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SÃO BERNARDO: AMIGO DE PESO
O porte extraordinário o torna o mais pesado entre os cães
usados para companhia e atrai donos especiais Os cães mais
pesados do mundo são o São Bernardo e o Mastife, segundo o
Guiness Book, o livro dos recordes. Embora tenham um porte
gigante e uma fantástica massa muscular, que pode chegar próximo
aos cem quilos e a um metro de altura, o tipo de interesse
que despertam nas pessoas é bem diferente. Enquanto o Mastife
com sua cara de bravo faz sucesso como cão de guarda, o São
Bernardo agrada mesmo é como companheiro, de temperamento
dócil e jeito bonachão. Um fato óbvio para cães que originalmente
foram destinados a funções bem distintas. Se o valente e bravo
Mastife ficou conhecido por lutar em arenas, o amistoso e
tranqüilo São Bernardo ganhou fama pelas ações altruístas
de salvar vítimas na neve. Ambos têm qualidades de sobra,
bastante acentuadas, que os tornam mais eficientes num determinado
tipo de função. Basta comparar alguns itens analisados pelo
especialista em comportamento canino e doutor em psicologia
animal, Daniel Tortora, em seu livro The Right Dog for You.
O São Bernardo se destaca como sendo mais sociável com estranhos.
O próprio padrão da raça da Federação Cinológica Internacional
(FCI) endossa esse seu caráter, descrevendo-o como "amigável".
De fato, segundo analisou Tortora, enquanto o Mastife ataca
em 50 a 75% das vezes em que o seu território é invadido,
o São Bernardo só o faz em 25%. "Isso não quer dizer que deixará
um estranho fazer o que quiser", diz o presidente do clube
da raça na Suíça, Roland Hands. "Se um desconhecido entrar
em seu território e o dono estiver junto da pessoa, o São
Bernardo vai aceitá-lo. Mas se entrar na ausência do dono,
primeiro vai usar artimanhas para persuadi-lo a sair: latir,
rosnar, pôr o corpo na frente. Se não funcionar, daí, em última
instância, ele ataca", explica. A criadora Sueli Bordon, do
Canil Turandot, de Santo André - SP, tem uma história que
ilustra bem esse comportamento. "Minha empregada foi tentar
entrar em casa no dia de folga quando não havia ninguém",
conta. "Ao abrir o portão, a São Bernardo pulou, derrubou-a
no chão e ficou deitada em cima dela até o tratador chegar
e a tirar de lá." Exemplares agressivos devem ser banidos
da criação. "Um cão de salva-mento não pode ser agressivo.
Nós não autorizamos o cruzamento de São Bernardos com esse
tipo de comportamento", diz Hands. Já como cão de alarme,
a raça obteve a nota máxima de Tortora. Essa característica
de ser sempre alerta é inclusive mencionada pelo padrão da
FCI.
MASSA FÍSICA
Exatamente devido à aptidão em dar o alarme e por possuir
um porte gigantesco, o São Bernardo intimida os estranhos
e, conseqüentemente, não deixa de ser útil como guardião.
Mas é como companheiro que faz sucesso. E com o grande diferencial
do peso imbatível. Tanta massa física, às vezes recomenda
um certo espírito esportivo dos donos. Como o que foi preciso
quando Edna Matos, do Canil Paul's Mats, de Osasco - SP, conversava
pela janela com Mario, seu marido, e o viu de repente cair
atingido pela mascote Kelly, com seus oitenta e cinco quilos,
que veio como um rolo compressor após escorregar no chão molhado.
"Quando bateu em minhas pernas, caí na hora", ri Mário. Embora
seja um companheiro pacato, que gosta de ficar deitado num
canto, quando quer mostrar que gosta da gente a reação do
São Bernardo é a de pular, apoiando todo o peso do corpo.
Mas essa efusividade só acontece quando o dono não se mostra
incomodado. Quando repreendido, o São Bernardo geralmente
aprende com facilidade. Rosana Alberti, dona de um São Bernardo,
em Curitiba - PR, sabe bem disso. "De vez em quando ele me
derruba porque jamais o proibi", comenta. "Em compensação,
nunca pulou em minha irmãzinha, pois como ela é pequena, o
repreendemos desde a primeira tentativa." Para quem gosta
desses momentos de intimidade e brincadeira, a dica dos criadores
é pôr um braço na frente. "Assim, o cão vai se apoiar no braço
da pessoa e não no corpo dela", diz Edna.
