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DOGO
ARGENTINO: VERSÁTIL GUARDIÃO O dogo foi desenvolvido na Argentina
pelos irmãos Antônio e Augustin Nores Martinez, filhos de um eterno perdedor de
lutas entre cães. Eles queriam fazer um cão imbatível tanto nas arenas quanto
nas caçadas. | |
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Com inúmeras
habilidades, esta raça é ótima na guarda. Descubra porque. Dogo Argentino surpreende.
Reúne todas as características de um guardião completo. Na aparência, seu porte
avantajado e musculoso, lhe confere um aspecto de poderio e certamente faz pensar
duas vezes quem quiser invadir o seu território. A cor branca, típica da raça,
permite sua rápida visualização mesmo no escuro. Isto funciona como fator intimidatório,
pois o ladrão que é ladrão prefere uma casa sem cachorro. Mas, se mesmo com o
seu tipo imponente, alguém resolver encará-lo que se prepare. Há poucas chances
de vencê-lo. Destinado originalmente à caça de grandes animais como os pumas e
javalis e também muito usado em rinhas, o Dogo é extremamente valente e combativo.
Dono de grande agilidade e de uma possante musculatura nos posteriores, tem incrível
força de propulsão para atacar, pular e sustentar a luta com o inimigo. Além disso,
há dois motivos que tornam a sua mordida arrasadora. Primeiro, o músculo da mandíbula,
responsável pela força e rapidez de fechar a boca, é extremamente desenvolvido
(é por isso que o Dogo tem as típicas "bochechas" salientes). Segundo, quando
abocanha dificilmente solta. Isso se dá porque os lábios, ao contrário de muitas
raças, não são pendentes, permitindo que respire pelo canto da boca enquanto morde.
Outra característica que o faz um excelente combatente é a pele grossa, que protege
a musculatura do impacto de pancadas. Desta forma, ele sente menos dor. Na região
do pescoço há uma proteção extra: a pele elástica e com rugas. Portanto, se tentarem
segurá-lo por ali, a pele estica e ele consegue virar a cabeça e morder. Acostumado
desde as origens a caçar em áreas extensas, o Dogo tem o hábito de fazer a ronda,
sendo capaz de atuar na guarda cobrindo qualquer território. Não importa o tipo
de terreno. Para tanto, conta com almofadas plantares altas, bem carnudas, de
sola muito áspera e com calosidades que permitem aliviar o impacto sobre o solo
e até correr por locais ásperos e pedregosos, sem ferir-se. É um cão rápido também
na localização do inimigo, pois fareja alto pelo ar e com um olfato apuradíssimo,
herança do Pointer. Ele usa, portanto, o vento e não o rastro no chão que implica
numa maior perda de tempo. Consequentemente , o embuste de caminhar sobre trilhas
diferentes, entrar na água etc para confundir o perseguidor, não adianta. A raça
é bastante atenta e silenciosa, já que durante as caçadas não devia alardear a
presa. Um Dogo só costuma latir diante de uma agressão ao dono em situações de
ameaça. Por todas estas razões, a Polícia Federal da Argentina utiliza a raça
como cão de patrulha e submete aos mais complexos treinamentos de ataque e obediência.
ERA UMA VEZ ... O dogo foi desenvolvido na Argentina
pelos irmãos Antônio e Augustin Nores Martinez, filhos de um eterno perdedor de
lutas entre cães. Eles queriam fazer um cão imbatível tanto nas arenas quanto
nas caçadas. Para isso, elegeram as melhores qualidades da raça encontradas em
10 raças, que foram usadas na sua formação: do Cão de Luta Cordobês, do Bull Terrier
e do Bulldog Inglês herdou a resistência à dor e combatividade; do Dogue Alemão,
a base estrutural; do Irish Wolfhound, a velocidade; do Boxer, o caráter equilibrado;
do Pointer Inglês, o olfato apurado; do Dogue de Bordeaux, a possante mordedura
e do Mastim do Pirineus e do Cão dos Pirineus, o tamanho e rusticidade, entre
outras qualidades. Em 1928, foi redigido o primeiro padrão da raça.
