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Parecido com um Collie, mas bem menor, ele encanta com a sua beleza, o amor aos donos e o prazer em agradá-los. O Pastor de Shetland não tem tanta fama no Brasil quanto o Collie, que deve a sua popularidade à conhecida Lassie, do cinema. A semelhança física poderia até lhe render uma vaga de dublê se não fosse pelo seu tamanho bem menor, com um pouco mais da metade da altura. De tão parecido e pequeno há quem o confunda com um filhote de Collie e também quem opte por chamá-lo de "mini Collie". Foi por intermédio de um anúncio oferecendo "mini Collies" que Regia Madureira de Oliveira adquiriu o seu primeiro Shetland. Hoje, dona do Canil Imperial Dog, em Brasília, cria a raça e sente na própria pele a curiosidade que esses cães despertam. Não raro é indagada sobre como conseguiu miniaturizar o "Collie". Esse tipo de pergunta também ocorre com a criadora Hilda Scherrer, do Canil Chelsea Sheltie, de Curitiba. "Já quiseram até saber se deixo faltar comida ou confino os "Collies" para ficarem anões", comenta. Fora o tamanho, as diferenças de aparência entre as duas raças são sutis. A presidente do English Shetland Sheepdog Club, em Londres, Betty Gibbens, aponta algumas. O Shetland tem proporcionalmente a cabeça menor; os olhos maiores e menos ovalados; o ângulo da testa com o focinho mais pronunciado; o focinho mais curto e a parte traseira (garupa), inclina-se para baixo mais gradualmente que a do Collie. Suas cores são as mesmas do Collie e tem mais duas: o preto-e-branco e o preto-e-castanho. Quanto ao temperamento, o Shetland é mais ativo que o Collie, mais brincalhão e late mais. Procura mais o afeto dos donos e obedece mais. Essa é a conclusão de Benjamim e Lynette Hart, no livro The Perfect Puppy, com base na opinião de 96 juízes e veterinários pesquisados. Os criadores entrevistados por Cães & Cia acrescentam que o Shetland se mostra mais desconfiado com estranhos do que o Collie.

COMPANHEIRÃO
O Sheltie - apelido carinhoso da raça - é visto por seus admirados como um companheiro interessante. "Dá pouco trabalho e pouca despesa", ressalta a presidente da norte-americana American Shetland Sheepdog Association, com sede em Denver, Jan Leonard. "Come pouco, até em relação ao tamanho", destaca a criadora Regia. Não exige muito tempo para cuidar da vasta pelagem, concordam todos. É um cão tranqüilo que se torna ativo quando estimulado. Por exemplo, solto em uma grande área ou convidado a brincar com os donos. Lilian Donati, moradora em um apartamento na cidade do Rio de Janeiro, diz que conheceu o Shetland por livros e decidiu importar um. "Adaptou-se perfeitamente", garante. A criadora Virginia Cimini Ristori, do Canil Avis, em São Paulo - SP, que também já criou Collies, vende a maioria de seus Shetlands para apartamentos. "Nunca ouvi um comentário de insatisfação em 20 anos de criação", salienta. Seus donos o consideram um bom companheiro para os passeios de carro. "Fica quieto num canto, sem dar trabalho; não tem cheiro forte e apesar de pequeno, rosna e late quando algum estranho se aproxima", enaltecem Lilian e outra motorista proprietária de um Shetland, Paula Duarte Silveira, de São Paulo - SP. Popular em vários países, o Shetland registrou no Japão - onde os cães pequenos são mais apreciados - , mais de 20 mil filhotes, em 1994. Lá, ele ocupa o sétimo lugar entre 122 raças. Está entre as 20 mais registradas há 11 anos na Inglaterra e há quatro nos Estados Unidos, com uma média anual de quase 40 mil filhotes. No Brasil, ainda não foi efetivamente descoberto. Teve apenas 48 registros no ano passado.

