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Ilhéus |
6.Fevereiro.2010 Carnaval 'de última hora' divide opiniões já que a população estava certa de que não haveria mais a festa. Logo no início de janeiro, o prefeito Newton Lima anunciou que o município não teria condição financeira de promover o carnaval.
Sob pressão do estado, o prefeito voltou atrás e se comprometeu a realizar a festa momesca nos dias 14, 15 e 16, na Avenida Soares Lopes. O circuito da festa será reduzido e não haverá camarotes. O governo do Estado vai disponibilizar dois trios, duas bandas e a participação dos cantores Cid Guerreiro e Viviani Trípodi (foto), além de R$ 200 mil. Para o estado, a não-realização do carnaval em Ilhéus prejudicaria o turismo baiano, já que é um destino muito procurado. Como contrapartida, a prefeitura entrará com a logística e a contratação de bandas locais. O município terá menos de 15 dias para organizar a festa, fazer a divulgação e garantir a alegria dos foliões. Para muita gente o tempo é insuficiente e as atrações não são convidativas. O ilheense teme pela possível falta de segurança, um problema comum no carnaval ilheense, e a falta de divulgação, que pode transformar o evento num grande fiasco. Para o técnico em enfermagem Antônio de Souza Martins, uma festa como o carnaval, organizada com tão pouco tempo, de improviso e sem muitos atrativos “não pode resultar em nada que preste”. Ele argumenta que muitas pessoas, antes informadas de que não haveria festa na cidade, se programaram para passar o carnaval em outros lugares. E com certeza não vão desistir de sua programação para “curtir” Cid Guerreiro e Viviani Tripodi. “Para ser sincero, não lembro das músicas do Cid e nunca ouvi falar dessa Viviani”. Antônio acredita que o público que vai prestigiar o carnaval de Ilhéus é aquele que já estava programado para vir à cidade para descansar durante o feriado. “O evento em si não vai ter força para atrair novas pessoas, não terá divulgação”. Prefere sem A comerciante Marli dos Santos defende que a cidade deveria permanecer sem a festa, pois todos já estavam acostumados com a ideia de que Ilhéus não teria o carnaval. “Organizar um evento deste gênero em tão pouco tempo dificilmente será positivo”. Ela defende que o evento precisa de planejamento, divulgação, organização e atrativos que incentivem as pessoas. “Nada tenho contra as atrações, mas trazer gente do fundo do baú como atrativo principal já dá uma amostra de como será o evento”. Enquanto muitos são contra o carnaval em Ilhéus, devido às circunstâncias, outros apoiam plenamente a festa e defendem que qualquer iniciativa para não deixar o folião na mão é válida. É o caso do auxiliar de escritório Washington A. da Silva, para quem o motivo da realização da festa tem a ver com as próximas eleições mas, independente do objetivo, a iniciativa do governo do estado foi acertada. “Ilhéus é uma cidade turística e não pode ficar de fora de uma festa popular como o carnaval. Mesmo com as restrições, acredito que será melhor do que se não tivesse nada”. Outro que apoia é o estudante Marcelo da Silva. “Ilhéus, independente da festa, atrai turistas do mesmo jeito. Então, por que não oferecer aos visitantes e os moradores locais a tradicional festa momesca?” Ele diz que “nem todos se programaram o carnaval fora daqui”.
Colo-Colo enfrenta crise de jogadores, direção, torcida e uma depressão que parece não ter fim, pressionado pela péssima campanha no Estadual 2010. Lanterna do Grupo 1 e sério candidato ao rebaixamento, o Tigre ilheense enfrenta a sua pior crise desde que ascendeu à divisão principal do futebol baiano. A troca de insultos tornou-se pública na sexta-feira, 5, quando o vice-presidente Paulo Moreira disse, numa entrevista ao programa Tabuleiro, do radialista Vila Nova, que o presidente José Maria era “rainha da Inglaterra” e possui “caráter duvidoso”.