VERSÁTIL Porém, o Dogo é mais do que um guarda de primeira. Herdou
as melhores qualidades das raças que o originaram. Superversátil, o próprio padrão
comenta a sua utilidade em diversas outras funções, como a caça, rinha, guia de
cego e cão de busca e salvamento. Companheiro dedicado e obediente, mostra-se
totalmente submisso às vontades do dono e da família com quem convive. O livro
Todo a Cerca Del Dogo Argentino, chega a comentar que quando Dogo faz algo que
não agrada ao mestre e é castigado, deita aos seus pés e jamais reage à punição.
Além disso, tem uma notável capacidade de aprendizado. Entende tanto ordens verbais
quanto gestos. É do tipo ultrapaciente com crianças. " Deixo tranqüilamente meu
filho de 3 anos e minha filha de 9 meses sozinhos no jardim junto aos Dogos",
conta Ana Paola Cordi, do Canil Luna del Kilimanjaro, Curitiba - PR. "Eles ficam
atentos, circulando ao redor das crianças", completa. A raça não permite que nenhum
intruso invada o território, mas respeita o que estiver devidamente acompanhado
do dono, como as visitas. Ao contrário de alguns cães de rinha, o Dogo convive
bem com outras raças. No entanto, o macho só aceita compartilhar o mesmo espaço
com fêmeas. HORA DA ESCOLHA Os segredos para ter um
Dogo bonito, dentro do padrão e fisicamente capaz de exercer suas funções, começam
na escolha do filhote. Há algumas características indesejáveis na raça que têm
aparecido. Evite-as. Os olhos, por exemplo, devem ser escuros ou cor de avelã,
nunca azuis e nem um de cada cor. O nariz (trufa nasal), precisa ser preto, as
pálpebras e a pele podem ser claras, mas não vermelhas. Caso contrário, o cão
terá maior sensibilidade ao sol e a enfermidades cutâneas. O tamanho também é
importante. Exemplares maiores ou menores que o determinado para a raça (veja
padrão) perdem parte da capacidade de trabalho. Portanto, observe se os pais do
seu futuro Dogo possuem o porte correto, o que aumenta as chances dos descendentes
o terem. Aproveite e verifique se a dentição é completa. Há cães com falta de
pré-molares, o que é hereditário. O presidente do clube da raça na Argentina,
Fernando Eduardo Moreno, explica que a ausência destes dentes não dificulta as
funções, mas que deve-se lutar pelo ideal. Já o mau alinhamento dos incisivos
(aqueles que ficam entre os caninos) ou o prognatismo, que às vezes aparece como
herança do Boxer e do Buldogue Inglês, impede que os caninos se cruzem ao morder.
Só escolha um exemplar com incisivos alinhados e mordedura em tesoura. O corte
de orelhas é obrigatório pelo padrão. Por volta dos 2 meses, leve o cão ao veterinário
para que determine-se a data ideal. Caso a cirurgia seja com anestesia geral é
importante que o cão pese, no mínimo, entre 10 a 12 quilos. É aconselhável adquirir
o filhote ainda com orelhas inteiras, para ver se não há manchas escuras na pele
ou pêlo, pois podem ser transmitidas aos descendentes. Ainda que se aceitem pequenas
manchas na cabeça, é preferível que seja toda branca. Já no corpo, qualquer mancha
desqualifica o exemplar. Por isto, não se deve acasalar dois cães com a pele muito
pigmentada de preto - podem ocasionar manchas tanto na pele como no pêlo. Hoje,
há dois problemas de saúde congênitas na raça. O primeiro é a displasia. Certifique-se
que os pais do filhote são saudáveis, pois na criação não há controle por chapa
radiográfica. O segundo, é a surdez. Assegure-se de que os pais da ninhada escutam.
Faça também um teste com o próprio filhote. Por exemplo, estalando os dedos para
ver se ele percebe. Existiam Dogos que sofriam de compressões vertebrais e ficavam
paralíticos. No entanto, estes exemplares foram retirados da reprodução e parece
que o mal está erradicado. Fernando Eduardo comenta que há 8 anos não vê nenhum
caso. O livro Todo Acerca del Dogo Argentino cita alguns problemas adquiridos
que aparecem com maior freqüência. Segundo o autor, a pele do Dogo é sensível,
por ser rosada. O sol forte pode queimar as partes do corpo com menos pêlos, como
perto do nariz e ponta das orelhas. Portanto, se necessário, passe um protetor
solar. A raça também é sujeita a micoses, dermatites alérgicas e Piodermite Interdigital
(inflamação da pele entre os dedos que apresenta pus e deve ser tratada com antibiótico).