NA HORA
Como a maioria dos cães de pastoreio, o Shetland destaca-se pela obediência. Um pastor de proporções tão reduzidas se explica pela origem. Sua tarefa era pastorear animais pequenos, como pôneis e ovelhas, nas ilhas escocesas de Shetland, em uma região onde a alimentação era limitada pela escassa vegetação e pelo clima castigante. O Shetland serve ao homem com alegria. Aprende com rapidez a atender às ordens e faz ao primeiro comando. Graças a essas qualidades, a raça recebeu pontuação máxima no item "treino de obediência", do livro The Perfect Puppy. Um privilégio estendido a apenas três outras raças, entre as mais de 50 pesquisadas. O Shetland é também uma das 10 raças de maior destaque no ranking anual de provas de obediência , do Canadá. Consta, ainda, na sexta posição em "inteligência para obediência e trabalho" entre 133 raças, no livro. A Inteligência dos Cães, de Stanley Coren. O autor, inclusive, menciona o caso de uma Shetland de idade avançada chamada Noel. Com 13 anos saiu-se muito bem numa competição de obediência sem que os juízes e os espectadores percebessem que era surda. A dona dava ordens verbais e Noel seguia os sinais feitos com as mãos. A cinófila inglesa Betty declara-se impressionada "com a rapidez da raça em aprender tudo, desde a rotina do lar, os hábitos de higiene, as proibições, até os truques". Essa aptidão juntamente com outras qualidades levou a criadora Virginia, hoje com 86 anos de idade, a eleger o Shetland como o seu melhor companheiro. "Não dá trabalho, obedece na hora", justifica ela. A proprietária Paula também se entusiasma com a facilidade da raça em aprender. "Não precisei gastar dias nem horas para minha Shetland deixar de subir na cama ou no sofá sem ser convidada", exemplifica. "Comparada com muitas outras, a raça demora a metade do tempo para aprender um comando", revela Carlos Fernandez, handler acostumado a treinar Shetlands e muitos outros cães para exposições de beleza. A criadora Sheila Luchetti, do Canil Vale das Colônias, em Niterói - RJ, após ensinar seus Shetlands a ficar estáticos ao receberem o comando "pára", conseguiu algumas "proezas". Numa ocasião, seus Shetlands fugiram do cercado e em outra, um de seus machos saiu à rua atrás de uma cadela no cio. "Bastou eu ordenar 'pára', uma vez, e ir buscá-los", declara. A presidente do clube da raça nos EUA, Jan, lembra que essa facilidade da raça pode ter suas desvantagens. "Com a mesma rapidez que conseguimos ensinar coisas boas, podem aprender as indesejáveis".

PEDIDO DE AFETO
Outro destaque de Shetlands é a "busca por afeto", a cobrança constante por carinho e por companhia daqueles a quem amam. A pesquisa do livro The Perfect Puppy confirma essas características e os entrevistados concordam. "Cutucam a gente com a cabeça ou com as patinhas para pedir um afago", descreve Regia. "Encostam a cabeça nas minhas pernas", diz Virginia. "Ficam na soleira da porta me esperando, quando vou ao banheiro", acrescenta Hilda. O ciúme pelos donos pode deixar o Shetland nervoso. "Se estou na cama e meu marido se aproxima para deitar, um dos meus Shetlands salta sobre a cama e rosna para ele", conta Hilda. "Mas é só eu advertir o cão para que desça e fique quieto e ele faz sem resmungar." Regia às vezes tira um Shetland do canil e o põe dentro de casa. Quando o sortudo volta ao canil sofre as conseqüências: é agredido pelos demais, numa demonstração de ciúme. Fora o ciúme, os Shetlands não costumam brigar com cães. São companheiros cuidadosos das crianças. A criadora Regia, que presenteou cada um de seus três filhos pequenos com um exemplar, conta que "o Shetland chora para pedir ajuda, mas não agride a criança que o maltrata. Nos locais movimentados, a rodeia para protegê-la". Por serem pastores, fazem isso também com outros animais. Um Sheltie vendido por Hilda foi viver em um sítio. Lá, ele gostava de levar e trazer os marrecos da lagoa e de conduzir as galinhas ao galinheiro. Em uma ocasião, também num sítio, a criadora Sheila viu seus Shetlands correrem atrás das aves do vizinho. Logo pensou: "O estrago está feito". Mas os cães as cercaram e cuidaram para que nenhuma se afastasse. Com estranhos, o Shetland é desconfiado. Não permite contato físico. Costuma afastar-se e latir, sem atacar. A criadora americana Jan Leonard diz que quando há visitas em casa, os Shelties se distanciam e até se retiram. Às vezes voltam e ficam observando. "Nunca cheiram uma pessoa desconhecida nem abanam o rabo para ela." Hilda diz que se o estranho insistir em pôr a mão, chegam a rosnar, mas não a morder. "De nada adiantou uma vizinha oferecer carne à minha Shetland na tentativa de conquistar a sua simpatia", conta ela.

