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Bahia |
6.Fevereiro.2010 Bahia é primeiro a vacinar contra Meningite C, apesar de não estar entre os mais afetados pela doença. Pais e mães acordaram cedo para vacinar seus filhos na quarta-feira (3) em Salvador e outros 15 municípios.
“Vim logo pra garantir e não enfrentar fila”, disse o comerciante Cláudio Aragão, que trouxe a filha de dois anos. “Vou ficar muito mais tranquila sabendo que minha filha estará protegida”, afirmou a dona-de-casa Maria Aparecida Carvalho. A vacinação será estendida para todo o estado até março, em 231 postos instalados em centros de referência em saúde, unidades de saúde da família e postos de saúde. A meningite pode infectar qualquer pessoa, mas crianças com menos de um ano são mais vulneráveis. Segundo a superintendente de Vigilância e Proteção à Saúde da Sesab, Lorene Pinto, os pais precisam tomar outros cuidados, além da vacina. “É preciso que o cartão de vacinação esteja em dia, pois doenças como o rotavírus precisam também ser evitadas”. Ela declarou que a baixa imunidade pode ser uma porta de entrada para bactérias como a da meningite. “Por isso é tão importante vacinar e evitar levar crianças recém-nascidas a lugares de grandes aglomerações”. No Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais (Crie), um dos postos onde está sendo aplicada a vacina em Salvador, o atendimento é feito das 8 às 12 e das 14 às 17h, todos os dias, por ordem de chegada. A recepcionista Cristiane Amorim foi uma das primeiras a chegar e garantiu a vacina de Agatha, dois anos. “Estou mais tranquila, sabendo que minha filha não corre mais o risco de pegar meningite”. Vermelhidão “O local onde é aplicada a vacina pode ficar vermelho e um pouco irritado, mas nada que seja motivo de preocupação para as mães. É normal e a criança não vai ficar incomodada. Em algumas horas, a vermelhidão passa”, esclareceu a coordenadora do Crie, Jaci Andrade. Bahia e Minas Gerais são os únicos estados que disponibilizam a vacina contra meningite C gratuitamente, mesmo não sendo os locais de maior incidência da doença. “É uma vacina importada, de difícil acesso, e o pioneirismo da Bahia e de Minas Gerais é importante para estimular outros estados a comprar a vacina e imunizar suas crianças”, disse o secretário estadual da Saúde, Jorge Solla, que abriu a vacinação. Para ele, um dos estados que apresentam o maior número de casos é São Paulo e, mesmo assim, a Bahia saiu na frente para garantir a vacinação preventiva. “Além disso, outras vacinas serão disponibilizadas até março, como a do vírus da gripe H1N1”.
Nove indústrias operam neste semestre e com elas a Bahia vai se tornar auto-suficiente na produção de etanol. Uma é a União Industrial Açucareira, que vai produzir álcool anidro no município de Lajedão, na região do Extremo Sul, a partir de abril, produzindo 85 milhões de litros/ano. Segundo o diretor industrial, Jarbas Lima de Araújo Filho, “é um importante investimento para a Bahia, de R$ 150 milhões e que vai proporcionar a geração de 2.000 empregos diretos”.
O secretário da Indústria, Comércio e Mineração, James Correia (foto), explica que, com a fusão da Cosan-Shell, que será uma das gigantes mundiais de combustíveis de baixo carbono, o mercado sucroalcooleiro da Bahia vai ganhar um novo impulso. Além da União Açucareira, em Lajedão, o Governo da Bahia está empenhado em resolver o impasse da Ibiralcool, em Ibirapuã. “Cerca de 80% da usina está pronta, é um investimento de R$ 90 milhões que a gente tem que ajudar a botar para funcionar”, Outra empresa do segmento em fase de implantação é a Termoverde Salvador, localizada na CIA/Aeroporto, dentro do Aterro Sanitário Metropolitano. A indústria vai usar o gás gerado pelo lixo no local para produzir energia elétrica, beneficiando 300 mil pessoas. “Estamos na fase final de montagem. Em seguida serão os testes para a entrada em operação comercial no mês de abril. É a primeira do Nordeste e a terceira do Brasil que utiliza o lixo como matriz energética”, diz o gestor da Termoverde, Afrânio Benjoino Gavião. Tecnologia Na esfera da Química/Petroquímica, a Linde Gases, com fábricas no sul/sudeste, entra em operação em abril, no Pólo Industrial de Camaçari (PIC), produzindo oxigênio e hidrogênio com alta tecnologia. O volume de investimento é de R$ 81 milhões. “O nosso produto tem uma demanda crescente no Nordeste e com aplicação na siderurgia, na petroquímica, na indústria e nos hospitais”, conta Ricardo Gomes, coordenador de projetos da empresa. Entre os nove empreendimentos que começam a produzir na Bahia no primeiro semestre, destaca-se também o segmento de Alimentos e Bebidas, com quatro. A Coringa vai processar farinha de milho e derivados. A Chocolates Amma produzirá bombons e chocolate; a Frigomendes, farinha de osso; a Paramirim, óleo vegetal e ração animal. Juntas, essas empresas vão gerar cerca de 380 empregos e um investimento aproximado de R$ 40 milhões. Bahia é de novo destaque no N.Y. Times depois de ser apontada pelos editores do jornal norte-americano como um dos 31 lugares do mundo para se visitar em 2010.
Desta vez, a lista dos melhores destinos para se visitar está sendo feita pelos leitores, que colocam a Bahia na 11ª posição do ranking, entre mais de 1.500 lugares, à frente de San Francisco e Los Angeles (EUA), África do Sul, Copenhagen (Dinamarca) e Bali (Indonésia). A lista está no endereço www.nytimes.com/interactive/travel/2010-places-to-go.html. Os leitores cadastrados no site do jornal apontam qualquer lugar do mundo, relatam suas impressões, lembranças, enviam fotos e dão dicas de roteiros. Os turistas que recomendaram a Bahia citam a culinária, repleta de pratos feitos com dendê, o Museu Afro-Brasileiro no Pelourinho, o povo, a música e as praias. Além de Salvador, destacam a Chapada Diamantina, Morro de São Paulo e Itacaré (foto). Promoção Segundo o secretário de Turismo da Bahia, Domingos Leonelli, o reconhecimento internacional é fruto do trabalho de divulgação e promoção do destino Bahia nos Estados Unidos e em todo o mundo. Em 2009, a Coordenação de Turismo Étnico e a Diretoria de Relações Internacionais da Bahiatursa participaram de diversas ações promocionais nos Estados Unidos. No ano passado, os estrangeiros deixaram R$ 779 milhões na Bahia, 15,4% da receita total, de R$ 5,07 bilhões. De acordo com dados da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), em 2008 514 mil estrangeiros desembarcaram na Bahia, o que representa uma participação de 5,7% do fluxo global. Os Estados Unidos são o país líder no ranking de turistas internacionais para a Bahia, enviando 63 mil americanos, seguido da França, com 56 mil, Itália, 51 mil, e Portugal, com 50 mil turistas enviados, segundo dados da Fipe. To translate this page into English using FreeTranslation.com click here To translate just a part of the text, copy and paste into the area below. Choose "Portuguese to..." the language of your choice. |
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