10.Dezembro.2016

uesc ocupada

Invasão da Uesc coloca em perigo alunos

e visitantes além de impedir o acesso a uma instituição pública, construída e mantida com os impostos da população. A invasão política da Universidade Estadual de Santa Cruz está gerando revolta no público que tem ido assistir os eventos de fim de ano das escolas de dança de Itabuna.
      Mantida por um grupo de estudantes e professores ligados ao DCE e ao sindicato, ambos comandados por políticos profisionais do PCdoB há décadas, a ocupação tem impedido a entrada dos carros de quem vai para os eventos.
      Os piqueteiros obrigam as pessoas a deixar os carros (que passam de 400 em cada sessão) estacionados nas margens da rodovia federal, que é estreitada e leva perigo de morte a dezenas de pessoas cruzando o asfalto.
      Além do risco de ter o veículo roubado ou avariado, os pais das crianças que estão se apresentado em festivais de escolas como Tchu & Cia e Ballare podem ser multados pela Polícia Rodoviária Federal e ter os carros guinchados.
      Esta é a única ação mostrada até aqui pelas autoridades, que se omitem ao não garantir a entrada de cidadãos num espaço que é público. E o problema pode ficar pior, com o risco de atropelamentos ou acirramento de ânimos.
      Neste final de semana estão previstas 4 apresentações na Uesc da escola Ballare, sendo duas à noite, quando os riscos na BR-415 serão ainda maiores. Até o momento, a PM e a justiça não tomaram qualquer procvidência para a desocupação.
     
      Ilegítima, ilegal
      Para este jornal, os professores tem direito de fazer greve, assim como os estudantes de não assistir às aulas. Mas não existe nenhum respaldo, legal ou moral, em impedir a entrada de pessoas em espaços públicos. A invasão tampouco tem a ver com a educação.
      O viés político é óbvio nas faixas “Fora Temer”, na decoração de esquerda na sala da Adusc e do DCE. Os piqueteiros vivem repetindo que a ocupação é pacífica, mas impedem a entrada de visitantes e alunos com cadeados e ameaça. A maioria dos estudantes quer ter aulas, mas é barrada.
      A reitora Adélia Pìnheiro alerta que “a continuidade da invasão poderá ocasionar a perda do semestre letivo, gerando prejuízos para mais de 7 mil estudantes, com danos mais severos aos formandos do presente período”.

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