AVALIAÇÃO
Para avaliar um filhote devem-se observar as proporções físicas dele. Um bom exemplar tem o corpo retangular, levemente mais longo que alto. Ou seja, a distância da cernelha (ponto de encontro do pescoço com a linha superior do tronco) à raiz da cauda é maior que a da cernelha ao chão. Os olhos são amendoados e escuros. Na cor azul merle são aceitos também olhos azuis: podem ser ambos ou apenas um ou, ainda, escuros com manchas azuis. O focinho começa a ficar alongado a partir do primeiro mês. A ponta do nariz (trufa), lábios e pálpebras devem ser pretos. A criadora Regina recomenda observar se a cauda é portada na horizontal quando o cão está em movimento. Os cuidados especiais são poucos. A escovação é semanal, com escova de pinos, aumentando a freqüência na época da troca de pêlos. A pelagem não costuma formar nós. Os banhos devem ser mais espaçados possível. Por exemplo, semestralmente. Mas há criadores que nunca dão banho. "Os meus eu nunca molho, pois a pelagem, muito densa e fechada, demora cerca de dois dias para secar completamente, acumulando umidade", explica Hilda. Ela só dá banho seco, em intervalos semanais, com talco ou maisena. Os males da umidade são a proliferação de fungos e bactérias causadores de micoses e dermatites, que provocam mau cheiro e queda dos pêlos. A típica ponta dobrada das orelhas deve aparecer entre os quatro e os cinco meses de idade. Nessa época, se o terço superior não dobrar sozinho, os criadores dão uma ajuda. Colocam um pequeno peso - um rolinho de esparadrapo (substituído a cada cinco dias) ou uma massa aderente feita com a mistura da pomada Antiflogestine com talco, de forma que a pasta grude nas pontas das orelhas, recolocadas ao caírem por falta de aderência. Quando as pontas das orelhas dobrarem sozinhas, pode-se suspender o "tratamento". Tais providências não funcionam em Shetlands com mais de oito meses. A raça é saudável. Existem duas doenças hereditárias raras. A displasia coxo-femural e atrofia progressiva da retina. Por precaução, o English Shetland Sheepdog Club recomenda que antes de acasalar os cães, os sócios exijam um laudo negativo de ambas as enfermidades. Há propensão para problemas de pele, causados por disfunções orgânicas hereditárias. Causam o aparecimento de áreas sem pêlo, com vermelhidão da pele e posterior escurecimento.

O BRANCO NA PELAGEM
As marcações brancas são uma preferência em todas as cores aceitas pelo padrão do Shetland, exceto nos pretos-e-castanhos, conforme determina o padrão da CBKC. Devem estar localizadas no peito, antepeito, membros e extremidade da cauda, formando uma lista ou um colar. São proibidas no tronco. A ausência dessas manchas é aceita. O padrão do American Kennel Club (AKC) proíbe porcentagens superiores a 50% de branco no corpo. Já as entidades filiadas à Federação Cinológica Internacional (FCI) e o The Kennel Club, da Inglaterra, apenas orientam no sentido de não ultrapassar essa porcentagem, sem mencionar nos padrões, e podem penalizar ou até eliminar o cão das competições de beleza. Os exemplares com muito branco têm direito a pedigree. O excesso de branco surge geralmente do cruzamento entre dois Shetlands azuis merles, que gera também cães totalmente brancos e com problemas de cegueira e surdez. Outro cruzamento não indicado é o de exemplares zibeline (coloração que vai do dourado pálido ao acaju intenso) com azul merle.

ANCESTRAIS
Há contravérsia sobre a formação da raça. Uns acreditam vir do mesmo cão de trabalho do qual derivou o Collie ou do cruzamento entre cães nativos das Ilhas de Shetland e os ancestrais do Collie. Há também a hipótese de a raça resultar de cruzamentos que incluíram o Border Collie e o Collie. O Shetland foi reconhecido em 1909 pelo The Kennel Club, da Inglaterra. Até 1914 era conhecido como Shetland Collie. A partir daquele ano foi oficialmente chamado de Pastor de Shetland.