A única forma de prevenção é evitar que o cão fique sujo ou com o corpo úmido,
já que assim cria-se um ambiente favorável à proliferação de ácaros, fungos e
bactérias. Caso ele se molhe, seque-o bem, inclusive entre os dedos e na região
anal, onde a umidade e a sujeira se acumulam mais facilmente. Outro alerta do
autor é quando à Piodermite Localizada Profundo. Como explica o veterinário Amândio
Alves, é comum que esta inflamação apareça nos cotovelos e joelhos, pois ficam
em atrito com o chão. As raças grandes são mais vulneráveis que as pequenas, já
que o peso sobre as juntas é maior e causa atrito mais violento. Para diminuir
as chances do problema se manifestar, ponha um colchão onde o cão dorme. Vale
também passar um creme hidratante nas juntas após o banho. Porém, peça recomendação
a um veterinário pois há cremes que fazem mal quando ingeridos. Para ter um Dogo
bem forte e com a musculatura bem definida, exercite-o . Se viver em área espaçosa,
basta estimulá-lo a correr. Senão, faça caminhadas diárias. Até os 12 meses, fase
de desenvolvimento, não ultrapasse os 30 minutos. A partir de um ano, aumente
para uma hora. Quanto aos cuidados de beleza, a raça não requer muitos. Basta
uma escovação semanal. Banho, apenas quando necessário, pois tem pouco cheiro.
Vive de 12 a 13 anos. PADRÃO OFICIAL CBKC n° 292 de
10/4/1994. FCI n° 292 de 31/7/1973. Grupo: 2 (Pinscher, Schnauzer, Molossos e
Boiadeiros Suíços). Seção 2 A: Molossos - Tipo Dogue País de origem: Argentina
Nome do país de origem: Dogo Argentino. Nome adotado pela CBKC:
Dogue Argentino Utilização: rinha, guarda, caça, guia de cegos,
busca e salvamento. Prova de trabalho: para o campeonato, independente.
Textos entre parênteses: são explicações aprovadas pelo Club de Criadores
de Dogo Argentino, confeccionadas por criadores da raça. Crânio: massudo, convexo,
longitudinal e transversalmente, em razão do relevo muscular dos mastigadores
e da nuca. Focinho: de comprimento igual ao do crânio, assim,
o stop está situado na metade da distância do occipital à ponta do focinho(1).
(Separamos crânio e focinho, mas é o conjunto de ambos que define a tipicidade
da cabeça do Dogue pertencendo ao tipo mesocefálico, devendo delinear um perfil
convexo/ côncavo: o crânio convexo pelo relevo da inserção dos músculos mastigadores,
clássico do crânio de cão de presa do tipo mastigador e do focinho, ligeiramente
côncavo e arrebitado, próprio do cão de excelente olfato, o que, em resumo, significa
que o Dogue Argentino tem crânio de mastigador e focinho de farejador, uma integração
funcional, reunindo faro alto (ventor) e exímo mordedor. Arcos zigomáticos bem
afastados do crânio, formando uma fossa temporal ampla, para a cômoda inserção
do músculo temporal, um dos principais mastigadores) Olhos: escuros ou cor de
avelã. Pálpebras com orlas pretas ou claras. Inseridos bem separado, de expressão
esperta e inteligente, mas, ao mesmo tempo, com marcante dureza. (Os olhos claros
ou pálpebras vermelhas reduzem a pontuação. A desigualdade de cores - sarcos -
é falta desqualificante). Maxilares: bem articulados, sem prognatismo,
fortes, com dentes grandes e bem inseridos. (Não importa o número de molares.
O mais importante é a homogeneidade das arcadas dentárias, a ausência de cáries
e ausência de prognatismo superior ou inferior, e especialmente, os quatro caninos,
que são grandes, limpos e perfeitamente articulados, cruzando-se, na mordida,
ao fazer a presa) Trufa: preta e muito bem pigmentada, narinas
bem amplas, com um ligeiro Stop(3). (A trufa branca ou muito manchada de branco
desconta pontos. Trufa fendida ou lábios leporinos é falta desqualificante).
