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SHIH
TZU: UM PELUDO BOM DE COLO
Além de elegante ou fofo, conforme o corte da pelagem, o Shih
Tzu se destaca como cão de colo entre as raças pequenas mais
conhecidas. Se você é daqueles que gostam de um cãozinho peludo
e curtem passear com ele aninhado no colo, o Shih Tzu tem
tudo para ser seu cão ideal. O motivo é que a maioria das
raças pequenas, nessas horas, fica inquieta e acaba com o
prazer de quem as carrega. Comportamento esse, bem menos acentuado
no Shih Tzu. Uma das pessoas que mais trabalham com raças
peludas de pequeno porte, no Brasil, por prepará-los e apresentá-los
em exposições, Vânia Breim, é testemunha disso. "Considero
o Shih Tzu o mais tranqüilo entre os peludos mais conhecidos,
o que o torna mais predisposto para o colo", diz. "O Yorkshire,
o Poodle, o Bichon Frisé e o Maltês são mais ativos e o Lhasa
Apso é independente demais para apreciar tamanho 'grude' com
os donos, afinal nas origens era usado como cão de alarme,
o que exige certa independência." A criadora Maria Amélia
dos Santos Snell, que tem, além de Shih Tzu, Maltês e Lhasa
Apso, compartilha da mesma opinião. "Quando vou ao veterinário,
levo meus Shih Tzus no colo, enquanto os Malteses e os Lhasas
vão em caixas de transporte, pois ficam inquietos demais."
Ainda que a raça seja - de fato - boa de colo, é claro que
existem variações individuais. Alguns exemplares mostram-se
mais receptivos ou outros ao aconchego dos braços humanos.
Daí, a secretária do American Shih Tzu Club, nos Estados Unidos,
e criadora desde 1961, aconselhar um pequeno teste para aumentar
as chances de o filhote escolhido ser ideal para tal finalidade.
"Sente perto da ninhada e comece a chamá-la, acariciando os
filhotes logo que se aproximarem", explica. "Aqueles que procurarem
por maior contato físico serão os melhores cães de colo."
Valery Goodwin, secretária do Manchu Shih Tzu Society, na
Inglaterra, também acha que alguns até podem ser menos chegadas
ao colo, mas que, via de regra, a grande maioria é adepta
desse mimo. "Gostam tanto, que mal esperam eu sentar no sofá
para pularem em cima de mim", descreve. O Shih Tzu costuma
gostar mesmo da estreita proximidade com as pessoas, sejam
estas conhecidas ou estranhas. "Quando chega um amigo em casa,
meus cães se aproximam e às vezes até pedem colo", conta Luiz
Mauro Alves, do Mauro's Kennel, em Araguai - MG.
SUPERPELUDO
Curtir pacificamente um colo é uma qualidade mais que bem-vinda,
para quem mantém o Shih Tzu com a tradicional pelagem longuíssima.
Imagine o que ocorreria com um exemplar cujos pêlos arrastam
no chão, se tivesse de andar pelas ruas da cidade. "Por onde
passasse pegaria toda a sujeira", avalia Maria Amélia, que
brinca - de maneira bem realista - que os cães com tal tipo
de pelagem permanecem mais tempo em colos, sofás e almofadas
que em terra firme. A criadora Eleni de Brito, do Canil Fairlylike,
em Curitiba, concorda. "Tenho certeza de que quem possui um
Shih Tzu com pêlos longos praticamente não permite que ele
pise no chão, mesmo que não tenha interesse em levá-lo às
exposições, onde uma pelagem deslumbrante é fundamental."
A proprietária Shirley Aparecida Romeiro dá uma prova disso.
