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PAPILLON: ORELHAS DE BORBOLETA


Esse cãozinho tem tamanho e temperamento ideais para ser de companhia. Ele viveu sobre colos nobres das cortes européias, como o de Maria Antonieta, Luís 14 e Madame de Pompadour. Foi retratado por mestres do calibre de Rembrandt, Boucher, Fragonard, Ticiano, Van Dyck, Watteau e West. Quais as razões para tanto prestígio? Para começar, o tamanho diminuto, fácil de carregar. Depois, a união do temperamento meigo e tranqüilo com jeito garboso e diferenciado pelas orelhas em formato de asas de borboleta. Daí o nome Papillon, que em francês é borboleta. O Papillon sempre se destacou pelo desejo de agradar ao homem. Tanto que entre as raças pequenas só perde em obediência para o Poodle, segundo o canadense Stanley Coren, pesquisador da inteligência canina. "Fica desconcertado quando leva uma bronca", diz Roberto Simonetti, do Canil St.Thomas, São Paulo - SP. "É raro ter que repreendê-lo mais de uma vez." O nome oficial da raça pela Federação Cinológica Internacional (FCI) é Spaniel Anão Continental. O Papillon é considerado a variedade de orelhas eretas. Há outra variedade de orelhas caídas chamada Phalene (em francês, mariposa). Já nos EUA, Papillon designa as duas variedades. Supõe-se que a raça tenha nascido da fusão do já extinto Spaniel Anão da Bélgica com algum cão de raízes orientais. Sinais dessas raízes são a ossatura leve, tamanho diminuto e rabo curvado. Sua primeira representação conhecida é do início do século 14, em afrescos de uma igreja de Assisi, na Itália, pintados por Giotto. Freqüentou por cerca de duzentos anos as cortes européias, sempre de orelhas caídas. Lá tornou-se muito estimado e um dos seus símbolos, tanto que foi quase dizimado no século 18 pela Revolução Francesa. As orelhas eretas surgiram no final do século 19, perpetuadas por criadores belgas. A raça ganhou novo impulso na França, Bélgica e Inglaterra a partir da Primeira Guerra. É considerada oficialmente como franco-belga. O charme das orelhas levantadas fez o Papillon ser mais cobiçado que o Phalene, bastante raro no mundo. Até a década de 40, o cruzamento entre Phalenes poderia gerar um Papillon e vice-versa. "Hoje, isso não ocorre", diz a americana Becky Stark, do Canil Star-k, de Udall, Kansas - EUA. "O acasalamento entre as variedades sequer é recomendado, pois pode produzir cães com orelhas semi-eretas um defeito grave." No passado, Papillons e Phalenes eram inteiramente de uma cor, como a preta, a vermelha e a amarela-escura. "São cores típicas dos Spaniels Anões de modo geral", comenta a cinóloga Hilda Drumond. Hoje, essas cores fazem par com o branco, que deve predominar. "Dá-se preferência aos exemplares que têm o branco em forma de listra, do focinho à cabeça, sugerindo o corpo da borboleta", explica Beckey. "Chamamos esta marcação de blaze".

COBIÇADO
O Papillon torna-se cada vez mais numeroso nos EUA e Europa. No Japão vem crescendo muito. Em 1989 foram registrados 2.208 exemplares, contra 5.861 em 1994. No Brasil, nos últimos 11 anos não ocorreram registros. Roberto conta boas novas: "com meu casal e seus dois filhotes teremos pelo menos quatro registros neste ano." No início da década de oitenta houve uma tentativa infrutífera de iniciar a criação de Papillons em nosso país. Antonini Fessenko, que adquiriu um exemplar na época, acredita que um dos motivos do insucesso tenha sido o lento crescimento da pelagem, que só começa a atingir o auge por volta dos 18 meses. "Houve gente que devolvia os cães por achar que eram vira-latas." Maria de Lourdes Teixeira Brazão, que comprou duas fêmeas em 1978, conta que só não investiu mais na criação por não encontrar machos para acasalar.

