carta ao leitor
27.Junho.2015

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Ideologia do absurdo
      Religião e sexualidade são duas coisas que devem ser discutidas com as crianças pelos pais, não pelas escolas nem pelos governos. criancas
      A tentativa de impor a “ideologia de gênero” nas escolas pode dar margem a todo tipo de abusos e absurdos.
      Um exemplo já apareceu e será investigado pelo Ministério Público. Uma escola do interior de São Paulo promoveu uma aula nada convencional.
      Para defender que todo mundo pode namorar com todo mundo, a escola fez uma “aula de afetividade” colocando os meninos para beijar meninos e meninas para beijar meninas.
      A escola é municipal e a cidade, administrada pelo PT, incluiu “ideologia de gênero” e sexualidade no currículo.
      A desculpa foi que o plano nacional de educação já prevê essa inclusão.
      Pelo exemplo, dá para imaginar os danos que aulas como esta podem fazer na mente e formação das crianças.
      Elas não têm preparo nem bagagem de vida para enfrentar coisas como esta e os danos podem ser amplos.
      A ideologia de gênero é uma idiotice que contraria a ciência, a biologia, todos os estudos feitos pela humanidade e a lógica comum.
      Ela diz que ninguém nasce menino ou menina, que mesmo com um troço pendurado o menino pode ser uma menina e mesmo sem isso a menina pode ser um menino.
      Pela ideologia de gênero, a “sociedade machista” força os meninos a ser... meninos e as meninas a ser... meninas.
      Daí inventaram que ser menino ou menina é “papel de gênero” construído pela tal sociedade para “impor” um gênero só menino ou menina.
      Só não parece mais imbecil porque o discurso é feito com palavras acadêmicas, cheias de falsa erudição.
      A maternidade, por exemplo, seria um “papel de gênero” que, segundo o grupo defensor do troço, “limita a autonomia feminina em prol de uma dominação machista”.
      Se depender desse pessoal, nenhuma menina se tornará mulher, muito menos mãe. Só não sei como eles esperam que a humanidade prossiga sem gerar filhos...
      Contrariando toda a ciência e, de quebra, Deus, que deve ter feito todos nós errados, o grupo alega que ser homem ou mulher é apenas “construção social e cultural”.
      Ou seja, você não nasce homem nem mulher. Nasce “coisa” e é a sociedade que te transforma em homem ou em mulher. Deus nada tem a ver com isso, nem a biologia.
      No fundo, a minoria gay, que sabe gritar mais alto que a maioria, quer impor um estilo de vida sexual e uma escolha de parceiro (de transa) a toda a sociedade.
      Ser gay deixaria de ser apenas uma opção de com quem você gosta de fazer sexo para ser sua definição como pessoa.
      Embrulham a ideologia de gênero em palavras como “afetividade” e “amor” que, em muitos casos, nada tem a ver com o homossexualismo da pessoa e sim sua opção de transar com o mesmo gênero.
      Sei que vão me jogar pedras, mas se homem transar com homem é “papel de gênero”, então pedofilia, zoofilia e até a necrofilia também o são.
      Mais à frente vão exigir que sejam legalizadas?

Discurso distorcido
      A imposição da ideologia de gênero está atrapalhando e prejudicando a discussão que é necessária, contra preconceito.
      Ao tentar impor uma lei que inclua em todas as escolas essa ideologia, o grupo acabou fazendo com que vários estados tirassem do plano de educação a parte sobre preconceito.
      Eles misturaram defesa da ideologia de gênero com o combate à discriminação, que é coisa bem diferente.
      As escolas precisam sim combater a discriminação, mas não contra essa ideologia.
      O combate tem que ser contra discriminação de negros, deficientes, nerds, CDFs, gays, índios, judeus, muçulmanos...
      Ou seja, a discriminação em si. Crianças devem aprender que todos devem ser respeitados
      Isso não pressupõe que devem aceitar a filosofia de vida sexual de ninguém.
      Uma coisa é respeitar e tratar normalmente quem é diferente e pensa diferente de você. Ser amigo e colega.
      Outra é obrigar você a participar das opções dos gays ou dar privilégios a alguém por ser minoria racial ou religiosa.
      Esta minoria gay já fez com que um deputado tivesse a imbecil ideia (já detonada) de liberar a entrada de trasvestis nos banheiros femininos.
      Imagine uma menina vendo o travesti tirando o troço pra fora para mijar...
      Se a ideologia de gênero for implantada nas escolas, não vai demorar para que banheiros sejam únicos, já que ninguém é menino ou menina.
      É hora de reagir.
     
      Artigo de opinião, por Marcel Leal. Leia sua coluna aqui.


 
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