O texto do enunciado
é de Péricles, que governou Atenas durante o século V a.C. (período Clássico),
época de maior esplendor ateniense, tanto no campo das artes quanto na
política. Foi nesse contexto que a democracia ateniense atingiu sua plenitude,
por meio do estabelecimento de princípios como: isonomia, isegoria e isocracia.
A participação era direta e sem restrições econômicas aos cidadãos, que
participavam igualmente na Assembléia.
02. Alternativa e.
A violenta invasão
dos dórios, no final do Pré-Homérico, provocou profundas mudanças na vida
dos gregos. Abandono das cidades (diáspora interna e externa), crise econômica,
retrocesso geral técnico e cultural e desenvolvimento do sistema gentílico
(unidade de produção auto-suficiente, propriedade coletiva dos bens de
produção e chefia para o pater-famílias), caracterizaram o Homérico, considerado
por alguns historiadores como “Idade das Trevas” ou “Período Obscuro”
da Grécia. Uma importante fonte para o estudo do final do Pré-Homérico
e do Homérico são os poemas épicos, em particular os atribuídos a Homero.
Os principais são a Ilíada, que relata a Guerra de Tróia e a Odisséia,
que conta a viagem de retorno do herói grego Ulisses, após participar
da Guerra de Tróia.
03. Alternativa c.
O texto descreve claramente
a educação em Esparta, que tinha como um de seus objetivos formar bons
cidadãos e leais soldados, para atender, exclusivamente, aos interesses
do Estado, que coordenava a formação dos jovens, selecionando os melhores
e mais fortes. O espírito crítico era limitado e pouco estimulado. Diferentemente
da mulher ateniense, a espartana possuía grande liberdade e direitos.
04. Alternativa c.
A formação das cidades-Estado
corresponde ao período de desagregação do sistema gentílico e seu crescimento
está relacionado à expansão ampla das atividades econômicas. Cada pólis
possuía um governo autônomo, uma economia própria e total independência
política em relação as demais cidades-Estado. Principais exemplos: Atenas,
Esparta, Corinto e Mileto.
05. Alternativa c.
A guerra contra os
persas levou os gregos a formarem uma aliança militar, a Liga de Delos,
comandada por Atenas. Afastada a ameaça persa, não levou ao fim da Confederação,
ao contrário, Atenas transformou-a em instrumento particular de poder
e fonte de riqueza. A nova situação estabeleceu a hegemonia ateniense,
que foi, imediatamente, combatida por Esparta, provocando a Guerra do
Peloponeso. A derrota ateniense permitiu que sua grande rival iniciasse
uma nova hegemonia. O quadro de lutas levou ao esgotamento e enfraquecimento
de toda Grécia, facilitando a invasão de Filipe II, rei da Macedônia.