HUMORES
O único canil nacional na ativa, do qual temos notícia, é o de Roberto Simonetti. "Pretendo levar a criação adiante pois o Papillon tem temperamento encantador", comenta. "Além de obediente e dócil, sabe captar os nossos humores", analisa. "Se estou cansado, vem devagar, sobe no meu colo e fica quieto. Quando estou de bom humor, faz muita festa". A americana Pearl George, que cria papillons há 30 anos é sócia de clubes da raça em vários países como o Canadá, a Inglaterra e a Dinamarca, comentou em um artigo que o Papillon é ótimo para passear de carro. "É tão pequeno e tranquilo que você nem o nota no banco ao lado". Outra particularidade observada por Pearl é o comportamento do macho e da fêmea. Ao contrário da maioria das raças, nas quais o macho é mais independente, ambos os sexos são igualmente ligados ao dono. Estranhos, o Papillon só aceita após perceber que são bem-vindos pelo dono. Os mantém sob vigilância, não permitindo que toquem nos objetos da casa. "A minha fêmea sequer aceitava alimento das visitas", relata Antonini Fesenko. Os exemplares de Roberto também mostram-se intolerante com desconhecidos desacompanhados de alguém da família. "Latem, rosnam e, ainda que não mordam, ameaçam", descreve Roberto. "Mas se a pessoa estiver comigo são receptivos". No entanto, conforme expõe Pearl, o Papillon tem um lado muito sociável. Depois que conhece alguém, passa a recebê-lo com muita festa. "O Papillon possui alta capacidade de transferir o amor de uma pessoa a outra", fala Pearl. "Isto o torna ideal para quem quer comprar um cão adulto, que não exije atenções freqüentes como ocorre com o filhote." Este pequeno cão também se sai bem em agility, esporte em que passa por obstáculos sob comando do dono. Herdou não só agilidade dos Spaniels, como o instinto caçador. No The Complete Dog Book comenta-se que por ser diminuto demais para caçar e matar uma presa, primeiro a cansa, fazendo-a correr de um lado a outro. Depois, quando já estiver exausta, dá cabo dela. Outros cães e animais, o Papillon aceita sem restrições. Não é ciumento. Deve-se tomar cuidado com raças grandes: o Papillon pode se machucar com os movimentos bruscos dos grandões. Além de excelente faro, mais uma herança dos Spaniels, possui um ouvido aguçado que o torna um bom cão de alarme. "Não late à toa", diz Roberto. "Só é latir por ruídos estranhos". A pelagem do Papillon é fácil de ser tratada. Para começar não tem subpêlo, responsável em outras raças pelos nós mais difíceis de desfazer. Também não é muito longa no corpo. As regiões nas quais é mais comprida são as do pescoço, parte posterior dos membros (pernas e braços), cauda e orelhas. Bastam escovação semanal e banho quando estiver sujo. Outra vantagem é que não passa por períodos de troca intensiva de pêlos. O filhote é frágil a quedas e trancos. Há criadores que receiam vendê-lo a famílias com crianças de até seis anos, já que estas nem sempre sabem medir a força das brincadeiras. Comum às raças pequenas, a garganta do filhote é bem estreita. Portanto, vale a advertência em relação a ossos de couro. Como o material fica macio e fino ao ser mastigado, há chances de engasgamento. Nasce com uma penugem que persiste até a quarta ou quinta semana de vida. Com dois meses, a pelagem já cresceu razoavelmente. "Deve-se comprar o cão com dois meses e meio ou três, pois se tiver pêlos densos, sem falhas e macio, é sinal de boa pelagem", diz Becky. As orelhas costumam levantar entre os dois e seis meses. "O ideal é que, puxadas para frente, não ultrapassem o ponto de encontro entre nariz e testa, caso contrário terão maior dificuldade em levantar", orienta a criadora.