  PADRÃO OFICIAL
CBKC n° 88 de 30/4/95 FCIn° 88 de 15/4/88 País de origem: Grã-Bretanha Nome no país de origem: Shetland Sheepdog

APARÊNCIA GERAL:
pequeno cão de trabalho de pêlos longos, de grande beleza, de forma alguma rústico ou grosseiro. É de tal maneira harmonioso, que parte alguma do seu corpo é desproporcional ao todo. A pelagem da juba e do antepeito é bem farta, a cabeça bem esculpida, a doçura de expressão contribui para a apresentação do cão ideal.

CARACTERÍSTICA:
alerta, meigo, inteligente, robusto e ativo.

TEMPERAMENTO:
afetuoso e muito receptivo junto ao dono, reservado com estranhos, jamais tímido.

CABEÇA E CRÂNIO:
as linhas da cabeça são refinadas e, visto de cima ou de perfil, forma uma cunha alongada e truncada, diminuindo progressivamente desde a orelha até a trufa. A largura do crânio é proporcional ao comprimento do crânio e do focinho. O conjunto deve ser considerado em relação ao porte do cão. O crânio é chato e de largura moderada entre as orelhas, sem protuberância na crista occipital. As faces são planas fundindo-se suavemente ao focinho bem arredondado. O crânio e o focinho têm igual comprimento e o meio está situado na altura do canto proximal dos olhos. De perfil, as linhas superiores do crânio e do focinho são paralelas com um stop pouco acentuado, mas nítido. A trufa, os lábios e o contorno dos olhos são pretos. A expressão característica é resultante do equilíbrio perfeito e da harmonia do crânio e do focinho, da forma, da cor e da inserção dos olhos, da inserção e porte das orelhas.

BOCA:
maxilares de igual comprimento, nítidos e fortes; a mandíbula é bem desenvolvida. Os lábios fechados. Dentes sadios apresentando uma mordedura com articulação em tesoura perfeita, regular e completa, isto é, os incisivos superiores recobrem os inferiores em contato justo e estão inseridos ortogonalmente nos maxilares.

OLHOS:
amendoados de tamanho médio, obliquamente inseridos. De cor marrom escuro, exceto entre os merles, quando os olhos poderão se apresentar ambos azuis, somente um ou manchados de azul.

ORELHAS:
pequenas e moderadamente largas na base, inseridas no topo do crânio, bastante próximas. Portadas voltadas para trás quando o cão está em repouso mas, quando em atenção, voltam-se para a frente com a ponta dobrada para a frente.

PESCOÇO:
musculado, bem arqueado, de comprimento suficiente para o porte altivo da cabeça.

ANTERIORES:
ombros bem inclinados para trás. Escápulas separadas somente pelas vértebras, na altura da cernelha; entretanto, afastam-se para baixo para permitir a curvatura ideal das costelas. A articulação escápulo-humeral é bem angulada. Os comprimentos do braço e da escápula são aproximadamente iguais. O cotovelo fica situado à meia distância da altura na cernelha. Visto de perfil os membros anteriores são aprumados, musculados e definidos com ossatura robusta. Os metacarpos são firmes e flexíveis.

TRONCO:
o comprimento, medido da ponta do ombro à ponta do ísquio é ligeiramente maior que a altura na cernelha. O peito é alto, atingindo o nível dos cotovelos. As costelas são bem arqueadas, mas inclinadas em fuso na sua metade inferior para permitir o movimento dos membros anteriores e das escápulas. O dorso é reto e a linha superior do lombo apresenta uma graciosa curvatura. A garupa inclina-se gradualmente para trás.

POSTERIORES:
a coxa é larga e musculada. O fêmur forma com o coxal um ângulo reto. A articulação do joelho forma nitidamente marcado. O jarrete é bem delineado, angulado e curto, de ossatura robusta. Visto por trás os metatarsos são retos e aprumados.

PATAS:
de formato oval. As almofadas plantares são espessas, os dígitos arqueados e fechados.

CAUDA:
de inserção baixa. As vértebras caudais diminuem de tamanho, gradualmente. O comprimento da cauda atinge ao menos a ponta dos jarretes. A pelagem é abundante. A cauda forma uma ligeira curva para cima. Em movimento pode se elevar ligeiramente mas, jamais acima do nível do dorso. Jamais nodosa.

