malha fina
18.Outubro.2014



geddel e souto
Divórcio a vista
      Durou pouco o casamento entre o PMDB de Geddel e o DEM de Paulo Souto. Como em casa de derrotado todo mundo esperneia e ninguém tem razão, cada lado acusa o outro. Calma, senhores, a culpa é dos candidatos...

Maçã boa
      Em Salvador, por exemplo, a pífia votação de Aécio Neves a presidente é atribuída a ele ter que carregar Paulo Peroba e Geddel pelas ruas. Hoje que não tem mais disputa para governador, a propaganda só mostra Aécio com ACM Neto.

Vereador
      Em Itabuna, o PMDB mostrou que continua sendo apenas um figurante. Não conseguiu nem 2 mil votos (votação de vereador) para o candidato “único” do partido a federal, Lúcifer Lima, nem para o estadual, Pedro Tavares. Vexame...

Estrela cadente
      No lado do PT também voa pena entre o diretório estadual e o municipal, acusado de não trabalhar pela campanha de Rui e ser responsável pela derrota para Paulo Peroba na cidade, uma das poucas em que isso aconteceu. Um fracasso.


Ravengar
      Sem sentar na cadeira de presidente, o vereador Joílson Rosa contratou às escondidas uma empresa de construção a peso de ouro para subcontratar os funcionários demitidos, mas até agora só uns poucos foram contratados.

Bico seco
      O pessoal da Vila Anália quer saber se alguém trabalha na Emasa. Estão há 15 dias sem água, mesmo sem nenhum aviso de que ia faltar nem justificativa. Quando ligam para a empresa, não conseguem nenhuma resposta que preste.

Misterioso
      Os moradores estão sem água para beber, tomar banho, lavar a louça, lavar roupas, nada. A Emasa não deu qualquer aviso prévio de que ia faltar água no local e não se sabe de nenhum equipamento com defeito. Fica o mistério...

Turbulência
      Dizem que o G12 da Câmara de Itabuna decidiu que o substituto de Aldenes será o vereador Joílson Rosa. Como o vereador não é famoso pela ética nem pela delicadeza, com certeza os próximos anos da Câmara serão turbulentos.

Medo de Ruy
      Dizem que o motivo que levou o G12 a manter a formação da Mesa é o desentendimento por conta do concurso público. Os cargos já estavam fatiados no grupo, mas com a eleição de Ruy Machado as indicações “dançariam”.

São João
      O vereador Ruy Machado, que disputa a presidência, está cada vez mais perto de retornar ao comando da Câmara. O G12 da casa, como o que limpou os recursos da Emasa, está mais para formação daquele negócio junino que de grupo.

Vende-se
      Um vereador da Câmara de Itabuna, cliente assíduo de agiotas, está com uma dívida de R$ 90 mil. Procura candidato à Mesa Diretora disposto a premiar seu apoio com os 90 papagaios. Não é a primeira vez que quita a dívida assim...

Gula
      A gulodice da FICC prejudicou o projeto de teatro mais organizado de Itabuna. A administradora do Zélia Lessa e todas as entidades que participavam foram embora depois de “atitudes da FICC” que inviabilizaram o espaço.

E bagunça
      A FICC passou a dar a chave do teatro para qualquer pessoa, sem consultar a agenda. O resultado foi ter grupos que iam ensaiar encontrando o teatro já ocupado por gente que não estava na agenda nem tinha pauta. Uma bagunça.

O inimigo
      Um encontro mais de cunho político que técnico, promovido por Aguido Muniz, trouxe de volta o ódio e o discurso raivoso dos novos velhos coronéis do cacau contra os produtores da agricultura familiar. Parece coisa patológica.

Derrubada
      O perdão da dívida foi a pauta, sem nenhuma solução. Enquanto defendem a sustentabilidade, um vendedor de agrotóxicos ficou furioso no encontro do IPC porque a Ufesba não permitiu a exposição de motosserras no Campus.

É “vermelho”
      Para o vendedor, as motosserras são “instrumento valioso” do produtor de cacau para derrubar árvores. Disse ainda que as universidades “adestram seus alunos” a ter ódio do agronegócio. Nâo se sabe se confundiu a Ufesba com o PT.

O butim
      azevedo O terreiro do Demo em Itabuna está em pé de guerra e o motivo é o dinheiro dado pelo deputado Benito Grana para a natimorto campanha de Zé Nilton a deputado. A contenda é entre Paulo Borges e Marilice versus o resto da turma.

Passa passa
      O bando de Zé Nilton acusa os dois de não pagar os acordos da campanha. Zé exige que o restante seja depositado na conta do irmão Juscelino. Já as amantes de Zé dizem que passaram o dinheiro para Paulo, que diz que passou...

Tocaiando
      Na ciranda da grana, Paulo diz que repassou o dinheiro para Jorge, Danilo e Barão, que dizem que passaram para Joelma Reais. O certo é que Zé Nilton e Marilice são vistos fazendo campana na porta da casa de Paulo Borges.

Cadê a grana?
      Como ele não nasceu ontem, Paulo Borges decidiu fazer plantão todos os dias, só para não ser encontrado pela dupla do Demo. No meio da bagunça, Benito Grana quer a prestação de contas, que diga onde o dinheiro foi “aplicado”.

Aperreio
      Os cabos eleitorais, sabendo que Zé Nilton tem dinheiro, fazem vigília todo dia nas casas dele, na esperança de receber. Quem está rindo de tudo isso é a ex-secretária Joelma Reais, que está com sua campanha bancada em 2016.

Segundo turno
      O deputado derrotado Geraldo Simões tem sido visto quase todo dia em caminhadas pela periferia de Itabuna. Alguns passantes, com pena, avisam a ele que não existe segundo turno para o cargo de deputado. Mas ele não ouve.

Natal triste
      Curriculo Aconselharam ao deputado que deixe as caminhadas e comece a preparar seu currículo, para não entrar 2015 desempregado. Ou “tome banca” de agronomia para lembrar o que precisa para voltar a trabalhar na Ceplac.

Ladeira abaixo
      É costume dizer que em política erros não são perdoados. O deputado derrotado Geraldo Simões vai se somar aos políticos que cometeram erros e caíram no ostracismo. Como Waldir Pires, de governador a vereador em Salvador.

Vereador
      Sem votos para prefeito ou deputado, o cargo que resta para o ainda deputado disputar é o de vereador. Quem sabe ele tem alguma chance. Já o filho Thiago terá que continuar como empresário. Na política o buraco é mais embaixo.

Emprego
      É triste o futuro de Geddel. Se Dilma ganhar, não pode voltar porque brigou. Se Aécio ganhar, não terá lugar porque o governo é de mudança. Na prefeitura de Salvador não há lugar vago. Pelo jeito ele vai virar assessor do irmão Lúcio.



 
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