SAÚDE É HERANÇA GENÉTICA
Como no Brasil, há poucos Papillons, Cães & Cia consultou dois criadores e dois veterinários norte-americanos experientes na raça. A média de vida deste cão é de 16 anos. Segundo eles, há alguns problemas hereditários no Papillon. Obviamente, os exemplares portadores de qualquer um deles não devem reproduzir. Também é fundamental, ao se adquirir um Papillon, a certeza de que os ancestrais não apresentem esses problemas. Nos EUA, o clube da raça fornece o nome dos cães portadores. Os criadores costumam apresentar documentos de isenção destes males nos pais e avós dos filhotes aos interessados em comprá-los. A subluxação da patela (rótula, osso móvel do joelho) é o mal congênito mais freqüente. Os cães que sofrem deste problema deslocam facilmente a rótula. Causa dor, inflamação local e dificuldade de movimentação. Pode-se corrigir com cirurgia. Outro mal que ocorre na raça, mais raramente, é chamado em inglês de liver shunts. O cão não se desenvolve bem e fica abatido devido a um mau funcionamento do fígado. A cura é cirúrgica. Há casos de fontanela aberta (moleira), que torna os cães mais vulneráveis a pancadas. O problema mais típico da raça, hoje relativamente controlado, é a atrofia progressiva da retina. Consiste na perda gradual da visão a partir dos seis ou sete anos e causa cegueira. Só é detectável após o aparecimento, quando o cão demonstra não enxergar bem. A raça é sujeita a alergias. De acordo com o veterinário Pierre Tung, de Kansas City, Kansas, ocorrem por herança genética. As manifestações alérgicas podem ter diversas causas, desde picadas de insetos a remédios. As conseqüências vão de coceiras a reações violentas, às vezes fatais. A respeito disto, a criadora Pearl George alerta que a raça é sensível a anestésicos. O motivo, segundo informam os dois veterinários norte-americanos entrevistados, é a ossatura porosa do Papillon que absorve intensamente o produto e causa facilmente sobredosagem. Se for preciso submetê-lo a uma cirurgia, é essencial usar um anestésico de reversão rápida, como o isoflurano. Pearl adverte que o Papillon pode ser sensível à penicilina. Sob efeito de anestesia não deve tomá-la pode ser fatal. Houve exemplares que apresentaram reações alérgicas a substâncias como fenol e clorox 2, componentes de alguns produtos de limpeza.


 
PADRÃO OFICIAL
CBKC n° 077 de 3/5/94 FCI n° 77 de 17/9/90 Classificação FCI: Grupo 9, Seção 10: Spaniels Anões Continentais. País de origem: França. Nome do país de origem: Papillon/Phalene.

NOME ADOTADO PELA CBKC: PAPILLON/PHALENE

APARÊNCIA GERAL:
Spaniel pequeno de luxo, de estrutura mediana e hormoniosa, pêlos longos, focinho de comprimento moderado e mais curto que o crânio; de aspecto esperto, gracioso, embora robusto, movimentação orgulhosa, com passadas elásticas e elegantes. O tronco é ligeiramente mais longo que alto.

COMPRIMENTO:
é medido da ponta do ombro (articulação escápulo-umeral) à ponta do ísquio.

TALHE:
altura da cernelha.

CABEÇA:
bem proporcionada ao tronco e, relativamente, mais leve e mais curta que nos spaniels de talhe grande e médio.

Crânio: moderadamente arqueado, seja de frente ou perfil, revelando, às vezes, uma leve indicação de sulco sagital.

Focinho: mais curto que o crânio, é fino, afilado e, de perfil, moderadamente evidenciado; não deve ser arrebitado.

Stop: cana nasal reta, faz a sua concordância com a linha do crânio por um desnível bem acentuado. Nos machos, mais grosseira, esse desnível é menor, entretanto, sensível, nas fêmeas, muito pequeno, é, nitidamente, marcado sem jamais apresentar um stop brusco.

