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TRATAMENTO |
| ANTIINFLAMATÓRIOS
NÃO ESTERÓIDES (Aines) | Para
combater a dismenorréia primária são usados atualmente antiinflamatórios
não-esteróides, de última geração, os Aines.
São medicamentos não-hormonais que bloqueiam a produção
das prostaglandinas, diminuem a dor e a inflamação e não
produzem efeitos colaterais no aparelho digestivo. O uso contínuo de antiinflamatórios
tradicionais pode provocar efeitos colaterais desagradáveis, às
vezes muito intensos, principalmente no aparelho digestivo, como enjôo,
vômitos, dores e sangramento no estômago, gastrite e úlcera
gástrica. Entre os Aines mais usados pelos médicos estão
o ibuprofeno, o acetaminophen, o naproxen e naproxeno sódium e o rofecoxib
(os nomes correspondem ao princípio ativo do medicamento). O uso da medicação
deve começar pouco antes ou no início da dor menstrual e ser repetido
em intervalos de seis a oitos horas para evitar a formação de mais
prostaglandinas.
| | PÍLULAS
ANTICONCEPCIONAL | Para
mulheres que sofrem de dismenorréia grave os médicos podem acrescentar
ao tratamento o uso de anticoncepcionais orais, que como se sabe bloqueiam o ciclo
hormonal natural e a ovulação, o que impede a produção
excessiva de prostaglandinas. As pílulas são eficientes no controle
de 80 a 90% dos casos mais graves de dismenorréia.
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| ACOMPANHAMENTO
MÉDICO | O
controle da dismenorréia secundária também pode incluir o
uso de antiinflamatórios não-esteróides (Aines), mas o tratamento
não se esgota neles. Caberá ao ginecologista identificar as causas
que estão por trás do quadro de dor e indicar as medidas que podem
eliminá-las.
| | TRATAMENTOS
ALTERNATIVOS | | Ao
lado da medicação, é recomendável evitar situações
de fadiga ou estresse. O cansaço físico ou psíquico produz
ansiedade esta condição emocional piora muito a experiência
da dor. Tomar banhos quentes ou usar bolsa de água quente sobre o abdome
é outra providência que ajuda a aliviar o desconforto da dismenorréia
moderada. A prática regular de meditação, yoga ou de qualquer
outra atividade física contribui para melhorar o bem estar, independentemente
da medicação e atenuar a dor. Os médicos recomendam ainda
uma dieta leve para os dias de dor mais intensa. |
| Fonte:
Dr. Nilson Roberto de Melo Presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução
Humana | | |
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