Comprou um exemplar da raça, para companhia, há um ano e,
quando sai com ele, o mantém num eterno rodízio entre o colo
e o banco do carro. "Não o deixo encostar no chão da rua de
jeito nenhum, pois toda a sujeira se gruda no pêlo, deixando-o
imundo", atesta. Vale tudo para manter impecável um Shih Tzu
com a pelagem em seu tamanho máximo. Dentro de casa, é impossível
viver com o cão no colo, mas azulejar o quintal ou colocar
cimento liso, para que os pêlos não quebrem pelo atrito com
o piso áspero, é um recurso que alguns utilizam. Eleni é uma
que abriu mão do jardim, cimentando-o. "Preferi acabar com
o meu gramado a causar um desastre na pelagem dos meus cães."
Em prol dos pêlos compridos, há até quem evite o contato do
Shih Tzu com outros companheiros caninos. "Eles brincam entre
si e estragam os pêlos uns dos outros", fala Luiz. "Por isso,
mantenho-os separados." Cuidar de tamanha abundância é bastante
trabalhoso, mas a tarefa é encarada - por muitos - como um
agradável passatempo. Shirley considera a hora do banho e
da escovação tão sagrada que sequer atende o telefone. "É
uma verdadeira terapia para mim, não me importo nem de acordar
às cinco da manhã para escovar minha cadela", diz ela, que
para aprimorar a técnica de tratar da pelagem se deslocará
de Caraguatatuba (litoral de São Paulo) para Belo Horizonte,
onde se inscreveu num curso de banho e tosa. Rosana Alberti,
quando tinha Shih Tzu, também se divertia com o 'ritual de
beleza'. "Sempre foi um prazer lavá-lo e escová-lo", lembra.
"Depois de seco, eu passava talco para deixá-lo cheiroso e
às vezes colocava três ou quatro lacinhos para mudar o penteado."
Luiz é outro que se dedica com extrema satisfação aos cuidados
com a pelagem dos seus cães. "É um prazer tratar das jóias
vivas que são meus três Shih Tzus, nem percebo as horas passarem
quando estou envolvido em arrumá-los", afirma. "Acompanhei
passo a passo o crescimento da pelagem deles desde filhotes,
fazendo tudo para que ficassem cada vez mais lindos e, hoje,
me sinto recompensado em vê-los adultos com o pêlo maravilhoso
até o chão." O resultado de tanto empenho dos donos chama
a atenção até mesmo da pessoa mais distraída. "Quando saio
a rua com meu cão, as pessoas param o que estão fazendo para
observá-lo", orgulha-se Shirley.
CABELO CORTADO
Ainda que a elegância da pelagem longa provoque comentários
de admiração, há quem prefira manter o Shih Tzu com os 'cabelos'
cortados. Ele fica com uma aparência rechonchuda e, mesmo
que perca em imponência, ganha em fofura. Com o comprimento
cortado entre cerca de 4 e 7 centímetros, o Shih Tzu parece
um filhote. Tanto que nos EUA, esse tipo de corte é chamado
de puppy-cut ou, em português, corte-filhote. Segundo Josephine
Johnson, criadora há mais de 40 anos, juíza e secretária do
The Shih Tzu Club, a principal entidade da raça na Inglaterra,
há dois motivos para cortar os pêlos do Shih Tzu. Um deles
é o menor tempo para tratar do cão; o outro é mudar o estilo
da vida dele. Para quem não acha tanta graça em ficar horas
lavando e secando, eis a vantagem. Os peludos exigem cerca
de três horas; os cortados, apenas 45 minutos, aproximadamente.
A escovação deixa de ser diária ou a cada dois dias e passa
a ser duas vezes por semana. Além do mais, gasta-se uma média
de cinco minutos para fazê-la, em de 15 ou 20. O cão, por
sua vez, tem uma vida diferente. Piso de azulejos ou de cimento
liso deixam de ser regra. "Os meus de pêlo curto passeiam
na rua, brincam no jardim, tomam chuva e adoram rolar na lama",
diz Josephine, que só mantém a pelagem longa em exemplares
que estão freqüentando exposições. "Para deixar um Shih Tzu
totalmente livre sem ficar louca para arrumá-lo depois, só
cortando a pelagem", conclui. Outros criadores de peso também
aderem ao puppy-cut quando seus cães encerram a carreira nas
pistas. Valery Goodwin é uma delas. "Assim eles podem correr
nos gramados com os outros cachorros, sem que isso prejudique
seus pêlos ou dê muito trabalho", justifica. O Lucky, um exemplar
da raça, depois de ganhar todas as premiações a que a que
tinha direito, mudou de visual no começo desse não. Por já
ter cumprido o seu papel de supercampeão, teve a pelagem cortada.
