado tipo de atividade (no caso, escrever) ativando a concepção de um outro tipo de atividade (falar), o resultado não reforçará nenhum dos dois tipos de atividade", argumenta Maria Helena, autora de Gramática na Escola (Ed. Contexto), Gramática de Usos do Português (Ed. Edunesp) e Dicionário de Usos do Português (no prelo, Ed. Ática), entre outros livros. Ela não considera que jovens internautas adeptos de bate-papos e-mails possam ser comparados a missivistas, e nem mesmo a escritores de telegramas. "Quem escreve uma carta ou telegrama tem a consciência de que usa a modalidade escrita da língua: produz em solidão (na ausência do parceiro), não espera colaboração (não há co-autoria do texto), não pressupõe concomitância entre a sua emissão e a recepção, não conta com a fugacidade e a falta de compromisso da palavra oral, com os recursos vocais, gestuais e posturais da interação oral, e com o monitoramento das reações em presença do parceiro (olhares de descrença ou de cumplicidade, resmungos etc.). Concretamente, ele está escrevendo", diz Maria Helena. Já na conversação on-line, "ativa-se o mecanismo de interação oral: a pessoa se envolve, é rápida nas intervenções (por turnos), planeja à medida que escreve, trabalha com unidades de idéias curtas e simples, induz mais do que deduz, pressupõe e espera participação e colaboração, bem como rejeição e contestação". Resulta disso tudo "um texto fragmentado, não-editado e não-acabado, seqüenciado no tempo real, com as características básicas da língua falada". A psicóloga Rosa Farah, coordenadora do Núcleo de Psicologia e Informática da PUC-SP, tem opinião diferente. "Apesar dos 'vícios de linguagem' da internet, a rede ajuda no desenvolvimento da escrita. Se partirmos do princípio de que a atração desse ambiente virtual acaba criando o desejo de comunicação, seja para trocar idéias ou buscar um relacionamento, podemos então dizer que, de uma maneira ou de outra, ele desperta para a comunicação escrita. É um estímulo para que ao menos uma parcela desse público acabe por, eventualmente, se interessar mais por escrever", afirma. Rosa lembra que falar de internet ainda é falar de hipóteses. "Não temos pesquisas sistemáticas e consistentes, apenas trabalhos isolados. As conclusões, portanto, têm como base a observação e dados empíricos." A ressalva é feita também por Hudinilson Urbano, professor aposentado de Filologia e Língua Portuguesa da USP, autor de Oralidade na Literatura: O Caso Rubem Fonseca (Ed. Cortez). "Sem uma pesquisa específica, não se pode dar uma resposta fundamentada", diz. Ele observa que jovens estão "lingüisticamente em formação e mantêm comportamento mais liberal, menos preocupado, por exemplo, com correção gramatical". Sua análise de mensagens trocadas pela internet aponta para o uso dos "sinais gráficos da escrita". Mas, por outro lado, recorrem-se às "características lingüístico-discursivas básicas da língua falada". "Pode-se dizer que se trata de um uso híbrido da linguagem ou mesmo de um terceiro código, cuja caracterização seria preciso aprofundar", explica. Urbano lembra que "mesmo o uso dos sinais gráficos não segue completamente as normas da escrita". "Usam-se seqüências de pontos para indicar pausas e silêncios: 'Já o javali...parece com porco, mas é diferente...Não sei explicar...é bom!'. Na escrita, usam-se ponto, ponto e vírgula e vírgula para essa função. Há um abuso de abreviaturas não normatizadas ('vc' por você, 'tb' por também) e no emprego de pontos de interrogação e de exclamação: 'Oi...voltou pra ficar?????', 'Mas amiga, vc deu boa noite e saiu direto!!!!!'." Entre os fenômenos propriamente lingüísticos da escrita na internet, Urbano destaca "a ocorrência de frases truncadas, turnos pequenos, manifestações exclusivas da fala, como cumprimentos informais, alongamentos vocálicos ('biiiiiiiinha!') e intensidade segmental ('EU AMO HAMBURGUER! :)')". Se levarmos em conta apenas os bate-papos, "os usuários podem ser considerados mais participantes de uma conversa do que autores de cartas ou telegramas". No caso dos e-mails, "depende do gênero": "Em muitas situações, em que os textos são mais elaborados, produzidos em blocos autônomos e completos, a mensagem pode ter a feição de carta". Urbano considera válida a conjectura de que estaríamos diante da configuração de uma nova forma de escrita. "A hipótese assemelha-se ao que já acontece nas redações de muitos estudantes, que transportam para suas redações, que deviam ser vazadas em linguagem escrita (culta), sua língua falada do dia-a-dia. Qualquer uso lingüístico pode tornar-se hábito, que precisa ser devidamente controlado pelo próprio usuário. Cabe aos professores de português e de redação policiar, conscientizar e orientar", diz. O professor Welington Andrade, que ministra aulas de técnicas de redação no curso de jornalismo da Faculdade Cásper Líbero, faz questão de exercer esse papel com os alunos que lhe enviam e-mails contendo erros como "eu e minha colega nos 'desintendemos'", "anexo vai minha inscrição" e vírgulas entre sujeito e predicado. Todos recebem a mensagem de volta, corrigida e acompanhada por um puxão virtual de orelhas. "Não escreveria jamais 'vc', mas entendo que as pessoas escrevam assim, e a língua permite. Mas há erros crassos de língua portuguesa, como se a informalidade da internet previsse uma norma não culta. Cria-se uma permissividade, como se o meio a autorizasse", diz. Ele considera retórica a imagem de que "nunca se escreveu tanto" porque a maior parte da escrita na internet resume-se a "mensagens curtas e veiculares". "O texto culto não é prestigiado, por ela ou pela mídia. O padrão atual é o mediano que se encontra na imprensa. Qualquer texto mais sofisticado é considerado 'papo cabeça' e 'chato'. Perdeu-se o referencial. Não se reconhece mais a norma culta. E quem não a aprende não pode mesmo reconhecê-la", observa. Andrade cita o caso de uma instituição do terceiro setor em São Paulo que enfrenta há algum tempo dificuldade na contratação de profissionais porque os candidatos têm sérias dificuldades com a língua. "Muitos não conseguem escrever um comunicado sobre o uso de uma piscina", exemplifica. Neologismo em língua inglesa surgido da fusão de "emotions" (emoções) com "icons" (ícones), os "emoticons" substituem expressões onomatopéicas, por exemplo, em troca de mensagens pela Internet. No lugar de "hehehe" ou "hahaha", pode-se usar ":-)". Conheça alguns dos símbolos mais utilizados pelos internautas para demonstrar reações e sentimentos: :-) Ilustra frase
sarcástica ou jocosa. (Colaborou: Mary Oliveira) |
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