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Segunda-feira, Janeiro 19, 2009
MP acusa Paulo Maracajá por gestão no Bahia
O Ministério Público Estadual concluiu que o conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios Paulo Maracajá usa testa de ferro para comandar, de fato, a presidência do Bahia.
A Lei Orgânica do TCM proíbe que ele exerça a função no órgão e tome decisões relacionadas ao time.
O procurador-geral Adjunto para Assuntos Jurídicos, Carlos Frederico Brito, diz que o conselheiro exercia paralelamente à função pública a "atividade clandestina" de co-gestor do Esporte Clube Bahia.
As investigações foram abertas em junho de 2008 e tiveram como base declarações dadas pelo próprio Paulo Maracajá à imprensa, além de depoimentos de várias pessoas e atas de assembléias do Clube dos 13.
Segundo o relatório, ficou provado que Maracajá praticou diretamente uma série de atos típicos de gestão no Bahia, conduta absolutamente incompatível com o exercício de conselheiro do TCM.
Maracajá não foi localizado por nossa reportagem.