MOVIMENTAÇÃO:
passadas elásticas, juntas e graciosas. A propulsão é fornecida pelos membros posteriores, cobrindo o máximo de solo com um mínimo esforço. A movimentação trançada ou bamboleante, o passo de camelo, a passada presa como se tivesse perna de porco, a movimentação saltitante com importante deslocamento vertical constituem defeitos graves.

PELAGEM:
dupla. O pêlo é longo, reto e de textura dura. O subpêlo é macio, curto e cerrado. A juba e o peitoral são revestidos de uma pelagem bastante abundante e os membros anteriores bem franjados. Os posteriores também têm pelagem muito abundante acima das jarretes mas, abaixo, o pêlo é muito curto. Na face, o pêlo é curto. Os exemplares conhecidos pelo nome de pêlo curto devem ser rejeitados.

COR:
os Zibelines são claros ou sombreados, todos os tons são admitidos, desde o dourado pálido até o acaju intenso, mas em suas nuances, a cor deve ter um tom firme. A cor de lobo e o cinza são evitados. Os tricolores têm preto intenso no tronco; prefere-se entre os tricolores, marcação castanho vivo. Azul merle azul claro prateado, manchado e marmorizado em preto. Preferem-se as marcações castanho vivo mas, sua ausência não deve ser penalizada. Grandes manchas pretas, a cor ardósia ou nuance de ferrugem seja na pelagem ou no subpêlo são proibidas. O efeito produzido deve ser azul. Preto-e-branco e preto-e-castanho são cores igualmente reconhecidas. As marcas brancas podem aparecer (exceto para os pretos-e-castanhos) no peito, no antepeito, nos membros e extremidade da cauda, podendo formar uma lista ou um colar. As marcas brancas são preferidas, em parte ou na totalidade (exceto para os pretos-e-castanhos) mas a ausência não será considerada falta. As manchas brancas no tronco são proibidas.

TALHE:
a altura ideal na cernelha é de 37cm nos machos e 35,5 nas fêmeas. Qualquer excesso de 2,5cm acima ou abaixo desses limites constitui um defeito grave.

FALTAS:
qualquer desvio dos termos deste padrão deverá ser considerado como falta e penalizado na exata proporção da sua gravidade, assim como a cabeça muito pequena e o passo de camelo continuado.

NOTA:
os machos devem apresentar dois testículos de aparência normal bem desenvolvidos e acomodados na bolsa escrotal.
 

PARA SABER MAIS
Livros:

1) The New Shetland Sheepdogs, de Maxwell Riddle, Editora Howell Book House, New York - EUA.
2) The Book of Shetland Sheepdogs, de Anna Katherine Nicholas, Editora T.F.H. Publications, Neptune City, NJ-EUA.
3) Shetland Sheepdogs, de Beverly Pisano, Editora T.F.H. Publications, Neptune City, NJ-EUA. 4) Sheltie Talk, de Betty Jo Mckinney e Barbara Rieseberg, Alpine Publications Inc., Colorado - EUA.
5) The Sheltie guide, de Jean Simmonds; 175 White Mills Ra.Chatham, NY, 12037.

Clubes:
Inglaterra - English Shetland Sheepdog Club, 254 Woolwich Road, Abbey Wood, London, SE20DW, England - tel.: (0044-181)310-3565; Estados Unidos - American Shetland Sheepdog Association, 1100 Cataway Place, Bryans Road, MD-USA, 20616 - tel.: (001-301)283-2275 e 283-2276; França - Shetland Club de France, Hameau d'Ortignac, LUC, 65190, Tournay, France - Tel.: (0033-62)35-0173

Agradecemos aos entrevistados, inclusive pela revisão técnica deste texto feita pelos entrevistados brasileiros, bem como por Hilda Drumond, diretora cinotécnica da Abc e José Peduti Neto, juíz de todas as raças pela CBKC. Reportagem: Moisés Henrique Lemus. Redação: Carmen Olivieri. Edição de texto: Marcos Pennacchi. Foto: Fernando Torres de Andrade Prop.: Canil Von Kempten - São Paulo/SP
Direitos autorais do texto: Cães&Cia, é proibida a reprodução total ou parcial do texto

 
   
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