Orelhas: de inserção alta, portadas eretas ou semi-eretas, de forma
triangular, devem apresentar-se sempre cortadas. (O juiz não deve julgar um Dogue
Argentino com orelhas inteiras, devendo retirá-lo da pista. Na fêmea pode-se aceitar
um corte de orelhas um pouco mais longo, como no Dogue Alemão. No macho é preferível
um corte um pouco mais curto. O Dogue Argentino é um cão de presa: durante a luta
as orelhas longas permitem uma presa fácil e muito dolorosa. Além disso, razões
estéticas tornam necessário o corte das orelhas) Lábios: bem
ajustados, secos, de bordas livres, pigmentados de preto. (Exige-se o lábio curto,
para que, quando o cão estiver fazendo a presa, possa respirar também pela comissura
labial. Se os lábios fossem pendentes, apesar do maxilar ser bastante longo, fariam
o papel de válvula, impedindo a inspiração suplementar pelas comissuras labiais,
fechando a comissura e obrigando-o a soltar a presa, por insuficiência respiratória,
como acontece nas raças de lábios pendentes). Occipital: completamente
oculto pelos potentes músculos da nuca, não pode ser marcado, sendo a inserção
de cabeça e pescoço em forma de arco.(Confunde-se com a curva da linha superior
do crânio). Pescoço: grosso, arqueado, elegante, com a pele da
garganta muito grossa, formando rugas como no Mastim, Dogue de Bordeaux, Bulldogue
e não esticada como no Bull Terrier. (A elasticidade da pele no pescoço se deve
à grande flacidez do tecido desta região, possibilitando o deslizamento da pele
sobre a aponeurose superficial, de tal maneira que os caninos ou as garras inimigas
não consigam atingir os músculos, apenas, o couro. Por exemplo: no caso de um
Puma tentar segurá-lo pelo pescoço, a pele elástica esticar-se-ia muito, permitindo-lhe,
também, fazer a presa). Peito: amplo, profundo, dando a sensação
de possuir pulmões grandes. Visto de frente, o esterno deve atingir um nível abaixo
dos cotovelos. (Sendo o Dogue Argentino um cão de trabalho e luta, óbvio destacar
a necessidade de um peito profundo e amplo, pela importância da respiração).
Cernelha: alta, muito forte, de grandes relevos musculares.
Tórax: amplo, visto de perfil, a linha inferior atinge o nível dos cotovelos.
Linha superior: mais alta na cernelha, inclinada em direção à garupa, em suave
declive. (nos adultos quando o desenvolvimento muscular do dorso e dos rins é
bom, visto de perfil, nota-se relevo dos músculos espinhais, formando um canal
mediano ao longo da coluna). Anteriores: retos, bem aprumados. As patas têm dedos
curtos e bem compactos. (O comprimento dos dedos guarda uma proporção com a da
pata. Têm almofadas plantares altas, bem carnudas com uma sola muito áspera ao
tato, como calosidades que permitam correr muito, por terreno áspero e pedregoso,
sem ferir-se). Lombo: oculto pelos músculos do dorso(2). Posteriores:
coxas muito musculosas, com jarretes curtos e dedos bem fechados, sem ergôs.
(Com boa angulação lembrando sempre que são os responsáveis pela propulsão, velocidade
e sustentação na luta corpo a corpo, portanto, nunca será demasiado insistir quanto
à importância da força na musculatura da coxa. Os dedos de lobo (ergôs) tão fácil
de serem suprimidos nos primeiros meses, descontam pontos, como característica
recessiva do Dogue dos Pirineus, porém não ocorrendo em desqualificação)
Cauda: grossa e longa, sem ultrapassar as jarretes, portada naturalmente
caída. Durante a luta, a mantém levantada, em contínuo movimento lateral, como
quando faz festa ao dono. (Deve ter-se presente que a cauda constitui uma grande
ajuda, tanto na mudança de direção durante a corrida, atuando como leme, em ação
compensatória, como na luta, servindo de sustentação ou ponto de apoio, colaborando
no trabalho dos membros posteriores). Peso: de 40 a 45 quilos.