Trufa: pequena, preta e redonda mas, levemente, achatada na face dorsal.

Lábios: muito pigmentados, macios e fechados.

Dentes: muitos fortes, bem ajustados e de maneira normal.

Língua: deve permanecer oculta; o fato de passar, constantemente, para fora ou de não permanecer dentro, quando tocada pelo dedo é um defeito.

Olhos: muito grandes, bem abertos, formato amendoado bem grande, sem ser proeminente, inseridos bem baixo, o canto medial dos olhos está situado na altura da sutura nasofrontal. De cor escura e muito expressivos; as pálpebras são muito pigmentadas.

Orelhas: de couro fino, mas resistente. Seja de orelhas oblíquas ou de orelhas caídas, quando examinado por toque a mão, a cartilagem não termina muito afilada. As orelhas são inseridas muito para trás, suficientemente afastadas de modo a aparecer a forma ligeiramente arqueada do crânio. A. variedade de orelhas caídas, chamada: Phalene. Em repouso, a orelha é inserida alta, sensivelmente mais alta que a linha dos olhos,portada caída e, contudo, muito móvel. Guarnecida de pêlos ondulados, podendo atingir um comprimento bastante longo que confere ao cão um aspecto de extraordinária beleza. B. variedade de orelhas eretas, chamada: Papillon. A orelha é inserida alta, a concha acústica, bem aberta de lado: o bordo medial da concha forma um ângulo próximo aos 45° com a horizontal. Em caso algum, a orelha pode apontar verticalmente, o que chama-se orelha de Lulu e deve ser, formalmente, rejeitada. A face interna da concha é guarnecida de pêlos finos igualmente ondulados. Os mais longos, ultrapassando, um pouco, o bordo da orelha; a face externa, pelo contrário, é revestida de pêlos longos que formam franjas caídas e ultrapassando bastante as bordas das orelhas. O acasalamento das duas variedades produzem, freqüentemente, orelhas semi-eretas, com a ponta dobrada: esta forma mista de porte de orelhas é um defeito grave.

MEMBROS:

Ombros: escápula e úmero de mesmo comprimento e articulados com uma angulação normal e bem acoplados ao tórax.

Membros: retos, firmes e finos. O exemplar não deve parecer esguio. De perfil, o metacarpo se desvia, os jarretes são normalmente angulados, visto pela frente ou por trás, são paralelos.

Patas: muito longas, chamadas de lebre, aprumadas nas almofadas. Unhas fortes, preferencialmente pretas, mais claras, nos exemplares marrons ou brancos (as unhas brancas nos brancos ou com os membros brancos não são considerados falta, se o exemplar for bem pigmentado no restante). Os dígitos são fortes, com sola resistente, bem guarnecidos de pêlos finos, ultrapassando a ponta da pata e formando uma ponta.

TRONCO:

Pescoço: de comprimento médio, um pouco arqueado na nuca.

Peito: amplo, muito profundo. O perímetro torácico, medido entre as duas últimas costelas, é igual à altura da cernelha. As costelas são bem arqueadas.

Linha superior: de comprimento moderado e reta; o lombo é forte e, ligeiramente, arqueado.

Ventre: ligeiramente, esgalgado. Cauda: inserção muito alta, mais para longa, muito franjada, formando plumagem. Em atenção, portada alta, no nível do dorso, e em curva, a extremidade podendo espalhar-se sobre o dorso; jamais pousada achatada sobre o dorso.

