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AFGHAN
HOUND: ESTILO CAMPEÃO Ele dá um show
em elegância, tem um temperamento peculiar e uma astúcia desenvolvida no convívio
com povos nômades. Se houvesse um concurso entre todos os cães para escolher aquele
cuja maior graça fosse um estilo bem esnobe, o Afghan venceria na certa. Tanto
no físico como no jeito de ser ele se mantém aristocrático. Se um Afghan não for
assim, não é um "verdadeiro" Afghan. O próprio padrão demonstra isto em algumas
de sus definições: "a cabeça é sempre portada alta; o olhar distante parece ver
através das pessoas; a movimentação suave e elástica denota alta classe". Não
é à toa, que de tempos em tempos, surge um Afghan coadjuvante de manequim em desfiles
de moda. Ele é o protótipo da elegância canina. Para começar, tem uma pelagem
incomum para uma raça grande - os fios retos, lisos e sedosos podem ir quase ao
chão. Alguns Afghans complementam a beleza da pelagem com um quê supersofisticado:
a barbicha ou mandarim, como é chamada pelos criadores. Apesar de nem todos os
exemplares a apresentarem, quando aparece é bastante bem-vinda. Outro detalhe
exótico é a faixa de pêlos curtos sobre a linha da coluna, mais escura que o resto
da pelagem. Como um bom galgo, o físico do Afghan está entre os mais refinados
da espécie. O corpo estreito e as pernas longas compõem um tipo esbelto - o dito
alto e magro. A cauda chega a ser engraçada de tão inusitada. Fininha e quase
sem pêlos, fica enrolada como um ponto de interrogação. Além de tudo, a raça dá
um show pela maneira como se move. Quando anda, os passos leves e a cauda em riste
são dignos de um desfile. Ao parar, sua postura é impecável. Com o pescoço ereto,
o Afghan chega a olhar para os lados como se quisesse ver se notam que ele é,
de fato, um arraso. Não perde a classe nem ao deitar. Cruza as pernas dianteiras
e repousa a cabeça sobre elas. Se correr, o espetáculo então é maior ainda. Parece
flutuar sobre o solo e a pelagem voa ao vento.
SEM
SUBMISSÃO No temperamento, o Afghan
faz jus à fama de "distante". Mas não se entenda por isso um cão pouco ligado
ao dono. Muito pelo contrário. Charles Harrisson no livro O Afghan Hound, comenta
que a raça elege o seu dono por volta dos 5 meses. Se depois desta fase for afastado
dele, chega a recusar comida e pode ter alterações de comportamento. José Altair
Azevedo de Moraes, do Canil Hilmand's, Vitória - ES, conta que no início da sua
criação chegou a vender uma fêmea de nove meses, dócil e tranqüila. Com o novo
proprietário tornou-se chorona, destruía as coisas e sempre tentava fugir. Acabou
sendo vendida para outra pessoa, que também a passou adiante pelas mesmas razões.
Cinco meses depois, a solução foi voltar para o primeiro dono. "Assim que me viu
ficou literalmente histérica de alegria e seu comportamento voltou ao normal",
recorda José. Na verdade, a típica independência da raça pode passar a falsa idéia
de desinteresse em estar junto aos donos. O Afghan não exige muita proximidade
física. Como diria Charles Harrisson: "mantém contato constante, mas de longe".
Não é daqueles que solicitam atenção, pulam e festejam os donos. Quando quer expressar
carinho não é efusivo. "Os meus me recebem roçando seus corpos delicadamente em
minhas pernas, depois vão cuidar da vida", comenta Georgina Guimarães, do Canil
dos Guisos, Rio de Janeiro - RJ. Além do mais, o Afghan nem sempre - ou melhor,
quase nunca -, atende quando é chamado. Apenas olha para o dono e continua fazendo
o que quer. É a sua natureza auto-suficiente. Harrison vai mais longe. Conta que
quando se tenta pegar um Afghan é comum ele obrigar a pessoa a caçá-lo por uns
cinco minutos. "Parece querer reafirmar sua independência; apenas quando desistimos
cede e vem ao nosso encontro." O Afghan não se submete a ninguém. Neste ponto
os criadores são categóricos: quem quer um cão que prime obediência não pode ter
um Afghan. " Embora compreenda, e muito bem, o que os donos esperam dele, obedece
apenas quando sente vontade", diz Renata Prieto, juíza especializada na raça.