Altura: de 60 a 65 centímetros. (Tanto na altura como no peso, o juiz deve ser
inflexível, pois sendo o Dogue Argentino um cão de luta, entre as raças de caça
maior, a redução do tamanho lhe tira eficiência. Entre vários exemplares bons
prefere-se o de maior altura. Os criadores da raça ensinaram que o Dogue Argentino
é um normotipo e dentro disso um macrotálico, quer dizer, que deve existir uma
harmonia na proporção, que sob o ponto de vista funcional, é eurritmia ou seja
normal correlação orgânica, que se traduz por uma maior altura e peso, naturalmente,
sem chegar ao gigantismo). Cor: completamente branco. Toda e qualquer
mancha de cor deve desqualificar o exemplar por ser uma característica atóvica.
(Os brancos com a pele muito pigmentada de preto, devem ser considerados como
exemplares inaptos para a criação, pelo caráter recessivo que demonstram e que
pode passar a ser dominante nos filhos, se forem acasalados com exemplares que,
potencialmente, tenham este defeito. As manchas pequenas na cabeça não são motivo
de desqualificação, mas entre dois exemplares equivalentes, o desempate será pelo
exemplar que mais se aproxime do completamente branco. Por outro lado, qualquer
mancha no tronco é motivo de desqualificação). Faltas: qualquer
desvio dos termos deste padrão deverá ser considerado como falta e penalizado
na exata proporção de sua gravidade. Desqualificações: 1.
Olhos de cores desiguais. 2. Surdez. 3. Manchas no corpo. 4. Pêlo
longo. 5. Trufa branca ou muito manchada (despigmentada). 6. Prognatismo
inferior ou superior. 7. Lábio muito pendente. 8. Cabeça afilada
9. Orelhas inteiras (não operadas). 10. Altura inferior a 60 centímetros
11. Mais de uma mancha na cabeça. 12. Toda e qualquer desproporção física.
Nota:os machos devem apresentar dois testículos visivelmente
normais, totalmente descidos na bolsa escrotal. COMENTÁRIOS: de
Bruno Tousz, diretor cinotécnico da CBKC, publicados juntamente com o padrão,
sem fazer parte dele: (1)Tivemos que alterar um pouco o texto porque o texto
original refere-se a um osso (apófise orbitária do osso frontal) inexistente nas
espécies caninas e poderia dar margem a discrepâncias de interpretação, que tanto
preocupa os criadores. E, para o outro extremo da medida, oferecem o bordo alveolar
do maxilar superior, o que, trocando em miúdos, significa o extremo distal da
maxilia, que nada mais é do que o osso que contém os alvéolos (orifícios) onde
ficam engastadas as raízes dos dentes incisivos da maxila, chamados "pinça" resolvemos
simplificar: o stop fica na metade do comprimento total da cabeça. (2)Lombo
(rins): oculto (apagado) pelos músculos do dorso. Provavelmente o dorso seria
oculto pelos músculos do lombo... (3)Consegue-se entender que os criadores se
preocupam com discrepâncias, nas arbitragens, mas essa preocupação fica explicada
ao ler-se a relação das desqualificações, depois deste comentário logo abaixo
do item trufa. "A trufa branca ou muito manchada de branco desconta pontos. Trufa
fendida ou lábios leporinos é falta desqualificante". PARA SABER MAIS
Livros: Todo Acerca del Dogo Argentino, de Victor A . Valinõ, editorial
Plus Ultra, Buenos Aires, Argentina. El Dogo Argentino, de A . Norez Martinez,
editorial Albatros, Buenos Aires, Argentina. II Dogo Argentino, de Candida Pialorsi
Farsina, editora De Vecchi, Milão, Itália. Clube: Clube del Dogo
Argentino - Antonio Nores Martinez. R. Luis Saenz Peña, 281, C.P.1.110,, TE 4760631,
Buenos Aires, Argentina. Tel.: (00541) 299-0034. Agradecemos
aos entrevistados; a Mônica Amaral do Canil Kilimanjaro em Curitiba; a Paulo Miguel
Pontes, do Fortin Patria Criadero, em São Paulo; e também as consultorias de Hilda
Drumond, diretora Cinotécnica da ACB e de José Peduti Neto, juiz de todas as raças
pela CBKC, inclusive pela revisão técnica deste texto. Reportagem e redação: Carmen
Olivieri. Edição de texto: Flávia C. Soares Foto: Luiz Henrique Mendes Prop: Canil
Los Pampas-São Paulo/SP Direitos
autorais do texto: Cães&Cia, é proibida a reprodução
total ou parcial do texto
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