ESTRATEGISTA
A massa muscular do São Bernardo proporciona uma tremenda
força, que ele não hesita em usar para atender aos seus impulsos
quando o condutor não sabe comandá-lo. Márcia Botter Muzeka
Pereira, do Canil Bernardo of Menton, em Casa Branca - SP,
tinha acabado de dar banho em seus cães, quando o filho de
nove anos insistiu para segurar um que adora ficar na terra.
"Avisei que não agüentaria", conta. "Bastou pôr a guia na
mão do meu filho, que o São Bernardo o arrastou, com facilidade,
por metros até chegar na terra. Resultado: tive que dar outro
banho." Tirar um cão desses do local, contra a vontade, é
coisa para estrategista. Se o São Bernardo não quer fazer
algo costuma deitar no chão e não sair. "Quando quero que
entrem no canil, eles deitam no chão de barriga para cima.
Daí tenho de arrastá-los pelas pernas com muita dificuldade",
conta Antonio Carlos Casagrande, do Canil Vimon, em São Bernardo
do Campo - SP. Ele e Márcia descobriram que é mais fácil usar
de esperteza. Mostram um pedaço de carne ou outro petisco
e ficam chamando ao local desejado. Por ser tão gigantesco,
a maioria mantém seus São Bernardos em áreas externas, mas
muitos permitem o acesso ao interior da casa, principalmente
nas horas de lazer. Nessas ocasiões fica difícil sobrar um
espacinho em que o dono e o cão possam ficar juntos. "Quando
Kelly acaba de se acomodar no seu sofá predileto, temos que
sair", diz Mário. Até brincar fica difícil com tanto corpo.
"Uma vez quando nossa São Bernardo quis se esconder da vira-lata
atrás de um murinho de uns 20 centímetros, ficou com o traseirão
e o rabo de fora, achando que a estava enganando", ri Mário.
Os parceiros de brincadeiras também precisam ser pacientes.
Quando Kelly brinca com Kika, a vira-lata, abocanha - sem
machucar - a cabeça dela que cabe dentro da sua boca. Onde
vive um São Bernardo até os "brinquedinhos" ganham volume.
Enquanto a maioria dos cães se diverte com uma bolinha de
tênis, a do São Bernardo é uma de basquete ou de futebol,
como as que Kelly já teve.
LUGAR PERDIDO
O enorme porte do São Bernardo chegou até a limitar o seu
campo de atuação. A representante do clube da raça no Colorado
- EUA, Jerry Hobbs, relata: "Em nosso Estado, um serviço de
salvamento composto por equipes de resgate de homens e cães
teve de substituir os São Bernardos por Pastores Alemães após
adquirir helicópteros e carros de neve, devido ao peso e tamanho
muito grande da raça para as limitações de carga desses meios
de transporte". Transportar um cão tão grande exige um bom
espaço. Um São Bernardo ocupa todo o banco de trás de um veículo.
Márcia diz que dá para levar apenas um de cada vez. "O Beethoven
ocupa todo o banco e ainda precisa pôr a cabeça para fora
da janela", relata. Para quem aprecia participar de atividades
esportivas com o cão, é bom saber que dificilmente um São
Bernardo vencerá provas em que a rapidez e a agilidade são
decisivas. Porém, já foi inventada nos EUA, há cinco anos,
uma competição à "altura" da força e tamanho da raça. Chama-se
drafting. Numa das etapas da prova, o cão tem de puxar um
carrinho pesando, inicialmente, cerca de 11 quilos, durante
1,6 quilômetros. "Os recordistas chegaram a puxar um pouco
mais de uma tonelada", diz Walt Parsons, organizador das provas
na Califórnia.