Pelagem: simples, sem subpêlo, abundante, brilhante e ondulada (sem ser encaracolada ou lanosa), entretanto, e um pouco resistente, com reflexos sedosos. O pêlo é assentado, bem fino e um pouco ondulado. O aspecto da pelagem se aproxima daquele dos pêlos dos pequenos Spaniels Ingleses, mas difere nitidamente dos Spaniels Pequineses; por outro lado, não deve ter qualquer semelhança à pelagem do Lulu. O pêlo é curto nas faces, focinho, face anterior dos membros e do jarrete abaixo. De comprimento médio no tronco, maior, no pescoço formando um colar e uma juba bem ondulada, que desce no antepeito; formando franjas nas orelhas, na face posterior dos membros anteriores; na face posterior das coxas, um vasto culote espalhando-se em mechas flexíveis. Podem surgir entre os dígitos, e até ultrapassá-los sob a condição de não tornar grosseiras as patas, mas ao contrário, afiná-las alongando. A título de informação, certos cães, em boas condições de pelagem têm um pêlo de 7,5 cm na cernelha e franjas de 15 cm na cauda.

Cor: todas as cores são aceitas sobre o fundo branco. No tronco e nos membros, o branco deve ser dominante, em proporção a cor: Buscamos o branco na cabeça prolongando-se por uma lista de largura média. Uma mancha branca é admitida na parte inferior da cabeça, mas o branco dominante na cabeça constitui uma falta. Em qualquer dos casos, os lábios, as pálpebras e, principalmente, a trufa devem ser pigmentadas.

TALHE:

Altura na cernelha: em torno 28 cm.

Peso: duas categorias:
1) menos de 2,5 quilos para machos e fêmeas.
2) de 2,5 à 4,5 quilos para machos e de 2,5 a 5 quilos para fêmeas. Peso mínimo: 1,5 quilos.

Movimentação: garbosa, fluente, fácil e elegante.

Faltas: crânio chato, de maçã e arqueado como os pequenos Spaniels Ingleses; stop muito leve ou muito acentuado; canal nasal romana ou arrebitada; olho pequeno, muito redondo, proeminente, de cor clara, revelando o branco olhando de frente. Trufa diferente do preto. Despigmentado nas bordas palpebrais ou nos lábios. Prognatismo superior e, principalmente inferior. Membros anteriores arqueados; metacarpos fracos; posteriores desaprumados nos joelhos, jarretes ou patas, posteriores fracos. Patas voltadas para dentro ou para fora, unhas que não tocam o solo. Ergôs nos posteriores. Cauda enrolada; pousando sobre o dorso; caídas para os lados. Pelagem pobre, lanosa ou macia; pêlo eriçado ou reto, pêlo lanoso, subpêlo presente, revelando mestiçagem com o Lulu. Dorso carpeado ou selado.

DESQUALIFICAÇÕES:

1. trufa rosa ou manchada de rosa.
2. prognatismo superior ou inferior excessivo a ponto que os incisivos não mais se tocam.
3. língua paralisada ou constantemente visível.

NOTA:
os machos devem apresentar dois testículos, de aparência normal, bem desenvolvidos e acomodados na bolsa escrotal
 

. PARA SABER MAIS
Livros:
1) The Papillon Primer. The Basic Book. The Papillon Club of America.
2) The Papillon "Butterfly" Dog, de Clarice Waud e Mark Hutchings, tel.: (001215) 338-6879, EUA. 3) Papillons, de D. Christian Gauss, TFH Publications, Neptune City, NJ, EUA.
Clube: The Papillon Club of America Inc. 551 Birch Hill Road, Shoemakersville, PA - 19555, EUA, tel.: (001610) 926-5581.

Agradecemos aos entrevistados, ao veterinário Joe Gosh (St. Louis, Missouri), à criadora Ethel Kretztrager (Kansas City, Kansas) e a Hilda Drumond, diretora cinotécnica da ACB, inclusive pela revisão técnica deste texto feita também por José Peduti Neto, juiz de todas as raças pela CBKC. Reportagem: Mariana Viktor e Rodrigo Flores. Edição de texto: Flávia C. Soares. Foto: Luiz Henrique Mendes Prop.: Canil St. Thomas - São Paulo/SP
Direitos autorais do texto: Cães&Cia, é proibida a reprodução total ou parcial do texto

 

 
   
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