Por não atender as vontades das pessoas que o cercam, o Afghan ficou em último
lugar entre 133 raças na capacidade de obedecer, segundo o livro The Intelligence
of Dogs, do canadense Stanley Coren. Resultado: confusão. A grande imprensa divulgou
sem maiores receios que o Afghan era a raça mais burra do planeta. Acontece que
inteligência e obediência são coisas diferentes e muitas vezes não andam juntas.
Tendo em vista as origens do Afghan, se fosse muito obediente e submisso aos comandos
humanos, aí sim, seria burro. O forte da raça é a capacidade de resolver problemas,
enfrentar novas situações e agir estrategicamente diante delas, sem a ajuda de
ninguém. No Afeganistão, região montanhosa onde se desenvolveu com a principal
finalidade de caçar animais de grande porte, o Afghan tinha que se virar sozinho.
O caçador não comandava nada, apenas o seguia. O cão era o senhor da situação.
Decidia o caminho, desviava dos desfiladeiros e outros obstáculos comuns ao terreno
acidentado das montanhas. Além disto, conforme descreve a bibliografia, parece
que a raça chegou ao Afeganistão com povos nômades que passavam por lá a caminho
da China e Índia. Nesta época, o Afghan teria desenvolvido artimanhas de sobrevivência.
Aprendeu a roubar alimentos, preciosidades e até cavalos, sem ser surpreendido.
Talento este que todos os exemplares, sem exceção, demonstram até hoje. " Certa
vez estávamos lanchando e um deles conseguiu surrupiar da mesa um pacote inteiro
de pão de fôrma, sem que ninguém percebesse", lembra Ydenice Ribas Luiz Vianna,
do Akhenaton Kennel, Guapimirim - RJ. "O Afghan se mantém dissimulado até surgir
a oportunidade, quando então age de forma rápida, eficiente e silenciosa." A criadora
acrescenta ainda que se for pego em flagrante, solta o objeto e faz uma cara de
"quem, eu? Imagina!". Sônia Costa Pereira, proprietária de quatro Afghans, também
se mostra impressionada com a astúcia da raça. Recorda que um deles chegou a abrir
a geladeira para pegar comida. "Outro, para dormir no meu travesseiro, vai até
a porta do terraço, como se quisesse sair: assim que levanto para abri-la, corre
e se deita no meu lugar." PACATO
FÔLEGO
O convívio com o Afghan é sossegado. Ele é um cão pacato. Apesar de grande, se
costuma facilmente em ambientes pequenos. Dentro de casa, passa a maior parte
do tempo repousando. Sheila Alves dos Santos Pinheiro, o marido e a filha de 4
anos dividem um apartamento de um dormitório com Sarah, uma Afghan que está com
eles há dez anos. "Nunca tivemos qualquer tipo de problema, pois ela se adaptou
muito bem", conta. "Sempre que quer passear me cutuca com o focinho e olha para
a porta, mas não faz isso mais que duas vezes por dia." No entanto, nem só de
descanso vive o Afghan. Basta que se encontre em liberdade para mostrar o outro
lado da sua personalidade: fôlego e energia de fazer inveja a um atleta. Se solto
em grandes áreas não hesita em sair em disparada. Ama correr. É uma das raças
usadas em corridas caninas na Europa e EUA. Caso haja um lago por perto, prepare-se:
um banhinho vai muito bem. Só que depois gastam-se algumas horas para deixar sua
pelagem em ordem. O Afghan não pode passar sem exercício. Se não tiver espaço
aonde mora, é fundamental pelo menos uma vez ao dia, sair para descarregar suas
forças por no mínimo meia hora. Lembre-se que a raça não atende aos chamados e
que mantém o espírito explorador das origens.
