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12.Maio.2012
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Ser mãe é como a poesia, “padecer no paraíso” numa mistura de amor e dor, sofrimento e alegria, algo que só quem é mãe sabe. “Meus filhos são todos adultos hoje, mas o amor é o mesmo de quando eles nasceram, pode acreditar,” garante Djanira Santos, seis filhos homens.
“Para eles, estarei sempre aqui para o que der e vier, por eles eu luto e enfrento qualquer batalha, sem medo. Isso é ser mãe”, completa. “Só sabemos o verdadeiro papel de mãe quando nos tornamos uma. É ai que a gente percebe o que significa este jeito único e verdadeiro de amar incondicionalmente. Nada se compara ao prazer de ter e ser mãe”, reforça a estudante Manuela Cardoso Nascimento, mãe de dois filhos. A Comerciante Alda Santos, três filhos, se derrete ao dizer que mãe é só alegria e felicidade. Mas também é sofrimento quando percebe uma doença. “Conseguimos ser mãe de nossos filhos, dos filhos das amigas e daquelas que a gente nem conhece, mas sabemos de seu sofrimento”. “Ser mãe é um presente único de Deus. É um privilégio ter mais esse título em nosso currículo. Mãe é tudo de bom. Mãe sofre e chora por tudo, mas é feliz”, diz a radialista Florentina Jerimum, lembrando de seus quatro filhos. Maior alegria A trabalhadora rural Maria José da Silva, cinco filhos, diz com todas as letras que não existe alegria maior do que ser mãe. “A preocupação que temos e os desafios que enfrentamos, da hora que acordamos até a hora de dormir, parece que nos dá força para continuar lutando”.
“Tudo que queremos é a felicidade deles e não importa a idade”. Mãe de uma filhinha, a professora Jackeline Santos Bessa, acha que mãe tem um amor sem medida. “Mãe é capaz de fazer coisas que Deus duvida para garantir segurança e uma vida boa para seu filho. A gente faz coisas impossíveis. Porque a maior recompensa é ver minha filha feliz e sorrindo”. A dona de casa Nazadir Cardoso dos Santos, cinco filhos, diz que “mãe é responsabilidade 24 horas por dia. E não importa se ele tem um ou 100 anos de idade, para nós é como se fosse sempre um bebê. Isso é ser mãe”. A designer Milena Cortes,com uma filha de 11meses, se emociona ao dizer que ser mãe, para ela, é tão importante e tão bonito que dá vontade de chorar. “É tudo de bom e bonito. Eu me considero o porto seguro de minha filha e isso é emocionante”. Entrega “Mãe é ser a maior experiência que uma mulher pode ter na vida. É uma mistura de entrega, doação. Somos felizes e privilegiadas por isso”, reforça a vendedora Rosemeire Souza, também com uma filha de 10 anos.
“Nossa! Ser mãe é maravilhoso, é a maior realização pessoal de uma mulher, embora às vezes nos sentimos tristes, seja por uma doença ou ausência. Mas é uma dor especial”, diz a coordenadora pedagógica Lucineide Pereira Vasconcelos ao lado de seu filho Lucas Sossa, de 11 anos. A dona de casa Vaneska Santos Silva, que está na terceira gestação, diz que é como se estivesse esperando o primeiro filho. “A expectativa, a ansiedade de saber como é o rostinho, de não ver a hora de pegar no colo, cuidar... nem existem palavras para descrever tamanha emoção”. Desde 94, o Brasil produziu 18,7 bilhões de moedinhas que valem juntas R$ 4,3 bilhões. É a primeira vez que o Brasil faz uma pesquisa sobre moedas fora de circulação, mas ela passará a ser feita a cada três anos. No México existe uma moeda, feita com prata, que é uma das mais guardadas em casa, com taxa de 19%.
A pesquisa do Banco Central mostra que 85% das cédulas de R$ 10, R$ 20, R$ 50 e R$ 100 em circulação apresentam bom nível de conservação, o que contribui para a identificação dos elementos de segurança pela população e dificulta a atuação de falsários. As cédulas de R$ 2, R$ 5, R$ 10 e R$ 20 têm vida útil, em média, de 14 meses. Já as cédulas de maior valor, R$ 50 e R$ 100, podem durar em média 37 meses. O levantamento estima que 27% das moedas emitidas desde o lançamento do Plano Real, em 1994, estejam fora de circulação, em especial as de 1 centavo e R$ 1. Entre as razões estão a perda de moedas de baixo valor pela população e o armazenamento prolongado. O Banco Central alerta para o grande volume de notas descaracterizadas, com riscos, furos, fitas adesivas, desenhos e coisas assim. Esse desgaste precoce se deve geralmente ao descuido no manuseio das notas ou mesmo à intenção de causar o dano. "Paixão e guerra no sertão de Canudos" abre no Ccaf - Centro de Cultura Adonias Filho na terça-feira (24), com entrada franca. A exibição deste documentário e vários outros filmes brasileiros integra o Projeto 3ª na Tela, executado em todos os centros de cultura da Bahia, numa iniciativa do Secretaria Estadual de Cultura.
Obras de cineastas baianos como Glauber Rocha e Olney São Paulo, para ficar em apenas nesses, também são algumas das atrações para este mês de abril, conforme adiantou o diretor do Centro de Cultura de Itabuna, Aldo Bastos. “A exibição de filmes e documentários como estes, que estarão acessíveis gratuitamente ao nosso público, são importantes especialmente para a valorização do cinema nacional”. Aldo participou de um encontro de coordenadores de centros, em Salvador, e trouxe boas noticias. Uma delas é o Festival de Ballet do Teatro Castro Alves, cuja apresentação está programada para outubro em Itabuna. Outro evento já certo é a exposição de Caribé, que traz para Itabuna uma mostra da vida e obra de Jorge Amado, em homenagem ao centenário de vida do escritor baiano, em agosto. Mas antes disso o Centro de Cultura terá o “Abril Temático”. Como este mês é dedicado à dança, haverá pautas gratuitas para grupos que quiserem se apresentar às terças e quartas-feiras. Happy arte Para quem gosta de um “happy hour” com direito a musica, teatro, poesia e dança, o Ccaf promove a performance de artistas grapiunas, que se reúnem toda vez em que uma parede ganha nova obra, como a de Ramon Vane. Aldo Bastos explica que destinou sete paredes, que dão acesso ao anfiteatro, para ser pintadas com obras de arte feitas exclusivamente por artistas da casa. “Uma forma de valorizar nossa artista e, ao mesmo tempo, deixar sua marca, bonita de ver como um acervo da nossa cultura”. Quem estreou o projeto foi Ramon Vane, com uma pintura que retrata o primitivismo de Macuco (Buerarema), com seus pássaros, os riachos e a serra. O painel “Macuco em Festa” mostra um pouquinho de cada obra viva da natureza, que ainda é possível de se ver em Buerarema. Na estreia, o cantor Marcelo Ganem e ator Fernando Caldas deram um show de interpretação, acompanhados pelo grande publico que prestigiou o evento. To translate this page into English using FreeTranslation.com click here To translate just a part of the text, copy and paste into the area below. Choose "Portuguese to..." the language of your choice. |
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