"Ele descobriu novos prazeres na vida", diz o proprietário
de Lucky, Wagner Fernandez, do Wafer's Kennel, em São Paulo.
"Pode brincar com outros cães e se divertir pelo jardim."
RITUAL
De pêlos longos ou curtos, o Shih Tzu adora ser escovado.
"Depois de pronto parece que faz pose e desfila para as pessoas",
diz Andy Warner. Eleni complementa: "Gostam tanto que quando
chega a hora da escovação, meus cães começam a me rodear como
se esperassem na fila para dar um trato no visual. "O mais
divertido é que alguns dos exemplares da criadora às vezes
tentam enganá-la. Acabam de serem escovados e entram no meio
dos que ainda não foram. "Eles recebem mais algumas escovações
e saem felizes da vida." Vânia Brein, com sua experiência
de sete anos tratando da pelagem de diversas raças, aconselha
a escovar com delicadeza para não quebrar os pêlos: "Utilize
uma escova de hastes longas para desembaraçar os fios até
a raiz, mas evite aquelas que têm bolinhas, pois danificam
a pelagem." Use xampu e condicionador de PH neutro. Podem
ser nacionais ou importados, feitos para uso humano ou animal,
desde que de boa qualidade. As orelhas devem ser protegidas
da água e limpas semanalmente. Depois do banho, seque bem
o cão. Abra a pelagem para que o ar do secador chegue até
a raiz dos pêlos, evitando umidade e conseqüentes dermatites.
Como os olhos do Shih Tzu são salientes, é importante que
os pêlos da cabeça não entrem em contato direto com eles para
não machucá-los, causando lacrimejação intensa, infecções
a amarelamento dos pêlos da região. Tanto que a única raça
cujo o padrão oficial recomenda atar os pêlos da cabeça. Além
disso, limpe os olhos uma vez por semana, com água boricada.
Apare os pêlos ao redor do ânus e entre os dedos, para evitar
escorregões. Quanto a alimentação, Eleni indica utilizar ração
seca, um vez que a comida úmida gruda na pelagem ao redor
da boca e é mais difícil der ser de ser retirada. Alguns proprietários
dão complexos vitamínicos para melhorar a pelagem. Neste caso,
recomenda-se a visita a um veterinário, que orientará sobre
o produto adequado. O Shih Tzu, tem como outros cães de pequeno
porte, uma longa expectativa de vida. Muitos exemplares podem
ultrapassar os quinze anos. Como acontece na maioria das raças,
também está sujeito a algumas doenças genéticas. Segundo o
veterinário americano, Douglas Pearson, com mais de vinte
anos de experiência na raça, a mais inusitada delas é a displasia
coxo-femural (má formação entre a cabeça do fêmur e a bacia
que pode comprometer a movimentação). A doença, na verdade,
costuma ser típica em cães de grande porte. Os entrevistados
brasileiros desconhecem a existência do mal na raça, em nosso
país. Mas a Orthopedic Foundation for Animals, uma importante
entidade veterinária norte-americana coloca o Shih Tzu em
32º lugar entre as 89 raças mais acometidas pela doença. Outro
problema genético é a atrofia progressiva da retina, uma perda
gradual da visão, que causa cegueira. A raça também pode apresentar
insuficiência renal. Não se sabe se a causa é genética. O
cão afetado praticamente não bebe água, demonstra apatia e
dificilmente urina. Em casos graves, pode morrer em menos
de três semanas. Pearson observa ainda uma grande sensibilidade
do Shih Tzu às pulgas, que provoca vermelhidão na pele e perda
de pêlo.