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Portanto,
não cometa o engano de levar o cão solto. Há grandes chances de não vê-lo nunca
mais | |
Portanto,
não cometa o engano de levar o cão solto. Há grandes chances de não vê-lo nunca
mais. Outra característica é não latir à toa. "Nunca meus vizinhos reclamaram",
fala Sheila. "Aliás, acho que sequer ouviram minha cadela latir." Como o Afghan
caçava em matilha, vive bem na companhia de outros cães. Apesar dos felinos serem
uma de suas antigas presas, também costuma aceitar bem a companhia de gatos. A
raça ignora pessoas estranhas, sem nenhuma cerimônia. Já virou lendário o hábito
de afastar a cabeça caso um desconhecido tente acariciá-lo. A criadora Zorana
Bielovic, do Canil Stenara, São Paulo - SP, comenta que alguns exemplares chegam
a rosnar se insistirem em tocá-los. "Uma das minhas fêmeas ataca qualquer desconhecido
que apenas chegue muito perto", comenta Georgina. Mas, mesmo os mais avessos a
estranhos não servem para guarda, pois só atacam se ameaçados. "Se o ladrão circular
a uma certa distância não darão a mínima pelota", diz Ydenice. DISPONIBILIDADE Ao
mesmo tempo que a pelagem do Afghan é uma das mais exuberantes entre os cães,
disputa as primeiras posições em trabalho de manutenção. Por isso, ter um exemplar
desta raça exige um requisito essencial: disponibilidade para cuidar da sua pelagem.
E mais: o Afghan é vaidoso o bastante para ficar abatido caso seus pêlos estejam
maltratados. O banho deve ser semanal. Entre lavar, escovar e secar vão cerca
de três horas. Escovação, no máximo duas vezes por semana: o cão tem que estar
limpo senão os fios quebram e deixam um aspecto de cabelo repicado. Toma pelo
menos meia hora para ser feita. Só use escova de pinos de metal, sem bolinha na
ponta, para não arrancar os pêlos. Pode-se ajudar a manter a pelagem sempre brilhante
oferecendo uma ração específica para raças de pêlo longo, já existente no mercado.
Não recorra ao uso de óleo de milho misturado à comida, pois pode causar problemas
estomacais. Durante o verão há uma tendência do Afghan perder mais pêlos,
mas não a ponto de espalharem pela casa como ocorre com raças sujeitas à muda
(não é o caso do Afghan). Neste período, pode-se escovar a cada dois dias para
removê-los. METAMORFOSE
A velha história de ver os pais do filhote antes de comprá-lo é essencial.
Certifique-se de que não possuem os defeitos mais freqüentes nos exemplares brasileiros,
pois podem ser hereditários. José Peduti Neto e Neide Paduano, juízes de todas
as raças, apontam os dois principais problemas a combater. O primeiro é que há
exemplares que perderam a angulação correta do ombro. Isto os faz portar mais
baixo a cabeça e ficar sem a pose típica de superioridade. O outro é o dorso selado,
arqueado para baixo.
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"O
Afghan deve ter o dorso reto para não perder a leveza da movimentação", fala
José Peduti | |
"O Afghan
deve ter o dorso reto para não perder a leveza da movimentação", fala José Peduti.
Hilda Drumond, juíza de todas as raças, ressalta que a busca por cabeças mais
refinadas está enfraquecendo a mandíbula, que deve ser forte. Os olhos, tipicamente
laterais dos galgos, estão ficando mais frontais. "O problema é mundial", acrescenta.
O filhote de Afghan passa por uma transformação total até chegar aos dois anos.
Joan McDonald Brearley, autor do The Book of the Afghan Hound, enfatiza: "quem
já o criou desde pequeno sabe que o mais fascinante da infância é acompanhar a
sua metamorfose." Quando nasce, nem de longe lembra um Afghan. Tem a cara chata,
focinho curto e poucos pêlos. A idade ideal para a aquisição é entre dois e três
meses. Nesta época, já tem cara de Afghan e ainda não entrou no processo de crescimento
acelerado. Tem o corpo proporcional, exceto pelo focinho achatado ao invés de
reto, até cerca os quatro meses e a cauda esticada até os cinco. Também é possível
saber a cor definitiva vendo a que predomina por baixo. Já não tem mais a penugem
do recém-nascido: transformou-se numa pelagem curta, com uns dois ou três centímetros.