HERANÇAS
Entre os males hereditários que podem atingir a raça, está
a displasia coxo-femural. A veterinária Desirée Thibrault,
que também cria São Bernardo há 18 anos, em Nova York, EUA,
diz que atualmente, segundo estudos naquele país, essa displasia
atinge cerca de 15 a 16% dos São Bernardos americanos. "A
ocorrência era maior, mas diminuiu graças a um trabalho de
conscientização junto aos criadores na década de 70, quando
os índices chegavam a 50%", afirma. Na Suíça, o clube da raça
também trabalha pelo controle do problema. Lá, para poder
cruzar São Bernardos, é preciso antes obter uma autorização
conseguida depois de examinados por três juízes que também
analisam suas radiografias. "Atualmente não existem mais cães
de associados que sejam displásicos", afirma o presidente
do clube suíço da raça. "Dos duzentos São Bernardos que mandamos
examinar para constatar doenças genéticas, nenhum tinha displasia",
explica. Para preveni-la, é bom evitar agravantes como a obesidade
e os pisos lisos, não utilizar os portadores do problema na
reprodução e só comprar filhotes de pais isentos do mal (detectado
por raios-X a partir de um ano de idade). Outro problema hereditário
que afeta cerca de 22% dos São Bernardos americanos, segundo
a veterinária Desirée, é o entrópio, ou seja, a pele que encobre
parte da vista. Costuma aparecer a partir dos três meses de
vida. Os olhos vão ficando irritados e verme-lhos, com lacrimejamento
excessivo. A correção é cirúrgica. Desirée comenta também
que algumas linhas de sangue nos EUA apresentam epilepsia,
mal genético sem cura que provoca convulsões e pode ser controlado
com medicamentos. Aparece depois dos 3 anos de idade. Recomenda-se
não reproduzir o cão portador de males hereditários para não
disseminar os problemas. Há também o câncer ósseo que Desirée
diz afetar 6% dos São Bernardos americanos com idade acima
de cinco anos. "Suspeitamos que a causa é hereditária, misturada
com uma predisposição devido à conformação óssea da raça.
Os sintomas são dor e inatividade, que aparecem com o estado
adiantado da doença. Nessa fase, apenas a amputação do osso
afetado é recomendada. Ocorre também a dermatite causada por
umidade, mais difícil de secar sob a pelagem do São Bernardo,
bastante densa inclusive no de pêlo curto. A umidade do ambiente
e a baba deixada durante as coçadas com a boca devido a picadas
de pulgas ou outros parasitas externos favorecem o problema.
O tratamento é feito aparando os pêlos no local afetado e
ao seu redor e passando um cicatrizante. O cão precisa ser
muito bem secado com secador após os banhos e não ficar em
locais úmidos. As orelhas caídas do São Bernardo o predispõem
a infecções de ouvido, pois os condutos auditivos ficam abafados
e quentes, formando um ambiente ideal à proliferação de bactérias.
Desirée aponta que 10% dos exemplares da raça nos EUA têm
esse problema. "Para prevenir, faça uma limpeza regular nos
ouvidos, usando óleo mineral num algodão enrolado no dedo
e nunca pinças, pois podem machucar", recomenda. A torção
gástrica também pode acontecer. Desirée teve 23 casos entre
os cem São Bernardos que já atendeu em sua clínica. O cão
precisa de socorro imediato através de cirurgia. Como prevenção,
nunca dê a comida uma única vez ao dia e não deixe o cão praticar
exercícios de barriga cheia. Com relação aos cuidados de higiene,
tanto os exemplares de pêlo longo quanto os de pêlo curto
podem tomar um banho por mês e serem escovados semanalmente.
A baba típica da raça ocorre principalmente após as refeições
e depois de ter tomado água, situação que se intensifica nos
dias quentes. Para evitá-la, o melhor é não ter contato com
o cão nesses horários. Se for comprar um filhote, prefira
os maiores, mais pesados, com cabeças grandes, boa movimentação
e com a máscara preta na cara. Para que possa se exercitar
adequadamente, esse grandalhão necessita de uma área livre
de aproximadamente 80 m2 e passeios regulares.
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PADRÃO OFICIAL
CBKC nº 61, de 12/4/94 FCI nº 61, de 19/7/93 País de origem:
Suiça Nome do país de origem: Bernhardiner Sennenhund/St.
Bernhardshund/Saint-Bernard. Aparência Geral: o São Bernardo
tem duas variedades: a variedade Pêlo Curto (pelagem dupla)
e a variedade Pêlo Longo. As duas variedades são de porte
grande: o tronco é poderoso, firme, musculado e harmonioso;
a cabeça é imponente; a expressão é alerta. Comportamento
e Caráter: de caráter amável e temperamento calmo e esperto,
sempre vigilante. Proporções Importantes: proporções ideais:
altura na cernelha / comprimento do tronco = 5:6 (o comprimento
do tronco é medido desde a ponta do ombro até a ponta
do ísquio). Proporção ideal entre a altura na cernelha
e a altura do peito veja croqui a seguir.
