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TRATAMENTO |
Deve
ser feito sempre que os sintomas perturbarem a vida cotidiana da mulher, diminuindo
seu ritmo de trabalho ou prejudicando seus relacionamentos familiar, afetivo e
social. A indicação da melhor terapia depende do tipo de sintomas.
No tratamento das TPMs mais graves os médicos costumam associar medicamentos
antidepressivos à base, por exemplo, de sertralina ou fluoxetina, a substâncias
diuréticas como a espirolactona. Esta última é antagonista
da aldosterona, um hormônio produzido no rim que regula o metabolismo da
água no organismo. A produção de aldosterona aumenta muito
no período pré-menstrual, o que favorece a retenção
hídrica.
| | O
uso de ácido gamalinolênico (GLA) associado a uma dieta rica em ácidos
graxos (óleos de soja e girassol e alimentos como salmão, sardinha
e atum) são outra alternativa de tratamento de médio e longo prazo.
O GLA é um componente da estrutura das membranas celulares, precurssor
da prostaglandina E1, substância que ajuda a regular o equilíbrio
dos hormônios femininos, diminuindo o impacto da TPM. O GLA favorece ainda
a liberação de neurotransmissores cerebrais que regulam o humor
e a sensação de bem estar. |
| Fontes
Mara Diegoli, assistente Doutora da Clínica Ginecológica da Faculdade
de Medicina da Universidade de São Paulo.Coordenadora do Centro de Apoio
à Mulher com Tensão Pré-Menstrual do Hospital das Clínicas
da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Cristina Stephan,
ginecologista e pesquisadora do Isbem - Instituto de Saúde e Bem Estar
da Mulher, responsável atualmente por um estudo clínico sobre TPM
com base no uso de medicamentos diuréticos, anti-depressivos e de ácido
gamalinoleico. | | |
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