Quanto mais densa melhor - indica que provavelmente será abundante no futuro.
Os olhos, que muitas vezes nascem azulados, já tiveram tempo para mostrar a cor
definitiva. Dá-se preferência aos escuros, mas os dourados também são aceitos.
O filhote com 60 a 90 dias deve revelar a elegância dos movimentos do adulto,
o que praticamente a garante na maturidade. Depois desta idade cresce desproporcionalmente.
Até os oito ou dez meses fica um típico pré-adolescente desengonçado: magro demais,
com pernas excessivamente longas e movimentos desajeitados. Quem vê pode duvidar
que em breve terá a pose do adulto. Chega a ser divertido. Toda aquela classe
típica do cão maduro não passa de um jeito meio estabanado. Os pêlos têm uns dez
centímetros mas são espetados, formando um penteado estilo moicano. Entre os 18
meses e dois anos atingem um comprimento razoável. A pelagem chega ao auge a partir
dos cinco anos - se muito bem tratada, é claro.
VIDA LONGA AO REI O Afghan bem
alimentado e mantido em boas condições de higiene é um cão forte. Mesmo quando
doente demonstra alta capacidade de recuperação. Por ter orelhas longas é propenso
à otite. Luis Alberto Cesar, veterinário com experiência na raça, sugere a limpeza
semanal dos ouvidos para diminuir os riscos de infecção. "Limpe-os com um chumaço
de algodão embebido com vinagre branco com água." Porém, cuidado para não machucar
a parte interna do ouvido do cão. Peça orientação clínica caso não saiba fazer
a limpeza. Luis Alberto observa que o Afghan é uma das raças mais predispostas
ao tártaro e conseqüente gengivite (inflamação da gengiva), favorecido pela acidez
da saliva. "Leve o cão a cada seis meses ao veterinário para higiene dentária
de remoção do tártaro, evitando a inflamação." Em casos muito graves, os dentes
podem cair, a inflamação se alastrar e até matar devido a problemas no coração,
rins ou fígado. O veterinário Silvio Lima Duarte comenta que, como o Afghan cresce
muito rápido, está sujeito a raquitismo. Fica com deformações ósseas e anda com
dificuldade. Em filhotes é possível evitar ou corrigir a doença. Mas nos adultos
não há cura, pois os ossos já estão completamente formados.
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Vitamina
D e banhos de sol ajudam a fixar o cálcio | |
Para impedir o problema,
dê boa ração e, de acordo com o peso e idade do cão, doses de cálcio. Vitamina
D e banhos de sol ajudam a fixar o cálcio. O aparecimento de tumores é apontado
pela veterinária Luciane Behle como relativamente freqüente na raça. "Anemia,
vômito, sangramento contínuo são prováveis indícios de doença, constatada através
de exames", explica Luciane. Alguns tumores podem ser retirados cirurgicamente.
Tratamentos como quimioterapia e radioterapia já são bastante usados nos EUA,
mas no Brasil ainda são recursos raros. Não há constatação de doenças de origem
hereditária no Afghan criado no Brasil. Charles Harrisson, em 1980, em seu livro
editado na Grã-Bretanha citava a ocorrência da catarata juvenil que leva à cegueira
quando o cão é bem novo. Mencionava também a displasia coxo-femural, causadora
da dificuldade de movimentação das pernas traseiras. Estes problemas não foram
observados por nenhum dos criadores e veterinários entrevistados. Acredita-se
que os cães importados pelo nosso país tenham vindo livres destes problemas.
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PADRÃO
OFICIAL
CBKC n° 228 de 30/5/94. FCI n° 228° de 24/6/87. País de Origem:
Afeganistão Nome do país de origem: Afghan Hound Aparência geral: dá a impressão
de força e dignidade, combinando velocidade e vigor. A cabeça é portada alta.