CABEÇA:
Generalidades: poderosa e de aspecto importante. Região
Craniana: visto de frente ou de perfil, a região superior
do crânio é larga, forte e ligeiramente arqueada, funde-se
com as faces laterais em suave curva na região zigomática
alta e fortemente desenvolvida. O osso frontal sofre um
desnível abrupto em relação à raíz do focinho. A protuberância
occipital é, apenas moderadamente marcada, enquanto que
as arcadas superciliares são fortemente desenvolvidas.
A partir da raíz do focinho, o sulco sagital prolonga-se
ao longo de toda a superfície craniana para desaparecer
suave e progressivamente na região occipital. A pele da
testa forma, acima dos olhos, rugas que convergem para
o sulco sagital. Em estado de atenção, essas rugas ressaltam
e a inserção das orelhas forma uma linha reta com a região
superior do crânio. Stop: bem definido
REGIÃO FACIAL:
Focinho: curto e de largura constante, cana nasal reta,
com um discreto sulco sagital. O comprimento do focinho
é menor que a altura, medida da raiz. Trufa: preta, targa
e de contorno bem marcado e narinas bem abertas. Lábios:
de contorno preto, sendo os superiores, intensamente desenvolvidos
e pendentes, formando na direção do nariz, um grande arco,
ficando a comissura labial em evidência. Dentes:dentadura
alinhada, completa e robusta, podendo articular-se em
tesoura ou em torquês. Admite-se a inversão da articulação
em tesoura. A ausência de PM 1 (primeiros pré-molares)
é tolerada. Olhos:de tamanho médio, cor marrom escuro
a castanho e inserção moderadamente profunda e expressão
amável. As pálpebras com bordas totalmente pigmentadas,
tocam-se no meio da forma do globo ocular. O fechamento
natural e a firmeza das pálpebras é o ideal. Uma dobra
pequena na pálpebra superior e uma dobra na pálpebra inferior,
mostrando a conjuntiva, só um pouquinho, é admitida. Orelhas:
de inserção alta, tamanho médio, largas, formato triangular
e as pontas arredondadas, o pavilhão é intensamente desenvolvido
e flexível. Portadas caídas, com o bordo posterior ligeiramente
afastado e o bordo anterior tocando as faces, bem rente.
PESCOÇO:
robusto, barbelas moderadamente desenvolvidas.
TRONCO:
Generalidades: de uma figura imponente e harmoniosa. Linha
superior: cernelha bem marcada, reta da cernelha ao lombo,
depois, ligeiramente inclinada a partir da garupa, para
unir-se, imperceptívelmente, à inserção da cauda. Dorso:
moderadamente profundo, sem ultrapassar o nível dos cotovelos,
com as costelas bem arqueadas. Linha inferior e ventre:
moderadamente esgalgado. Cauda: grossa na raiz, rústica
e longa, com a ponta (última vértebra caudal) alcançada,
no mínimo, o nível dos jarretes. Em repouso, portada caída
ou com o terço distal ligeiramente curvado para cima.
Em estado de atenção, portada mais alto.
MEMBROS:
Anteriores: Generalidades: mais para afastados;
vistos de frente, retos e paralelos. Escápula: oblíqua,
musculada e bem articulada com o tórax. Braço: úmero do
mesmo comprimento que a escápula ou um pouco mais curto.
Angulação escápulo-umeral moderada. Cotovelo: trabalhando,
bem ajustado, rente ao tórax. Antebraço: reto, de ossatura
robusta e musculatura seca. Metacarpo: visto de frente,
aprumado e, de perfil, ligeiramente inclinado. Patas:
grandes, dígitos fechados, firmes e fortemente arqueados.
Posteriores: Generalidades: moderadamente angulados
e bem musculados, visto por trás, posteriores paralelos
e afastamento moderado. Coxa: robusta, larga e bem musculada.
Joelho: bem angulado e corretamente direcionado para a
frente. Perna: muito longa e bem angulada. Jarrete: moderadamente
angulado e firme. Metatarsos: vistos por trás, aprumados
e paralelos. Patas: dígitos fechados, firmes e fortemente
arqueados. Tolerados os ergots, desde que não interfiram
na movimentação dos posteriores.