O vice-presidente anunciou seu desligamento do clube e saiu atirando. Questionou a contratação de Ferreira, técnico campeão baiano pelo Tigre em 2006, e afirmou que Zé Maria decide sozinho as questões do Colo Colo. O ex-vice não deixou de lamentar a falta de transparência da gestão do presidente e pediu que Zé Maria deixasse a direção do time, “para o bem do Tigre”. Na mesma sexta-feira em que o vice-presidente Paulo Moreira ocupou o rádio para atirar em Zé Maria, o ex-jogador Cafuringa hostilizou atletas do Colo Colo hospedados em um hotel de Ilhéus, chamando-os de “come-e-dorme”. Cafuringa é irmão do prefeito Newton Lima e ouviu de alguns atletas que ele deveria criticar era a cidade, “que está uma merda”. Contemporizou A reportagem de A Região procurou ouvir o presidente do Colo Colo. O celular do dirigente estava desligado. Conseguimos falar com Paulo Carvalho, dirigente da Bitway, co-patrocinadora do time. Apesar das reações do ex-vice-presidente, Carvalho contemporizou. “Não há tensão. A diretoria está concentrada para sairmos dessa situação [no campeonato]”. Carvalho disse que os dirigentes tratam a questão como pessoal e que Zé Maria não entrará em bate-boca com o ex-vice. “Pelo menos hoje, ele não dará respostas”. Como patrocinador do Colo Colo, Paulo disse acreditar que o time sairá da situação incômoda de lanterninha. O time disputou seis partidas, perdeu cinco e ganhou apenas uma (Colo Colo 1x0 Itabuna). “Acreditamos na recuperação e vamos trabalhar para isso”. Um plano de reestruturação do time está sendo tocado e a situação pode ser revertida em até 12 dias, afirma Paulo Carvalho. A equipe trabalha para fechar a contratação de dois novos reforços, revelou. Neste sábado, 6, o Tigre perdeu mais uma partida, contra o Fluminense de Feira, por 1x2, no estádio Jóia da Princesa. Na quarta, 3, o Colo Colo tinha perdido de 2x5 para os feirenses. Veloso quer que sociedade escolha cursos do IFET que veio para Ilhéus graças a sua luta junto ao governo federal, ainda em 2007. Com as obras em andamento, o deputado federal Raymundo Veloso(PMDB), já pensa no funcionamento do Instituto Federal de Educação Tecnológica (IFET).
Ele defende que a os cursos da instituição sejam discutidas com a sociedade regional. “Precisamos mobilizar a população para fazermos escolhas com um pensamento de futuro. É necessário se basear num projeto de desenvolvimento de oportunidades para os jovens”. Veloso informou que vai procurar os setores ligados à educação, como sindicatos de professores, entidades estudantis, associações comunitárias, representantes do empresariado, universidades, prefeitura e a comunidade para debater os cursos do IFET. Ele pretende solicitar que a Câmara coordene os trabalhos e convoque audiências públicas. O deputado defende que a discussão seja ampliada para Itabuna, onde prevê a mesma mobilização. “Precisamos ganhar tempo, realizar reuniões produtivas e objetivas, com a preocupação de escolher cursos que ainda não sejam ofertados por instituições da região”. O parlamentar destacou a importância de uma instituição federal. “Esta obra é um sonho de muito tempo e não vamos perder a oportunidade de participar ativamente do seu processo de construção e consolidação como centro de excelência no ensino regional”. O coordenador do Núcleo de Inovação Tecnológica da Uesc, Gesil Sampaio, diz que “a presença de instituições para formação de mão de obra de boa qualidade pode atrair e fixar empresas de fora, além de facilitar o crescimento das locais, como em São Carlos (SP)”. Os cursos O IFET faz parte da rede federal de educação profissional, cientifica e tecnológica, que conta com mais de 100 anos de experiência em capacitação profissional. “Funciona com todas as atribuições de uma universidade, inclusive o tripé ensino, pesquisa e extensão”. O Instituto Federal da Bahia (IFBA) oferece, atualmente, 20 cursos técnicos, 10 de graduação e 10 de pós-graduação, com especialização latu sensu, mestrado e doutorado. Para o ensino técnico, o IFET prevê cursos que aliam o ensino médio com capacitação profissional, como nas áreas de edificações, análise química, geologia, eletromecânica, infraestrutura urbana, biocombustíveis, petróleo e gás, alimentos. A instituição oferece cursos para jovens e adultos que já tenham completados 18 anos, através do programa Proeja. Há também a oferta de formação profissional num curto espaço de tempo, com cursos com duração de um ano e meio a dois anos> Entre eles estão os de automação industrial, operação de processos industriais químicos, metalurgia, hospedagem, meio ambiente, enfermagem. Para o nível superior, o IFBA dispõe de cursos de graduação tecnológica, com uma abordagem mais técnica e prática e, por isso, a duração é menor, permitindo ao aluno um ingresso mais rápido no mercado de trabalho. Há ainda os de bacharelado e licenciatura, como administração, engenharia elétrica, engenharia mecânica e computação. Para a pós graduação, estão disponíveis, entre outros, as de engenharia clínica e gestão de desenvolvimento em inovações tecnológicas. Veloso avalia o IFET como a grande aquisição dos últimos anos. “A Instituição irá preparar a região para entrar numa nova era de crescimento e desenvolvimento, com a atração de grandes investimentos e o desenvolvimento da pesquisa científica”. To translate this page into English using FreeTranslation.com click here To translate just a part of the text, copy and paste into the area below. Choose "Portuguese to..." the language of your choice. |
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