carta ao leitor
20.Agosto.2016

tv brasil

Mídia inútil (pra nós)

      O prefeito de São Paulo, Fernando Malddad (PT) quer criar TV e rádio municipais.
      Todo político quer.
      Acha que terá poder com veículo de comunicação na mão. E mesmo criando várias emissoras, ainda fazem questão da Voz do Brasil.
      O programa, que cada rádio é obrigada a transmitir em cadeia às 19 horas de segunda a sexta, foi criado na ditadura Vargas, em 1930, quando o rádio era o único veículo de massas.
      Hoje, apesar da grande diversidade de opções próprias de mídia, entre rádio, tevês e internet, os políticos continuam impondo à sociedade um programa que só 2% ouvem, penalizando o cidadão e as emissoras.
      A população não tem e nunca teve interesse algum nem na Voz do Brasil nem em emissoras de governo.
      Todas tem menos de 3% de audiência, o que mostra, aliás prova, o desinteresse do cidadão em mantê-los.
      Sim, porque é você, eu, o cidadão produtivo, que mantemos estes enormes cabides de emprego para amigos, como foi a TV Brasil criada pelo nefasto Lula.
      Hoje cada câmara municipal, cada prefeitura e assembleia podem ter um canal de TV e de rádio, assim como o poder judiciário, a Câmara dos Deputados, o Senado e a Presidência.
      Mas quem assiste e ouve estas emissoras?
      Ninguém.
      Elas servem ao ego do político por “aparecer na mídia”, mesmo sem audiência alguma. Mas, acima de tudo, servem para dar cargo a cabos eleitorais, lideranças de bairro, militantes, parceiros políticos, amigos e parentes.
      Seria problema deles se bancassem essas emissoras inúteis com o próprio bolso. Porém, quem paga esta conta bilionária somos nós, com nossos impostos, que deveriam ser usados para ter saúde decente, uma educação de qualidade, infraestrutura.
      Para nos dar segurança, incentivar a agricultura e o esporte, construir e melhorar escolas, postos de saúde, creches, hospitais, estradas, pontes, praças, parques.
      Ou remunerar melhor os servidores de carreira, os nossos professores, médicos, enfermeiros, bombeiros, policiais e burocratas.
      Os governos deveriam nos representar e investir em ações que melhorem nossas vidas. Deveriam consultar a população se ela quer rádios e tevês públicas.
      Ou a Voz do Brasil.
      Mas insistem em gastar nosso dinheiro em coisas que só interessam a eles.
      No dia em que isso mudar, poderemos ter um padrão de vida de primeiro mundo, com educação e saúde suecas, infraestrutura japonesa, segurança alemã, prosperidade americana, cultura inglesa ou francesa.
      O problema é que os políticos contam com a falta de noção de brasileiros mal educados e formados. Logo...

Sobre cães e gatos

      O Brasil tem mais cães e gatos em casa que crianças. Os bichinhos são 100 milhões, mas existe uma diferença grande entre os donos de um e de outro.
      Os de cães preferem comprar o animal e exigir uma raça (59%). Só 41% adotam. Já os gatos são na maioria adotados (85%) ou ganhos e só 3% comprados. 44% tem mais de um gato e 31% mais de um cão. Eu já tive 20 gatos, hoje tenho uma cadelinha.
      Para mim, a diferença se explica pela personalidade dos bichinhos. Os cães “se apaixonam” pelo dono na hora, enquanto o amor dos gatos é como o humano.
      O gato precisa ser conquistado, aos poucos.
      Claro que alguns gatos escolhem uma pessoa de imediato. Já fui seguido por gatos que queriam morar comigo várias vezes, talvez porque eles sintam quando a pessoa gosta de animais. Gatos tem um sentido muito apurado e julgam rápido as pessoas.
      Enquanto cães ficam felizes em depender do dono para tudo, o gato adora sua independência e não faz nada apenas para agradar.
      Numa casa, ele escolhe seu canto preferido e não adianta impor outro.
      Cães te lambem o tempo todo; Gato, só quando está a fim. Miau.

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