Movimentação: harmoniosa, com passadas de grande
amplitude e boa propulsão dos posteriores, membros trabalhando
em planos paralelos.
Pelagem - Tipo de pêlo: Variedade pêlo curto: (pelagem
dupla): pêlo de cobertura denso, liso, bem assente e rude;
subpêlo abundante. Ligeiro culote nas coxas; pelagem densa
na cauda. Variedade pêlo longo: pêlo de cobertura reto,
de comprimento médio; subpêlo abundante; na região da
anca e sobre a garupa o pêlo é, geralmente, um pouco ondulado.
Culotes bem cheios nas coxas, franjas nos anteriores.
Pêlo curto na face e nas orelhas. Cauda emplumada.
Cor: branco, com placas maiores ou menores, em
marrom avermelhado (cão matizado) até formar um manto
contínuo no dorso e flancos (cão mantado); o manto manchado
(marcado de branco) é equivalente. O marrom avermelhado
tigrado (bringé) é admitido. A cor marrom amarelado é
tolerada. Marcas brancas: no peito, nuca, patas, extremidade
da cauda, lista (na cana nasal que se prolonga na cabeça,
passando por entre os olhos) e a faixa em torno do focinho.
Almejado: colar branco e a máscara escura, simétrica.
Talhe: Limite mínimo: machos 70 cm; fêmeas 65 cm.
Limite máximo: machos 90 cm; fêmeas 80 cm. Os exemplares
que ultrapassarem o limite máximo não devem ser penalizados,
se a aparência geral for harmoniosa e sua movimentação
for correta.
Faltas: Qualquer desvio dos termos deste padrão deve ser
considerado como falta e penalizado na exata proporção
de sua gravidade.
1. Características sexuais muito pouco pronunciadas.
2. Aspecto geral carente de harmonia
3. Rugas marcadas na cabeça e no pescoço.
4. Focinho muito curto ou muito longo.
5. Lábio inferior lasso, pendente para fora.
6. Prognatismo superior ou inferior.
7. Ausência de dentes, principalmente, os pré-molares.
8. Orelhas de inserção baixa.
9. Olhos claros.
10. Entrópio, ectrópio.
11. Pálpebras caídas.
12. Dorso selado ou dorso carpeado.
13. Garupa plana ou caída
14. Cauda portada enrolada sobre o dorso.
15. Anteriores tortos ou fortemente voltados para fora.
16. Posteriores muito retos, em tonel ou jarretes de vaca.
17. Movimentação incorreta
18. Pelagem encaracolada.
19. Pigmentação insuficiente ou ausente na trufa, em torno
do nariz, nos lábios e pálpebras.
20. Marcas incorretas, por exemplo salpicos marrom avermelhada,
no fundo branco.
21. Fraqueza de caráter, agressividade.
Desqualificações: Pelagem totalmente branca ou
totalmente marrom avermelhada. Pelagem de outra cor. Olho
Azul, olho esbugalhado
Nota: os machos devem apresentar dois testículos
de aparência normal, bem desenvolvidos e acomodados na
bolsa escrotal |
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PARA SABER MAIS
Clubes:
Nos EUA - Saint Bernard Club of America, tel. (001 913) 453-2363
e na Suíça - Schweizerische Sankt Bernhard Klub, tel. (004 162)
216-3210.
Livros:
Saint Bernards, da T.F.H. Publications, Inc, P.O. Box 477, Neptune,
NJ 07753-0427, USA.
Agradecemos aos entrevistados, ao juiz de todas as raças, Werner
Degenhard, aos criadores Maria Helena Azevedo, do Canil Wolf
of the Moon, Bob Bostrom e Joanne Alstede, respectivamente presidente
e delegada do Saint Bernard Club of America, nos EUA, e ao veterinário
Alberto Leite Pinto da Silva. Reportagem: Alonso Vera Júnior.
Redação: Carmen Olivieri. Edição de texto: Marcos Pennacchi.
Foto: Paulo Fasanella e Luiz Prado Prop: Canil Caracautin -
Ribeirão Pires/SP
Direitos
autorais do texto: Cães&Cia, é proibida a
reprodução total ou parcial do texto
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