ERA UMA VEZ
Originário do Tibet, o Shih Tzu era utilizado como cão de
companhia durante as longas viagens até a China. Os cachorros
andavam ao lado das caravanas ou em cestas carregadas por
mulas. Também eram encontrados nos monastérios, onde ganharam
a fama de amuletos. Até então, eram mais parecidos com o Lhasa
Apso, um dos cães que participaram da sua formação. Na China,
segundo a cinóloga Hilda Drumond, alguns exemplares foram
doados ao imperador e passaram a ser uma das poucas raças
que habitavam a 'Cidade Sagrada', residência oficial da família
do imperador. Em sua nova casa, os antigos Shih Tzu cruzaram
livremente com os Pequineses. Isso explica a origem de muitas
das características da raça, hoje. Herdou do Lhasa a pelagem
longa e do Pequinês a cara achatada. Hilda acrescenta: "Muitos
traços físicos do Shih Tzu são o meio termo entre o Lhasa
Apso e o Pequinês." A mordedura do Lhasa, por exemplo, é em
tesoura invertida (os dentes de baixo se fecham ligeiramente
à frente dos de cima e encostam neles) e a do Pequinês é prognata
(dentes de baixo à frente dos de cima, sem que se encostem).
O resultado é que o Shih Tzu é um pouco prognata. O focinho
do Pequinês é muito curto e o do Lhasa tem por volta de quatro
centímetros. O Shih Tzu, ficou com uma medida entre as duas
raças: aproximadamente uma polegada (2,54cm) de comprimento.
O Pequinês possui subpêlo denso; o Lhasa, moderado. Já o Shih
Tzu, uma densidade intermediária à dos dois. Uma lenda conta
que o Shih Tzu é o símbolo do amor impossível entre uma princesa
chinesa e um mongol (povo predominante no Tibet). Como o casamento
lhes foi negado, eles teriam resolvido cruzar um legítimo
representante da China (o Pequinês) com um de Lhasa (capital
do Tibet), este seria o Lhasa Apso. Da união das raças surgiu
o Shih Tzu, simbolizando tudo o que há de melhor nas duas
culturas e o amor entre os dois povos.
ADMIRADO MUNDO AFORA
Há muitos admiradores do Shih Tzu pelo mundo. No Japão, há
vários anos, oscila entre o primeiro e o segundo lugar em
número de nascimentos registrados. Em 1994, ficou em primeiro,
com 53.439 exemplares entre um total de 349.825 de todas as
raças juntas. Na Inglaterra, foi o 11º mais registrado, em
1995. Na Itália, foi o 13º. O American Kennel Club (AKC),
entidade dos EUA que mais registra cães no mundo, o coloca
em 12º posição. Aqui, sua situação é mais modesta. Ocupa o
31º lugar. Mas mostra uma tendência evolutiva, já que há cinco
anos, estava em 57º.
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PADRÃO OFICIAL
CBKC nº 208 de 3/5/94 FCI nº de 24/6/87 País de origem:
Tibet Nome no país de origem: Shih Tzu
APARÊNCIA GERAL:
robusto, pelagem abundante, porte distintamente arrogante,
com cabeça lembrando o crisântemo.
CARACTERÍSTICAS:
de temperamento amistoso e independente, inteligente,
ativo e alerta.
CABEÇA E CRÂNIO:
cabeça larga, redonda, profusamente peluda, com pêlos
caindo sobre os olhos, estes bem separados, boa barba
e bigodes. Os pêlos crescendo para cima, no focinho, conferem-lhe
uma clara semelhança com o crisântemo. Focinho bem largo,
curto, com cerca de 2,5cm da ponta ao stop, reto, de nível
ou levemente arrebitado, quadrado e peludo, sem rugas.
