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livros
6.Maio.2017

Baixa leitura tem reflexo nas oportunidades

de sucesso, de melhores empregos, de sucesso profissional e no progresso da ciência. Segundo pesquisa nacional, o brasileiro lê em média quatro livros por ano, entre literatura, contos, romances, livros religiosos e didáticos. Deste total, lê 2,1 livros inteiros por ano e dois em parte.

Hoje, o Brasil tem apenas 50% de leitores ou cerca de 88,2 milhões de pessoas. Neste conceito, foram considerados leitores apenas as pessoas que leram pelo menos um livro, inteiro ou em partes, nos últimos três meses. Há mais leitoras (53%) que leitores (43%).

Quando abordados apenas os estudantes (64% da população ou 114 milhões de pessoas), o nível de leitura chega a 3,41 exemplares nos últimos 3 meses, contra pouco mais de 1 no resto. 2,21 livros são indicados pelas escolas (1,72 didáticos e 0,49 de literatura).

Média baixa

Os alunos também revelaram que leem 1,20 livros por iniciativa própria. Apesar da quantidade pequena, 64% dos leitores consideram que “ler bastante pode fazer uma pessoa vencer na vida e melhorar sua condição socioeconômica”.

No contexto dos incentivadores à leitura, os professores passaram do segundo para o primeiro lugar, ultrapassando a mãe como a responsável pelo interesse pela leitura. 55% dos entrevistados afirmaram que a motivação para ler vem da atualização cultural e conhecimentos gerais.

Por região, a melhor média de livros lidos nos últimos três meses é do Centro-Oeste, com 2,12 exemplares. Uma importante melhora nesses quatro anos foi identificada nos indicadores de leitura do Nordeste, que aparece na segunda colocação com 2 livros nos últimos três meses.

As demais regiões do Brasil mantiveram-se praticamente no mesmo patamar de 2007. O Sudeste registrou 1,84 livros nos últimos três meses, o Sul 1,68 e o Norte 1,51. A pesquisa é promovida pelo Instituto Pró-Livro e realizada pelo IBOPE Inteligência.