Características: expressão oriental é típica da raça. O olhar do Afghan é distante
e parece ver através das pessoas. Temperamento: indiferente e digno, com
certa coragem e determinação. Cabeça e Crânio: crânio longo, não muito
estreito, com occipital proeminente. Focinho longo, de presas fortes e stop leve.
Crânio bem balanceado encimado por um longo topete. O nariz é, preferivelmente,
preto sendo a cor fígado aceitável em exemplares de pelagem clara. Olhos:
de preferência escuros, não penalizando os exemplares com olhos de cor dourada.
Quase triangulares, ligeiramente oblíquos, no sentido do canto interno para o
canto externo. Orelhas: de inserção baixa bem para trás, portadas
rente às faces e revestidas por pêlos longos e sedosos. Focinho: maxilares
fortes, com mordedura em tesoura perfeita, regular e completa, isto é, os dentes
superiores se sobrepondo estreitamente com relação aos inferiores e bem alinhados
na mandíbula. A mordedura em torquês é tolerada. Pescoço: longo, forte,
portando a cabeça alta. Anteriores: ombros longos e inclinados bem
alocados para trás ,bem musculosos, fortes, sem serem carregados. Membros anteriores
reto com boa ossatura. Visto de frente aprumados com os ombros. Cotovelos bem
ajustados, trabalhando rente ao tórax. Tronco: linha superior é reta
e de nível, de comprimento moderado, bem musculosa, com a garupa inclinando-se
ligeiramente na direção da cauda. Lombo reto, largo e, preferencialmente, curto.
Ílios bem proeminentes e bem separados. Costelas moderamente arqueadas e boa profundidade
de peito. Posteriores: fortes, com joelhos bem curvados e bem angulados.
Longo entre a garupa e os jarretes que são relativamente curtos. Os ergôs podem
ser removidos. Patas: as anteriores são fortes e muito grandes, tanto
em comprimento quanto na largura e revestidas por pelagem longa e espessa. Os
dedos são arqueados, metacarpos longos e flexíveis, almofadas plantares, perfeitamente
apoiadas no chão. As posteriores são longas, mas não tanto quanto as anteriores,
com as características de pelagem iguais. Cauda: de inserção baixa
e tamanho médio, portada alta, quando em ação, formando um anel no final.
Pelagem: longa e de textura muito fina na região das costelas, nos membros
e nos flancos. Nos cães maduros, o pêlo é curto e denso ao longo de toda a linha
superior. Cor: todas as cores são aceitas. Tamanho: machos
de 68 a 74cm e fêmeas de 63 a 69 cm. Movimentação: suave e elástica,
com estilo de alta classe. Faltas: qualquer desvio dos itens deste
padrão deve ser considerado como falta e penalizado na exata proporção se sua
gravidade. Nota: os machos devem apresentar os dois testículos bem
visíveis e normais, totalmente descidos na bolsa escrotal. |
| | PARA
SABER MAIS: Livros: 1) O Afghan Hound, de Charles Harrisson, Editora
Nobel, São Paulo-SP. 2) The Complete Afghan Hound, de Constance O . Miller
e Edward M. Gilbert Jr, Editora Howell Book House, Nova York- EUA. 3) The
Book of the Afghan Hound, de Joan Mc Donal-Brearley, Editora T.F.H. Publications,
Neptune City, NJ-EUA. Clube: Afghan Hound Club of America, tel.: (001708)
365-3647. 612 Tall Oaks Trl., Elburn, IL 60119, EUA. Revista
Cães&Cia - Todos direitos reservados Agradecemos aos
entrevistados e à consultoria de Hilda Drumond, diretora cinotécnica da ACB, inclusive
pela revisão técnica deste texto. Reportagem: Mariana Viktor e Rodrigo Flores.
Edição de texto: Flávia C .Soares Foto: Luiz Henrique Mendes Prop.:
Canil Stenara Direitos
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total ou parcial do texto
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