Cana nasal em linha com a pálpebra inferior ou levemente
abaixo. Trufa preta, podendo ser cor de fígado, com pigmentação
o mais homogênea possível. Narinas bem abertas, stop bem
definido. Trufa inclinada para baixo ou pontuda são características
altamente indesejáveis. Olhos: grandes, redondos, escuros,
inseridos bem separados, sem ser proeminentes. Expressão
calorosa. Nos cães de cor fígado, ou com marcações dessa
cor, olhos mais claros são permitidos, desde que a íris
cubra o branco dos olhos. Orelhas: grandes, com lóbulos
longos, portadas caídas, inseridas ligeiramente abaixo
da abóbada craniana. Devem ser tão profusamente cobertas
de pêlos que se confundem com a pelagem do pescoço. Boca:
larga, ligeiramente prognata ou em torquês. Lábios retos.
PESCOÇO:
bem proporcionado, graciosamente arqueado, suficientemente
longo, para portar a cabeça alta.
ANTERIORES:
ombros bem oblíquos, membros anteriores curtos, com boa
musculatura e ossatura, tão retos quanto possível, compatíveis
com o peito largo e profundo.
TRONCO:
a distância entre a cernelha e a raiz da cauda é maior
que a altura, na cernelha. Bem compacto e forte. Peito
largo e profundo. Ombros firmes. Dorso reto.
INFERIORES:
membros curtos e musculosos, com boa ossatura. Vistos,
por trás, retos. Coxas bem arredondadas e musculosas.
Devem parecer volumosas, em virtude da pelagem abundante.
PATAS:
arredondadas, firmes, com boas almofadas plantares, parecendo
grandes pela pelagem abundante.
CAUDA:
de plumagem abundante, inserção e porte altos, alcançando,
aproximadamente, o nível do alto do crânio, o que lhe
confere uma aparência equilibrada.
MOVIMENTAÇÃO:
altiva, fluente, com longo alcance à frente e forte propulsão
dos posteriores, exibindo as almofadas plantares.
PELAGEM:
longa, densa não cacheada, com bom subpêlo. Uma leve ondulação
é permitida. Recomenda-se que os pêlos da cabeça sejam
atados.
COR:
todas as cores são permitidas; uma faixa branca na fronte
e na ponta da cauda são altamente desejadas nos particolores.
PESO E ALTURA:
de 4,500 a 8,100 quilos. O peso ideal de 4,500 a 7,300
quilos. Altura máxima na cernelha, 26,7cm. Tipo e características
da raça são da maior importância e não devem ser preteridas
pelo tamanho.
FALTAS:
qualquer desvio, dos termos deste padrão, deve ser considerado
como falta e penalizado na exata proporção de sua gravidade.
NOTA:
os machos devem apresentar os dois testículos, bem visíveis
e normais, totalmente descidos na bolsa escrotal.
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PARA SABER MAIS
Clubes:
Na Inglaterra: Manchu Shih Tzu Society, tel. (0044179)583-0247
e The Shih Tzu Club, tel. (0044176)385-2338. Nos Estados Unidos:
The Americam Shih Tzu Club, tel. (001717)432-4351.
Livros:
1) The Shih Tzu Heritage, de Jon Ferrante, Delinger's Publisers,
Fairfax, VA-EUA.
2) This is the Shih Tzu, de Brearley & Easton, T.F.H. Publications,
Neptune City, NJ-EUA.
Internet:
http://www.canismajor.com/dog/shihtzu.html
Agradecemos aos entrevistados pelos longos depoimentos e
aos brasileiros, pela revisão técnica do texto, feita também
por Hilda Drumond, diretora cinotécnica da ACB e Anita Soares,
juíza de todas as raças pela CBKC. Reportagem: Rodriguo Flores.
Redação: Fernando de Santis. Edição de texto: Flávia C. Soares.
Foto: Luiz Henrique Mendes. Prop.: Canil Fluffly Paradise.
Direitos
autorais do texto: Cães&Cia, é proibida a
reprodução total ou parcial do texto
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